FORGOTTEN REALMS - Quarta Edição

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Mensagempor Elven Paladin em 24 Ago 2008, 22:55

O que a Wizards fez foi algo genial e velho: Lançou um "Guia para o DM", extremamente fraco e ralo em informações e agora lançará o "Guia para Jogadores", que parece ser tão promissor quanto. E aqueles que querem mais informações sobre os Reinos, que assinem a DDI.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Fëanor em 25 Ago 2008, 01:37

Você achou o livro de FR fraco?

Eu até achei bom.
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Mensagempor Elven Paladin em 25 Ago 2008, 11:36

Você achou o livro de FR fraco?


Não diria que é fraco, diria que é ralo, mal escrito e que me deu a impressão de que foi feito ás pressas e sem planejamento algum , assim como um livro de Tormenta. E em comparação ao seu antecessor, esse livro fica ainda pior: O tratamento do papel declinou, o livro novo parece um manual de jogo de PC com esse visual "clean", embora a qualidade geral das ilustrações ( especialmente as de abertura de capítulos ) seja superior, mas eles ousaram reutilizar imagens. De novo!

E quanto ao conteúdo, ele dedica cerca de 16 páginas a mais que o antecessor em descrição dos Reinos, mas como tem muito mais partes do cenário para descrever ( eles acertaram em descrever os Reinos "Menores", e também em extender a descrição de Underdark, porém ), ele dá a impressão de ter ficado mais ralo. Some isso ao capítulo de História, que sequer apresenta uma timeline resumida, e á ausência de um capítulo como Life in Fâerun ( o Adventuring até chega perto, mas é fraco ). O livro tem seu mérito em dedicar uma boa soma de páginas ( cerca de 50 ) em Vilões e Ameaças, e nisso supera o anterior com honras. Porém, a maior das falhas é: Não apresenta nada de novo em mecânica, nada. Você precisa comprar outro livro para ter uma idéia de como é o "sabor mecânico" de jogar nos Reinos. Ou seja, você tem um livro ralo em descrição e sem nenhum conteúdo mecânico ( exceto Monstros ).

Sem contar com a Invasão Oriental em Fâerun...
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Mensagempor Anand em 25 Ago 2008, 14:04

Tem um review bem bacana do FR 4th aqui ó:

http://www.gnomestew.com/reviews/4th-ed ... crappy-map
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Mensagempor ferdineidos em 25 Ago 2008, 15:08

Advogado de Regras escreveu:, assim como um livro de Tormenta.


Também não precisa esculachar.

Mas tirando essa ofensa desmesurada, concordo com você.
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Mensagempor Anand em 25 Ago 2008, 21:44

Advogado de Regras escreveu:O que a Wizards fez foi algo genial e velho: Lançou um "Guia para o DM", extremamente fraco e ralo em informações e agora lançará o "Guia para Jogadores", que parece ser tão promissor quanto. E aqueles que querem mais informações sobre os Reinos, que assinem a DDI.


Eu achei a divisão de Fluff/DM Stuff e Crunch/Players Stuff muito prático.
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Mensagempor Elven Paladin em 26 Ago 2008, 01:07

Eu achei a divisão de Fluff/DM Stuff e Crunch/Players Stuff muito prático.


"Metade do Conteúdo pelo Dobro do Preço" não me parece algo muito prático ^_^ .

Também não precisa esculachar.


Obviamente é uma comparação exagerada, mas tem seu sentido: Assim como aquele "Bairro Oriental no Meio de uma Cidade Imensa" de Tormenta, FR 4E ganhou sua "Feudo Oriental no Meio de Fâerun" ( Nathlan, no meio da Dragon Coast ) , as "yakuzas" atormentando Westgate, Telflamm e os Zhentarins, metade da população sendo Shou em Thesk, tendo até um Suzerano de Thesk de tal etnia.

É, só faltou o Neo-Xogunato das Dalelands...
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Mensagempor Anand em 26 Ago 2008, 08:12

Advogado de Regras escreveu:"Metade do Conteúdo pelo Dobro do Preço" não me parece algo muito prático ^_^ .


Pode não ser o melhor custo benefício, mas prático é. Além disso, o FRCS da 3e era mais caro. Outra vantagem é não deixar tudo nas costas do mestre. O Player's Guide é um livro que quem vai querer são os jogadores, não muda nada a vida do DM.

Agora, o conteúdo dos livros é outra história! :D
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Mensagempor DaviSalles em 26 Ago 2008, 10:30

Eu gosto de FR, mas gosto mais ainda de Eberron. E se eles quiserem fazer essa estratégia de points of light em Eberron, muito vai se perder no caminho. FR é realmente outro cenário, seria legal se o DDI tivesse coisas crunchs para adaptar FR pre-spellplague para 4e. Assim teríamos dois FR.

