O pessoal do D3 System resolveu fazer um podcast também. Quem está curtindo o SpellCast, eu acho que vale a pena ouvir também.
Episódio 0 (piloto)
Episódio 1 (XVI EIRPG)
Moderador: Moderadores

Ele fala que livros em PDF prejudicam o mercado de livros. Isso é uma tremenda besteira.
Eles tem que entender que o mercado não comporta livros de R$ 100 ou lançados com 3 a 4 meses de atraso.
Outra coisa que me deixou assustado. Eles vão lançar a Trilogia do Elfo Negro agora. Um livro que deve ter bem uns 10 anos. Acho que se alguém queria ler esse livro e nunca o fez já teve até tempo de fazer um curso de inglês. Por que eles não lançam outros tantos romances que são inclusive mais recentes?
Eles tem que entender que o mercado não comporta livros de R$ 100 lançados com 3 a 4 meses de atraso. Se não há como baratear o livros tentem fazer um acordo com a Wizards para produzir livros de capa mole e outro tipo de papel para reduzir os custos.



Nibelung escreveu:Diga isso pro pessoal que apareceu no D&D Game Day com os pdfs dos livros da 4E impressos e encadernados.
Por questão de cronologia? Os livros do Drizzt seguem uma cronologia regular, com vários upgrades. Tudo bem que a Dark Elf é um "trilogia do passado", mas cronologicamente ela se situa logo depois da trilogia Icewind Dale.
Seria igual você pedir pra Panini ter lançado Naruto já no número que está no japão porque "todo mundo já viu o anime antes e sabe a história".
Editoras grandes geralmente impoem regras sobre como você pode publicar sua tradução, a WotC e a WW fazem isso, por exemplo, e a SJGames vai fazer isso com a nove edição de GURPS.
Sabe porque ninguém reclama de comprar um PHB nos EUA? Por que o preço sugerido é US$ 34,95, sendo que em vários lugares você vai achar por 20 a 25 dolares (na amazon está por US$ 20,97). Isso é o preço de 3 lanches no McDonalds.
Aqui um livro destes sai por em média de 80 a 100 reais, quando não mais.
Hermes escreveu:Por que as editoras brasileiras não usam esse padrão aqui para lançar alguns livros e diminuir o custo deles? Eu não me incomodo de ler pockets de forma alguma.

Eu conheço um lugar que vende os livros básicos de D&D a 65 reais, e suplementos a preço bem em conta. Não adianta comparar o preço da Amazon com o preço tabelado da Devir.
Você diz isso por ignorância. De cabeça eu já penso na L&PM Pocket, Martin Claret, Landy (com os livros de contos populares), editoras de universidades, livros que saem em jornais (como na Folha de São Paulo agora, por exemplo) e no selo Companhia de Bolso (da Companhia das Letras). Comprei uma porrada de livros assim. Além disso, sempre tem uma feirinha em faculdades com editoras dando descontos entre 20 e 50%. Eu sempre espero novembro para comprar livros na feirinha da USP, que o desconto obrigatório é de 50%.
Isso SEM CONTAR sebos. Estamos falando de livros novos.
Temos um país que por vários motivos que não cabem ser discutidos neste tópico tem a leitura desincentivada, se as editoras mantém o custo dos livros altos fica difícil de popularizar a leitura.
E a Devir sobre do mesmo problema. Ela quer que o RPG se popularize, mas não quer lançar produtos em preços acessiveis.

juma escreveu:Por acaso você está insinuando que quem deveria incentivar a leitura são as editoras?
juma escreveu:Se o preço fosse o impecilho para a popularização do RPG, então estaríamos todos felizes. Temos livros de RPG em português a preços bem acessíveis e sistemas de graça na internet.

Ai cabe aquele comentário. Já olhou os sistemas gratuitos e a preços acessíveis? Pode ser legal falar isso mas não adianta achar eles são maravilhosos pois não é bem assim. Senão estariamos todos jogando eles ao invés de D20, Storytelling, Gurps e outros pagos.


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