Nunca usei o Book of Erotic Fantasy, até porque não o tenho em mãos (já vi pra vender numa oja de RPG por aui, mas não fiquei com vontade de comprar, ainda mais com a 4E e por não ser da Wizards u de tra empresa bem conceituada na parte mecânica).
Ainda não cheguei a lidar diretamente com sexo em campanhas, embora um dos PCs seja visivelmente tarado, justamente o que está perto dos 40 anos. Tenta jogar o seu charme nas NPCs (só uma vez é que deu certo e ele terá uma busca por um bordel agora). os outros Pcs tem outras prioridades (como buscar redenção pelos seus erros do passado, seguir ordens, treinar suas tecnicas, buscar cadáveres pra usar suas magias, etc). Mas sim, já tenho NPCs visivelmente afetados por gostos sexuais incomuns, especialmente que reflitam seu caráter moralfora do padrão. O amor em si não é um tema explorado, mas um dos PCs (justamente o do Aluriel) está sendo movido pelas conseqüências de seu"casamento" com uma drow refugiada, que chegou a ficar grávida dele, mas que morreu por uma doença incurável e por conta disso se perdeu em desilusão e angústia, sendo que atualmnte nota que há pessoas sedentas por vingança devido a tal incidente.
Como jogador eu nunca lidei realmnte com amor, mas na mesa de D&D que eu jogava como ranger negro de dreads e cimitarras dois outros personagens jogadores tinham laços afetivos com as clérigas NPCs que nos acompanhavam (e metiam muito a mão no fogo por elas

).
Já na mesa daUnião dos Arqueólogos (a do Torneco) tais elementos nunca foram explorados e não si se serão. O personagem do Nibelung é casado, mas é só um detalhe secundário que serve pra dar um diferencial e detalhe extra. Não sei se a Samarah se sente levemente atraída por algum outro personagem do grupo, que aí seria questão do Bill se manifestar.