Sinceramente não sei porque as pessoas estão encanando com miniaturas (a não ser pela parte financeira, claro).
Mas é exatamente pela parte financeira mesmo. Ficam xingando a Wizards de porcos capitalistas por "forçarem" a comprar miniaturas.
Se bem que tem gente que tem rixa mesmo e fica comparando com wargames. Tem gente que não gosta mesmo da parte tática, quer fazer o combate uma descrição romântica. O fato é que, antes da 3e, era fácil não jogar com miniaturas.
De qualquer forma, não deixa de ser uma dependência. Se você quer jogar, mas não tem miniaturas à disposição e não tem idéia de como jogar sem elas, isso certamente é um problema.
Só que o fato é que este tipo de problema não é algo unico do usod e miniaturas, se você só tem combate descritivo a versão funcional se resume a constantes "eu ataco ele", o que é tão ruim qaunto reduzir o comabte a um jogo de D&D Miniaturas.
Bem, a minha idéia de abstração é mais ou menos o seguinte.
1) Tenha sempre em mente quem está engajado (adjacente) a quem. Basta lembrar que atacou quem, corpo-a-corpo.
2) Se o alvo fugir com um shift 1, você sabe que basta um shift seu pra alcançá-lo.
3) Se há dois oponentes engajados com um mesmo alvo e não houver nenhum fator óbvio que impeça o flanqueamento (como o alvo estar com as costas pra uma parede, ou estar lado-a-lado com seus aliados), por simplicidade, considere que ocorre o flanqueamento. O julgamento do DM aqui é essencial.
4) Se você não está engajado com nenhum oponente, então, a não ser que esteja num corredor apertado ou outra situação de evidente dificuldade de movimentação, considere que você não provoca AdO por se movimentar normalmente.
5) Essa é pro DM: mantenha o número de oponentes o mínimo possível, pra não se complicar.