Willdice,
"Os soldados serão bem mais genéricos, enquanto o hexer terá fetiches e penduricalhos, sendo protegido pelos soldados ao invés de avançar junto com eles para combate direto."
... está escrito em algum lugar que os minions têm um aspecto/fisionomia "genérico"? existe alguma regra que proíba os soldados de utilizar fetiches e penduricalhos? Existe alguma formalização que diga que um hexer utilizará fetiches assim, assim e assim? Não, né? E a movimentação das minis no tabuleiro pode muito bem evidenciar isso aí que você disse sobre "quem avança e quem fica na retaguarda".
"Quase sempre, um monstro elite deveria ser claramente diferente dos demais. Mesmo um comandante de batalha teria algum tipo de símbolo (um totem, medalhas, uniforme e armas melhores, os outros soldados obedecem seus comandos e vão na frente dele, etc.) para destacar a importância daquele oponente."
Um monstro elite, em meio aos seus iguais, poderia ser destacado por tudo isso aí que você disse e muitas outras coisas, ou simplesmente poderia ser mais um "vestido de minion"... mas nada disso vem ao caso, pois o que temos é um único Goblin em meio a Kobolds... como marcar a diferença além do óbvio? Como dizer que ele "parece elite"? Sinto muito, é metagame descarado.
Shynriuu,
"D&D não é uma batalha de monges-guerreiros que todos se vestem igual."
Pois é, mas é por isso mesmo que quando vocês cobram que um "elite" pode ser diferenciado em relação a um "elite" ou um "minion" apenas pela vestimenta não tem como ser: TODOS os inimigos tem um aspecto individual, os "minions" não têm fardinha de minion, assim como os "elite" não têm estrelinha dourada na testa. Esse raciocínio é ótimo para jogos como Diablo, mas no RPG, onde CADA MONSTRO é um indivíduo com as suas peculiaridades, temos dois caminhos a se seguir: ou tratar todos como iguais à primeira vista, ou já diferenciar indivíduo por indivíduo.
"As pessoas nesses cenários costumam evidenciar sua posição e suas realizações, mais do que escondê-las."
Goblins e Kobolds não são pessoas

"A própria natureza dramática e épica do D&D pressupõe que o "chefão" vai se destacar dos demais."
O Goblin do assunto discutido não é "o chefão" da aventura.
E sobre a aventura, a sua levou 7 horas... foi o que eu disse, a aventura é longa, trabalhosa, no encontro com os besouros e escorpiões o acúmulo de condições é grande (envenenado, cego, imobilizado, etc) e portanto a coisa anda muito devagar. O mestre inclusive comentou sobre a necessidade de uma maior maturidade do grupo de jogo, uma vez que ele teve de delegar a cada um suas condições, jogadas de resistência, etc.
E só de um mestre pedir uma ação padrão como o mestre lá pediu... nem precisa dizer mais nada.
E!