Valeu mesmo pelas respostas.
Não posso deixar de agradecer pelo tempo em que responderam, muito rápido mesmo, antes do final da manhã eu já tinha uma idéia de como resolver. Valeu mesmo!
Eu acabei optando pela idéia de realizar testes de diplomacia resistidos com a possibilidade de prestar auxílio pelos outros personagens, fazendo uma média de algumas rolagens como citado acima. Dependendo da situação também dar algum bônus para um dos lados, como quando uma situação é mais coerente, ou quando uma pessoa quer ir para um lado e o resto do grupo todo quer ir para o outro.
O grupo não concordou muito com esses testes, pois acreditam que os personagens tem que ter total liberdade de escolherem o que farão e não é um teste que dirá como devem agir e o que devem se sujeitar, citando o seguinte:
Na página 16 do LdM diz: "Mesmo se um PdM com Carisma elevado tentar persuadi-lo, uma simples jogada de dados não deve ser suficiente para forçá-lo a realizar qualquer tarefa. Algumas regras do jogo se aplicam especificamente aos PdMs (consulte Atitudes dos PdMs, e a habilidade Diplomacia, na página 74 do Livro do Jogador)".
Eu acredito que sendo vencido no teste de diplomacia, você acaba concordando com o outro cara, pois pode ter ficado sem argumentos, ou se cansado de discutir, ou simplesmente aquilo não faz a mínima diferença para vc e tanto faz. Assim mesmo não concordando com o outro cara, você acaba aceitando e se sujeitando aquilo, pelo bem do grupo ou outros fatores que são mais importantes(uma amizade pode ser mais importante do que seu ponto de vista, por exemplo). Mesmo assim, vencido pela diplomacia, é possível chutar o balde, dizer que não farão daquele jeito, que não tão nem aí para ele e irem fazer de outro, ignorando completamente a discussão.
Em uma situação temos o consenso do grupo, na outra uma discórdia. Nas duas situações o impasse se resolve, mas na segunda inicia uma certa inimizade e afastamento.
O que para mim é bastante coerente, é exatamente o que acontece na vida real.
Esse ponto também foi interessante pois percebi algumas coisas em relação a carisma.
Assim como acontece com a inteligência, muitas vezes o personagem age com a carisma do jogador e não a do personagem e no jogo mesmo um personagem tendo uma carisma mais baixa(talvez mais baixa que a média), influencia e é influenciado pelo grupo de acordo com o jogador e não de acordo com o personagem.
Um personagem que tem uma diplomacia ou um intimidar maior, tem a tendência de influenciar mais o grupo, já que os outros que dão mais bola aos combates e outros atributos e perícias, são mais facilmente influenciados nessas áreas, isso faz sentido, é coerente com o resto do jogo, mas muitas vezes não é assim que acontece e o próprio D&D parece ignorar isso.