Wow!!! Pera aí! Primeiramente, quanto à questão de ser "tosco" a mistura de tecnologia com medieval eu frizei inúmeras vezes que é uma opinião MINHA! Eu claramente expliquei isso e não tenho nenhuma intenção de provar para ninguém que "todos devem se curvar a essa minha opinião". Se você gosta de Erberron, FF, ou outra coisa do gênero, eu não vou lhe criticar, é um gosto seu. Não tenho nada contra isso. Eu apenas não gosto. Ponto.
E seria por que? Apenas por que não lhe agrada?
Exato, expliquei isso antes e vou explicar isso pela última vez: isso é MINHA opinião. EU acho isso tosco, não você ou outra pessoa, ok?

Não precisa ficar com raiva por causa disso.

Isso parece ser um problema particular de Final Fantasy, pois Spelljammer possui armas de fogo em estado rudimentar e movidas essencialmente por meios mágicos ( Smokepowder ) e Eberron sequer possui algo possa ser remotamente identificado como uma Arma de Fogo.
Como eu disse antes, eu também supuz que Erberron fosse um pouco mais sensato do que nosso famigerado Final Fantasy. Se você ler meus posts direito, você encontra. ^^
Só falha em um ponto crucial, em Eberron, Spelljammer, Mystara ( ou das porções de Mystara que conheço ) não há uma "rivalidade" entre funcionalidades da Magia e Tecnologia, pois em tais cenários, a Magia é Tecnologia.
E daí? Eu não falei em momento algum sobre competição, falei em COEXISTÊNCIA. E realmente é um fato inusitado pois a tecnologia exige estudos, projetos, engenharias, a magia exige rituais, estudos de livros antigos e históricos e uma execução que não precisa ser lógica: se a magia "vôo" diz que você passa a voar, então você vôa e pronto (veja seu personagem flutuando pelos ares sem nenhuma outra explicação), mas, com a tecnologia, você precisaria de um aparato que se aproveite das leis da física para surtir os mesmos efeitos (como asas, hélices, turbinas e, obviamente, motores). ISSO é o interessante, ver como duas coisas completamente diferentes fazem a mesma coisa e, o melhor, como essas duas coisas podem trabalhar em conjunto para fazer o que nenhuma sozinha poderia e, também interessante, até onde a magia termina para começar a tecnologia (em outras palavras, o que a tecnologia faz que a magina não pode fazer).
Esse, pra mim, seria um dos poucos pontos atrativos para esse tipo de cenário, o que pode render campanhas bem exóticas e divertidas.
Pare de falar abobrinha. Sério.
Poderia, por genteleza, explicar onde está a "abobrinha" em dizer que FF é o jogo mais famoso do estilo? Porque, pra mim, isso está soando como um deboche sem fundamento.

Aliás, eu diria mais, deixando o estilo de lado, FF é, infelizmente(na minha opinião) um dos jogos de RPG eletrônicos mais famozos da história. O que eu posso fazer? Só chorar, não é verdade?

Se não sabe do que está falando, não fale. É melhor para você, e é uma lição para se levar para vida.
Meu amigo, eu sei muito bem do que eu estou falando. Falei dos meus gostos quanto ao estilo e falei do que ocorre no jogo de Final Fantasy que, nem que você não queira acaba tendo que ser exposto a esse tipo de jogo, tão famosso que ele é. Em nem um momento eu falei como se tivesse lido Erberron completamente. O que eu disse foi, com base no que eu li em várias resenhas do livro, não é difícil ver que é no estilo do FF, por mais que essa não tenha sido a intensão do autor. Como foi quotado antes, ele mesmo disse que nem sabia que FF tinha esse mesmo estilo e que iria jogar pra ver se parece. De qualquer forma, para todos os efeitos é apenas algo parecido. Das palavras dele:
Does this mean that Eberron won't resemble these things? Not necessarily. For all I know, it's just like Final Fantasy -- one of these days, I'll play one of the games and find out.
------------------------------------------------------------
Porque por melhor que FF antigos sejam, eles sofriam desse mal que você está falando. Mas os cenários mencionados não. Eles tinham algo chamado "Contexto".
Bem, talvez eu tenha me expressado mal, mas eu me referia diretamente ao FF. Como eu disse antes, eu também supuz que Erberron fosse mais sensato que isso. Já que você reclama de quem "fala das coisas sem saber", você tá ccomentando meus posts mais do que você os lê, não é verdade?

Eu nem um momento eu disse que, se eu conheço FF, logo conheço tudo de Erberron e de outros jogos do estilo. Apenas disse: Se Erberron está no mesmo estilo do FF, então não valeria a pena eu comprar uma vez que eu não iria gostar do jogo. Ficou melhor de entender assim?