Também gosto mais do look clean dos novos livros. Não só o fundo branco, mas informação rápida e direta.
Jogo D&D 4e, Mutantes & Malfeitores, Serenity RPG, World of Darkness e Vampire: The Requiem
Mestrando A Fome Sombria de Ungoliant
http://www.fichasderpg.com/wiki/index.p ... _Ungoliant
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Mensagempor Styker em 26 Ago 2008, 11:50

DaviSalles escreveu:Eu gosto de FR, mas gosto mais ainda de Eberron. E se eles quiserem fazer essa estratégia de points of light em Eberron, muito vai se perder no caminho. FR é realmente outro cenário, seria legal se o DDI tivesse coisas crunchs para adaptar FR pre-spellplague para 4e. Assim teríamos dois FR.

Também gosto mais do look clean dos novos livros. Não só o fundo branco, mas informação rápida e direta.


Eu acho que é esperar demais do DDI DaviSalles, digo, qual a vantagem pra wizards criar um livro e coloca rno D&D Insider um monte de informação que não tem nada haver com o novo livro deles, comercialmente não vejo lucro nenhum e por um ponto de vista menos comercial, se eles lançaram esse livro novo eu quero é que venham mais informações que dêem suporte ao livro no DDI.

Eu senti falta do visual tomo dos livros quanto ao modo como as informações estão distribuídas eu concordo com o que foi dito na review (acho que foi desse tópico) que ficou meio bagunçado. E senti REALMENTE falta de regras para os clérigos... digo, eu entendo que o crunch vai vir no PG mas faz falta saber o que cada clérigo de cada divindidade pode fazer. Mas dá pra sobreviver a isso ^^

Por fim, gostei de algumas coisas como o império de Netheril mas fiquei meio :what: com outras como Thay, realmente faz falta os magos vermelhos em sua glória como os maiores arcanos especialistas dos reinos ao invés de puppets de Szasss Tam e isso porque eu sou fã do Tam.
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Mensagempor Fëanor em 26 Ago 2008, 13:23

Acho que Netheril foi a unica coisa que eu gostei do novo FR.
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Mensagempor kaishakunin em 26 Ago 2008, 13:50

Aliás, já viram o preview de hoje: Swordmage? É o mesmo que está disponível pela LFR?
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Mensagempor Elven Paladin em 26 Ago 2008, 14:35

Acho que Netheril foi a unica coisa que eu gostei do novo FR.


Apesar de desgostar do livro, em certos pontos ele seguiu um avanço de plotline bem razoável, terminando eventos que começaram nos tempos de AD&D ou no D&D 3E de maneira razoável, como por exemplo: O Retorno dos Elfos em Fâerun, o reerguimento de Netheril, a ascensão Sembiana ( seguida da queda como puppet state de Netheril ), a Guerra entre Sothylis e Amn. A única adição de fluff realmente bem feito, IMNSHO, foi feita nas Ilhas Moonshae, que viraram uma Avalon Distorcida.

Além disso, o FRCS da 3e era mais caro.


Eu me lembro que o FRCS 3E tem o mesmo preço do FRCS da 4E: 39,95 dólares ( claro, desconsiderando a inflação de 8 anos. Na prática, sim, FR 4E é mais barato ). E possui mais páginas ( 320 vs 290 ), acabamento de páginas melhor ( embora ilustrações, em geral, inferiores. Mas todas eram novas, ao contrário da 4E, que reutilizou ) e um mapa muito mais claro e identificável. E o FRCS 3E era completo, vinha com regras e descrição, já o da 4E, você precisa de dois livros.

Assim teríamos dois FR.


Teríamos um Forgotten Realms e um travesti orientalizado. Preciso dizer qual é qual? :b

com outras como Thay, realmente faz falta os magos vermelhos em sua glória como os maiores arcanos especialistas dos reinos ao invés de puppets de Szasss Tam e isso porque eu sou fã do Tam.


A parte do Szass Tam querendo manipular todos Zulkyres e virar uma divindade era completamente esperada. Mas, deixar os Magos Vermelhos de lado, e pior ainda, colocar um Mago Vermelho na Dragon Magazine com mechas avermelhadas ( ou seriam roxas? ) e visual similar a de um personagem de Final Fantasy foi algo que me surpreendeu. Negativamente, claro.

Aliás, já viram o preview de hoje: Swordmage? É o mesmo que está disponível pela LFR?


