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Se tu não joga em uma ambientação genérica, estará jogando em uma ambientação específica. E se tu está jogando em uma ambientação específica, creio eu que ela virá com o material descritivo das raças e criaturas encontrados nelas.
Um exemplo que eu gosto de usar é o centauro. Esses sujeitos conseguem ser extremamente dificeis de caracterizar, temos desde os centauros silvestres até os "mongóis" de Warcraft e HoMM5. Mas tem outros exemplos, como os orcs, que podem ser desde os cretinos descartaveis de SdA, aos guerreiros xamanicos de Warcraft até os druidas de Eberron.
Cada cenário vai se aproximar de maneira diferente. Quando mestrando em um cenário próprio, um mestre antigamente (como eu, no caso do centauro) simplesmente ignorava o material descritivo para se adaptar melhor no tipo de conceito que queria que fosse lançado na mesa. Mal ou bem esse espaço simplesmente inutil poderia ser usado para coisas mais úteis, sabe?
Agora com o advento do DnD Insider, pode-se se dar ao luxo de simplesmente separar o descritivo do mecanico. Como o descritivo nem precisará ser consultado durante a partida, simplesmente joga-se ele no espaço cibernético.
O resultado é muito bom. A matéria sobre fomorians foi algo, e além deles já vinham ainda dríades, goblins, ciclopes e outros.
Imagine agora se eu quero usar ciclopes de maneira diferente nas terras de Lôsca Fôsca quando eu quiser fazer uma aventura rápida. Antigamente eu teria pago por uma parte do livro que eu nem teria usado. Agora eu aproveito todo o livro e mesmo assim, se um dia eu precisar do material propotosto pela WoTC para os ciclopes, só vou e acesso a página deles e presto, lá está.
Melhor? IMO, ficou sim.
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