Kentaro Miura fez isso antes de FF. Então "Espada de FF" na realidade é "Espada de Berserk". Ele foi o primeiro a evendeciar o exagero, a Square que copiou (junto com parte do roteiro de Berserk) e colocou no FF7, Claro, o personagem que empunha a espada em Berserk é um cara grande e parrudo, e não as meninas anemicas de FF.
Sim, é verdade.^^ Ao analizar a história do Cloud, é fácil sentir influência do Guts do Berserker (tirando a parte da suposta "falta de memória" e a mentira de que ele era um "grande soldado", quando na verdade era o tal do Zack). Quanto à espada, bem, é isso que você falou: o Gust treinou com uma espada proporcionalmente maior que seu corpo desde pequeno e, ainda por cima, é um cara incrivelmente forte, sendo capaz de usar a arma ao contrário de Cloud que é magrelo e até afeminado, eu diria (por favor, não me crucifiquem, fãs de FFVII

). Tudo bem, isso não implica que o Guts conseguiria manusear com tanta habilidade essa espada, mesmo com tanta força, mas aí já é coisa do mangá. Na vida real esse tipo de espada era usada unica e exclusivamente para derrubar cavalos, partindo cavalo e cavaleiros juntos de uma vez, não para combates corpo-a-corpo, como acontece no mangá/anime. De qualquer forma, bem pior é ele ter um pokémon fadinha enxendo a paciência dele o tempo todo e não vejo por que reclamar disso (apesar disso, tiraram a fadinha da versão anime).
Os Final Fantasies originais (do I ao V) tem pouquíssima técnologia,
Temos mais que 12 jogos de FF (pois ainda tem os não numerados, como o Crisis Score - acho que é assim que se escreve

) e argumentar que apenas 5 deles têm pouca tecnologia(apesar de TER) ée um pouco vago para defender o estilo. Eu me pergunto se o fator "tecnológico" só não foi colocado devido à falta de tecnologia gráfica e de Hardware, pois note bem como os jogos sucessores exploram muito essa questão quando vai se tratar de tecnologia: oa artefatos tecnológicos são costumeiramente vistosos e bonitos graficamente, o que requer boa tecnologia para o design e para um Hardware que aguente isso.
Alias, até o final fantasy VI, não existia ninguem usando armas de fogo, em detrimento das armas brancas e projéteis medievais tão normais do gênero; a exceção maior são as "Tools" do Edgar no 6 que incluem uma Balestra Mecânica, a Auto Crossbow.
É? E quanto àqueles robôs que lembram muito os "Armors" do Megaman X que lançavam raios lazers e tudo o mais??? No início do jogo os personagens começam usando esses negócios.
He-man, Jedais (tá uma espada de luz, mas uma espada), Blade...
He-man é outro caso, e que também é uma "ambientação" que eu não gosto.
Jedais, se você reparar bem, são MUITO mais efetivos com sabres de luz que com blasters. Com sabre eles podem defender raios e outros sabres, coisa que um blaster não faz. Do que adianta um blaster alcançar longe se um jedi não pode se meter numa guerra sem precisar rezar para não ser atingido? (estou agora imaginando os Jedi usando pistolas para rebater tiros no melhor estilo "sabre alucinado de Yoda" em que você só vê o vulto verde brilhante rodando pelo ar).

Blade, o vampiro que anda de dia, usa TAMBÉM armas automáticas e outras tecnologias como uma espécie de "mini-holofotes de ultravioleta", etc... O fato de ele preferir lutar corpo-a-corpo contra um outro vampiro usando uma espada em vez de descarregar uma automática a queima-roupa é algo considerado bem natural para quem leu Vampiro, A Máscara: vampiros não têm mais pontos vitais para que a bala possa perfurar, então ela furando o corpo não vai causar mais dano que uma marretada. No entanto uma espada pode fazer um estrago diretamente no FÍSICO da vampiro, deixando-o mais satisfatóriamente danificado. Uma bala em si, não destrói o corpo de ninguém, ela é incrivelmente letal porque atinge pontos vitais do organismo humano.
Estamos falando de jogos de mesa.
Não, estamos falando do ESTILO a que se encaixa FF e Erberron, a menos que você assuma que FF é um RPG de mesa.
Mystara e Spelljammer não fizeram mais sucesso do que FF.
Então concluímos que você acaba de admitir que eu não falava abobrinha quando dizia que FF é o RPG mais famoso do estilo.

Poderia da próxima vez ser mais direto em seus argumentos e evitar algo como isso?

Em outras palavras: Já existia um prescedente dentro da propria linha do D&D para um cenário estilo Eberron. Ele não criou baseado em Final Fantasy. Se você pensa que Eberron tem alguma coisa a ver com Final Fantasy só porque possui barcos que voam, você precisa ir a um psiquiatra.
Não é esse o ponto. O ponto é: eu não gosto desse estilo que engloba FF, Erberron, Mystara, etc...
Como eu disse (e já cansei de repetir isso): isso é uma opinião minha. Um gosto pessoal que nada interfere no seu gosto ou de qualquer outro por aqui. Foi só isso que eu disse. Tentei frizar bem que isso não passava de um GOSTO PESSOAL justamente para não gerarmos discuções emocionadas e, pelo que vi, falhei miseravelmente.
Então vamos separar as coisas, ok? Eu não estou dizendo que Erberron é ruim, estou dizendo que eu não gosto do estilo. Não estou falando do que eu não sei, pois ninguém melhor que eu para saber dos meus gostos, concorda? Então acho que não é preciso dizer mais nada, vamos parar com o Off-Topic, ok?

Por falar em Off-Topic, vamos voltar ao assunto do tópico: Alguém aí já viu a DS 21? Ainda não tive a oportunidade de comprá-la, gostaria de ter uma prévia das possíveis gargalhadas que eu terei ao ler.^^'