É a mesma classe, aparentemente sem mudanças.
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Mensagempor Sampaio em 26 Ago 2008, 17:30

Eu achei pior que Tormenta.












Mas confesso que ainda não li nenhum dos dois.
Spell: não somos bonzinhos, somos sinceros!
http://www.spellrpg.com.br/portal/index ... &Itemid=72

Perguntem qualquer coisa lá:
http://www.formspring.me/Pedrohfsampaio
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Mensagempor Calango do Futuro em 27 Ago 2008, 18:57

É bem melhor do que eu esperava. Esperava um lixo completo, que eu teria náuseas ao ver meu cenário predileto transformado em um "Lobisomem: O Apocalipse 3a edição" versão fantasia medieval.

Nada contra o Lobisomem, mas é um bom exemplo de cenário apocaliptico e abarrotado de exageros, de conflitos e sinais de mudanças com pitadas de fim dos tempos a cada página.
E isso não é necessariamente ruim na proposta deles, mas seria horrendo para Forgottem.

E não é bem assim.

Está muito muito diferente, muito mesmo, da edição anterior. Algumas melhorias, outras pioras.
Vou listar para organizar direito as idéias.

Melhoras:

- Ilustrações excelentes! Algumas que merecem entrar no Hall de melhores de todas as edições, com um toque muito AD&D, sem aquelas armaduras alá Cavaleiros do Zodíaco e sem aquele toque de guerreiros medievais tecnológicos. Traços da fantasia ocidental, evitando os rostos longilíneos, as armaduras em muitas camadas, enfim, evitando o traço oriental.

- O cenário também voltou com pitadas positivas da 2a edição em seu conteúdo. Até Elminster está novamente parecendo um mago clássico, e os seus antagonistas são, na sua maioria, personagens interessantes, inclusive os novos. Na introdução tem uma demonstração de aventura com personagens também interessantes (Curuvar mostra bem isso), e demonstra a via régia de boa parte do cenário.

- Thay se transformou numa espécie de "cidade maligna", o que é cliché, mas fantástico em termos de jogo. Um recurso muito bom, e acho interessantíssimo esse conceito, daquela cidade que as pessoas temem, aonde uma criatura muito poderosa governa. Gostei muito do que fizeram de Thay e do Szass Tam.

- O fato de se passar muito no futuro em relação a edição anterior, também trouxe benefícios: deram sensação de atividade ao cenário, com queda e ascenção de deuses, de cidades, etc, tudo com muito tempo, como deveria ser. E o melhor: ainda assim não ficou com cara de cenário apocalíptico, simplesmente soou natural essa batalha entre deuses, que sempre aconteceu, e também natural que cidades caiam, aumentem ou diminuam de poder, etc. Sem soar como se fosse "uau, vamos mudar tudo para atrair os fãs!".
Nisso, ainda aproveitaram para fazer algo importantíssimo:

- Filtraram os deuses. Felizmente e finalmente. O cenário se torna mais simples, realista e deixa claro que não existe essa de "surge um deus por segundo".


Pioras:

- Apesar das boas novas ilustrações, foi muito tosco terem reutilizado imagens da edição anterior

- Invasão oriental. Claramente fizeram isso devido a recente comoção mundial em torno dos temas orientais, então resolveram uni-lo em FR. Não gostei, achei dispensável e acho que ajuda a descaracterizar o cenário.

- Invasão demoníaca: muitas coisas relacionadas a demônios e muito e muitos demônios maiores ou menores com considerável importância no cenário. Gostava quando eles eram apenas um dos problemas, um dos monstros de FR, não quando são "membros tão ativos da comunidade". :b

- Invasão dos répteis: agora eles são metade dos mocinhos e dos vilões. Lagartos de três cabeças, lichs lagartos, lichs cobras, mulheres-cobra, tudo com bastante espaço no livro. Os dragonborns (que eu considero um erro do 4a edição, me desculpe quem gosta) vieram acompanhados e agora todo aventureiro vai ficar cabreiro quando vir uma lagartixa.


Mas enfim, em síntese é um livro... diferente. Mesmo, nem um lixo nem melhor, ele é uma mudança em Forgottem. Se você não quer sair dos anos anteriores, não saia. Continue jogando. Mas eles vão lançar suplementos enchendo linguiça de coisas mínimas pra quê? Para demonstrar que algumas coisas, mesmo que pequenas e aos poucos, mudam em pouco tempo no cenário?

Acho que fizeram bem, deram um salto que trouxe novidades que não descaracterizam Forgottem. Tem coisas muito boas e coisas muito ruins, mas foi bem mais do que esperava.
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