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(será que com a chegada de druidas aparecem mais animais mundanos?)Alguém mais notou qe no Livro dos Monstros tem algumas ilustrações reaproveitadas? Em as hags, drow, slaad negro e vampiros.
(como eles lidarão com Perform quando chegar o bardo?).
Eu achava isso divertido, mas olhando agora, não era a maneira mais elegante de equilibrar as classes. E também dava em certas bizarrices:Corvo da Tempestade escreveu:Coisa que eu sinto falta do AD&D: Xp's diferenciados.
Sério um ladrão passava de nivel quase duas vezes mais rápido que um mago!!!!

Se é para falar as coisas, vamos falar por inteiro, né: havia sim limites de níveis, mas eles não eram a única via. E foram explicados dentro da lógica de um mundo de fantasia. Se os humanos não têm nenhuma habilidade "extra", como é que eles sobreviveriam em meio a elfos, anões, orcs...? A resposta encontrada foi: os humanos são mais ambiciosos, mais adaptáveis, e aprendem as coisas mais rápido. De modo que apenas os humanos podem progredir de forma ilimitada em todas as classes.
De mais a mais, não entendi você colocar o AD&D como obsoleto e destacar como vantagem ou característica importante da 4ª edição justamente a reincorporação de valores da 2ª edição... não é obsoleto? Então para quê reincorporar?
Sobre as jogadas de dados, sinceramente, não me pareciam tão complexas. TACO era o trem mais simples: tenho aqui um número de ataque, jogo o d20... faço a conta "número de ataque" - "o que tirei no dado" = armadura que acertei. Se a armadura do cara for maior que esse número, eu entrei. Onde está o grande bicho de 23 cabeças?
Só como adendo, ShinRyuu, o d3 existe sim ja faz um bom tempo, agora, não sei se ele começou a existir por causa do D&D. Atualmente sei que existe também o d7, o d14, o d16...
Porque o mago tinha 1/3 do PHB dele, e o Clérigo o outro 1/3. Então isso atrasava um pouco o roubo dos holofortes.
E aquela história do Druida chegar no nível 14 com 1,500,000 XP e só passar pro 15o. com 3 milhões? Alguém me explica pq era assim? Sério, sem sarcasmo... deve ter um bom motivo mas eu não lembro.

Se eu não me engano, o objetivo não era esse, mas sim equilibrar um pouco o THAC0 e o HP. O clérigo demorava um pouco mais pra passar, mas ganhava um pouco mais de HP e mais THAC0 (a progressão dele pulava os ímpares, então era 20, 20, 18, 18, 16...)







Algo a ver com postos na hierarquia druídica, hierofante, mudança de poderes concedidos... não lembro bem, mas era bem-explicado.
Aqui, ó: Martial Power, sai no fim de Outubro.Cebolituz escreveu:Bem quanto a reclamação do pessoal com relação as armas e armaduras ,quem aí não aposta que em alguns suplementos virão mais poderes para guerreiro com suas armas, mais armaduras e itens mágicos, mais efeitos, mais maldições, mais rituais diferentes...
O problema é que se vc levar isso longe demais, o Mago do grupo não vai poder soltar uma magia ou revelar seus poderes sem ser perseguido ou temido.Quanto aos dragonborns e tieflings, concordo que para muitas pessoas é bem difícil de digerir, mas eu até gostei. Nunca imaginei um mundo onde lagartixas bombadas e seres de origem demoníaca pudessem conviver mais fácil e pacificamente com os humanóides de origem primata.

O detalhe é que o livro tem um certo espaço a ser preenchido e não dá para se colocar tudo nele. Antes boa parte do livro do jogador era preenchido com magias dos conjuradores. Agora boa parte do livro é preenchido com os poderes de todas as classes.





Seu_Madruga escreveu:Corvo da Tempestade escreveu:Só eu que usava peças de xadrez, moedas e dados extras como miniaturas?
Não, nosso grupo também ussa isso (eu sou a torre branca!!!)
ps: branco para os PC preto para os inimigos.
Racismo detectado!![]()
Bom, eu comprei nas Lojas Americanas um conjunto de guerreiros medievais de plástico. São miniaturas legais, custaram 6 reais (com 40 bonequinhos) e tem 8 tipos diferentes: com maça, com espada levantada, espada abaixada... ótimos minions. De resto, meu grupo está usando umas miniaturas de anime e animações que minha irmã trouxe do Japão. Então o bárbaro é aquele cara do One Piece que se estica todo, o monbe é uma miniatura dum cara chamado Gon, enfrentamos o Oolong de DBZ, Shrek, Fiona, aquele cara sinistro do Death Note... e todo mundo abstrai e consegue jogar numa boa. Companheiro animal? Cachorro de plástico comprado na feira por 50 centavos. Miniaturas originais de D&D? Nenhuma.
Quanto a regras de forjar armaduras... quantas vezes vocês fizeram isso nesses últimos anos?
E o que era pior: esses 2/10 tinham q escolher UMA magia apenas, pra usar uma ÚNICA vez, o dia inteiro, e depois ficar chupando o dedo (no AD&D, pelo menos).Lumine Miyavi escreveu:O que antes eram de 2/10, agora é de todos. Eu quero mesmo é que todos as classes e seus poderes tenham espaço, ao invés de apenas listas imensas de magia, magia, magia.
Hein? Esse eu preciso ver pra crer. Não consigo nem imaginar como é isso.

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