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Sejamos realistas
cada nova edição apareceu mais jogadores OPs e Advogados de Regras ou jogadores Historiadores?
A terceira edição foi simplesmente um "tapa na cara" ao colocar o Sábio dos vales, com uma ficha dizendo "eu sou foda, usem meus números". A derradeira foi com os deuses. Dar atributos aos deuses?
os mestres novatos se deliciavam em colocar personagens lendários como heróis das histórias menosprezando seus jogadores. Malditas fichas! Os jogadores simplesmente ficaram condicionados às regras! Eles apenas jogam dados
Sabe, Sellous, no Livro do Mestre não tem fichas de deuses ou NPCs épicos, mas d~çao muitas dicas sobre como interpretar os NPCs, tabelas de características (feio, bonito, avarento, exuberante, alto, baixo, corajoso, covarde) e como ajustar as regras ao bel-prazer da mesa. Aliás, o Livro do Mestre me ajudou muito a pensar na hora de elaborar aventuras ou a ver que as regras podem sim ser torcidas para melhor se adeuqar a mesa, mas com cautela e cuidado. Mas me parece que muitos mestres por aí não lêem o DM, se não para ver as armadilhas, classes de prestígio e itens mágicos.
... Não me leve a mau, há coisas boas para o mestre naquele livro, claro que há! Mas há mais enfoque em números, itens, regras, tabelas do que a interpretação. Preferiria que a parte de Rolando um jogo (é assim que ficou em português?), NPCs e Campanhas fosse um pouco mais desenvolvido, apesar do último estar bem melhor do que no 3.0.Não sei qual a origem exata deles, só sei que vi serem popularizados no Brasil pela DB. O problema deles é que são rotulações carregadas de condescendência enrustida, e um monte de presunção mal-disfarçada. Ainda estou pra ver alguém que use os termos sem deixar insinuado que "meu estilo de jogo é melhor que o teu".
Você já leu Eberron?
E raios, como me dá raiva de ver quanta gente não lê o Livro do Mestre.
Eu perdia mais de duas horas olhando entre complementos para criar uma ficha "compatível" contra meus jogadores de 17 nível.

Sejamos realistas, a cada nova edição apareceu mais jogadores OPs e Advogados de Regras ou jogadores Historiadores?
A terceira edição foi simplesmente um "tapa na cara" ao colocar o Sábio dos vales, com uma ficha dizendo "eu sou foda, usem meus números".
A derradeira foi com os deuses. Dar atributos aos deuses? Mas que m**** é essa!
Sellous escreveu:Ahm... meu livro do mestre de D&D 3.5 possui 26 páginas sobre NPCs. Vamos ver o que tem nela? *descrição, tabela, tabela, tabela, tabela, tabela, tabela.......... tabela, como usar os NP.. ops, fim!*...
Não me leve a mau, há coisas boas para o mestre naquele livro, claro que há! Mas há mais enfoque em números, itens, regras, tabelas do que a interpretação. Preferiria que a parte de Rolando um jogo (é assim que ficou em português?), NPCs e Campanhas fosse um pouco mais desenvolvido, apesar do último estar bem melhor do que no 3.0.
Vcs tem que me perdoar, mas eu confesso, prefiro o estilo de roleplay, pq me encheu o saco criar fichas e mais fichas, cada vez mais complexas e tomando mais meu tempo, horas e horas, além de ficar discutindo regras com jogadores na mesa. Eu perdia mais de duas horas olhando entre complementos para criar uma ficha "compatível" contra meus jogadores de 17 nível. Prefiro muito mais simplesmente interpretar e contar uma história do que "como matar 20 orcs com tal combo". Mas essa é minha opinião.
Tb não sei da origem deles, mas não os vejo distante dos termos em inglês como munchkins (esse eu sei a origem!), powerplayers ou twinks, então, não sei pq não usá-los. Meu ponto não é dizer que o estilo roleplay é o melhor, mas sim dizer que o roleplay é mais o original (o que paradoxalmente é um absurdo, pq o RPG saíu de um wargame) e defender o ponto de vista do Gary. Se ficou esse resquício de que interpretar é o melhor estilo de jogo, desculpe-me.![]()
Você está insinuando que D&D primeira edição tinha mais "jogadores historiadores" do que qualquer outra?
NPCs high-level in 5 minutes. Now you are thinking with E-Tools.
Mas Sellous, aqueles NPCs estão ali exatamente para permitir ao Mestre criar um NPC na hora sem precisar ficar montando fichas com antecedência. É uma baita mão na roda. Os NPCs ali presentes sequer são tão poderosos assim. Basicamente, é para o momento em que a aventura sai dos rumos e o Mestre precisa criar algum NPC no meio do jogo.
Poderia ser um pouco melhor mesmo. Você já viu o DMG 2? Acho que lá tem bastante coisa interessante, e mostra a nova aproximação da WotC para um Livro de Mestre
Estranho... tenho tido um trabalhão com fichas na minha campanha atual (começou no 1o. nível, estamos no 17o.) ,mas é o jogo mais interpretativo e divertido que já tivemos. Minha questão é que faço cada NPC único e evito reaproveitar fichas. Só no arco atual da história, já devo ter feito cerca de 50 NPCs diferentes, variando de níveis 8 a 20, incluindo aliados e inimigos (a campanha inteira se baseia em interação com NPCs, e não monstros genéricos...). Ia ser legal se fosse mais intuitivo fazer NPCs em D&D, a maior falha do jogo na minha opinião é ter que seguir as fórmulas de criação.

Quem insinua algo é mulher de lingerie. Estou dizendo que o os jogadores de RPG ao longo do tempo estão evoluindo para isso.
Eu vou me deliciar ao ver você tentando provar isso.
Prove. Por favor.
Não há como eu provar isso.
Então eu posso simplismente falar:
"Não. Isso não está acontecendo." e eu estarei tão certo quanto você. Então...
Não. Isso não está acontecendo. Aproveite seu futuro apocaliptico.

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