Kasuya, acho que o pichu esta falando que o post dele era flood!
Foi mal.^^ Realmente não compreendi o que ele quis dizer com "[2]". Não seria mais lógico usar a expressão: "somos dois"? Se você se depara com um cara que não conhece esse tipo de expressão, ele pode interpretar mal (meu caso

). Sorry.^^
Não se esqueça que não é só o Cassaro que trabalha na revista o-o...e se você fizesse uma revista de RPG você tambem não colocaria resenhas de livros/suplementos que tu gosta?o_O
Quem é o líder? Você acha mesmo que algo passa sem ele meter o bedelho? Egocêntrico do jeito que ele é?
Se eu fizesse uma revista, eu faria resenhas imparciais. Quando eu gosto de um livro eu admito os defeitos dele. No caso de Erberron, a resenha dele pode ser resumida a isso: "é meu cenário favorito, logo, nota máxima!" Sim, mas e os lados negativos de Erberron??? Confesso que esse cenário não me atrái nem um pouco. Mas e se eu fosse um cara que não tivesse a menor idéia do que venha a ser o cenário? Eu teria que me embasar no que as resenhas dizem, concorda? Se o Cassaro, em sua resenha, diz que é perfeito, eu me sinto inclinado a compra. Aí eu compro, me decepciono por que eu não gosto do estilo e tenho um puta prejuíso. Você acha ético moldar a revista ao gosto do dono? Não é! E eu tenho certeza que isso está no código de ética do Jornalista. (revista não é jornal, mas tem por objetivo informar de alguma coisa, bem que seja o biquini que a atriz tava usando no dia tal, na praia tal e, portanto, entra no mesmo nincho do jornalismo)
E o curioso que esse foi um dos tópicos sobre a DS que TEVE menos Flood se a memoria não me traia @.@'...*saudade do Oda reclamando aqui da revista*
UAHAUHAUAHUAHu Aí não respondo por mim. Eu não floodo costumeiramente.

O segredo de se fazer um personagem interessante é esforço. Não é socar defeitos nele e chama-lo de humano, ou faze-lo super perfeito mas com um passado obscuro que o faz "fragil". É possivel criar um Super Homem e faze-lo interessante, se coloca-lo em evidencia, desenvolve-lo com a trama, faze-lo VIVER na folha de papel.
É verdade. O Cassaro tem umas idéias muito estranhas, é verdade. Se fosse por isso, D&D é um sistema que não serve para interpretar por que os personagens não adquirem "defeitos". Tudo bem que este não seja o exemplo do RPG mais interpretativo do mundo, eu admito, mas com o ESFORÇO, ninguém precisa compra defeitos para serem mais profundos. Eu, particularmente, só compro defeitos em jogos como Storyteller, por que eu acho legal, me divirto com isso, mas vejo muitos personagens profundos sem qualquer um defeito comprado.