Eu não havia postado aqui para evitar constragimentos por parte dos envolvidos na discussão, mas aí vai o link:
http://www.rederpg.com.br/portal/module ... 1&forum=20Se eu fosse o monk fanboy em questão, eu não gostaria de ter este texto postado em lugar algum, acreditem em mim... mas, hey! Se eu fosse um monk fanboy, já teria me matado.
Eltor escreveu:Agora quanto ao texto desse tópico:
Ficou mesmo bem engraçado, e é algo que traz à mente MUITAS lembranças pro povo desse fórum, hehehehe. Mas tem uma parte dele que já vinha me atazanando antes mesmo de ler o tópico inspirador, e agora tá confirmado: fica muito difícil acreditar que o protagonista da história, por mais fictício que seja, tenha jogado por muito tempo com o monge, usando as regras core oficiais, e continuado na ilusão de que a classe é overpower.
Das duas uma, ou ele teria feito como a musa inspiradora - e ainda outros monk fanboys anteriores - e somente defendesse a classe lendo a tabela de poderes no livro, sem nunca ter jogado com um; ou ele teria jogado, mas com uma série de más interpretações das regras oficiais e/ou regras caseiras beneficiando absurdamente o monge.
Acho que basta adicionar uma ou duas linhas no texto, passando essa idéia, e fica perfeito.
Eu pensei nessas hipóteses... "será que ele acreditaria tanto assim?", "será que ele, afinal, não perceberia com o tempo?", mas decidi, que, para aumentar não só a parte humorística e o exagero em questão, ficaria assim para mostrar que é, realmente, mero texto fictício.
Afinal, é fácil uma pessoa gostar de um Monge se ele foi alterado até ser bom. Mas daí não seria um Monk Fanboy... seria um jogador experiente, inteligente que decidiu que gostava o suficiente de uma classe para melhorá-la.
E eu quero deixar claro que ele tem um amor incondicional pelo Monge. Ele, meus caros senhores, é a síntese de todo o mal, as brumas que poluem os mundos, a ignorância insensata de duas eternidades RPGísticas sentada lado a lado com a loucura e o cenário Tormenta. Ele é um Monk Fanboy. O maior de todos.