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Mensagempor Donovan Donaryen em 04 Out 2007, 08:38

Sobre as mudanças do mago, bem... acho que agora sim ele vai parecer um mago, pois sempre terá magias pra lançar, e eu sempre imaginei que todo mago tivesse em mãos algum tipo de objeto para catalisar as energias facilitando na hora de lançar as magias, como um cajado ou varinha... desde que me apresentaram AD&D.

Ficou muito maneira a imagem... acho que ela é seguidora de Bahamut mesmo... quanto a árvore, eu chutaria que é pelo fato dela ser elfa... repararam que todo o corpo dela ficou com um brilho por ter usado a habilidade de deus dela?
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Mensagempor Letthull em 04 Out 2007, 09:36

Acho estranho um Warlock tendo poderes não-malígnos.
Afinal de contas, Warlock é uma palavra que por origem, significava o masculino de Witch, ou seja, um praticante de magia. Não sei se a origem da palavra vem antes ou depois da inquisição, porque se for antes, o termo pode não ter uma origem necessariamente malígna sobre o indivíduo chamado assim.
Mas hoje pelo menos, é usado para definir bruxos malígnos ou demônios. O que mostra claramente a deturpação no sentido da palavra pela Igreja.

Em termos de rpg e jogos do gênero que envolvam esse tipo de mistiscismo, Warlock sempre foi usado para derivar personagens malígnos que envolvam seus poderes com demônios e espíritos malígnos.

Mas é a vida. Parece que agora na 4E vai ser o ápice do que eles querem transformar absolutamente todas as opções não restritivas. Essa alteração no Paladino por exemplo demonstra isso. Antes era usada para definir aquele que defendia o bem e as virtudes. Agora estão usando exatamente o significado do dicionário: fig., defensor dedicado, estrénuo.
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Com escáner, e muita nostalgia.
Quer conhecer outros desenhos meus? Vai fundo, clica na imagem, não dói. :D
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Mensagempor Kinn em 04 Out 2007, 11:02

Sobre pergaminhos sempre achei válido fazer até o limite de 1000po / dia no mesmo poergaminho, que é o que a regra diz. Isso ajuda ao mago não sofrer muito com os spell slots - embora em minha mesa não importe muito pq uso MP... os pergaminhos servem aí para substituir o MP exaurido (junto com varinhas e cajados) ou no caso dos pergaminhos, veículo para ser acrescentado no grimório.

Mas as novidade para magos é a novidade mais esperada.
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Sobre a feywild e shadowfell que Shinryuu citou, acho um contexto planar legal... mas não creio que sirva para todos os cenários (ao menos da forma que eu escrevi, especialmente entendendo a shadowfell como o plano dos mortos - onde ficaria Kelemvor de forggoten agora?)

===
Sobre warlock também não o uso apenas como classe maligna.
Dividi o conceito mistico em aptidões místicas:

Magia divina: dependem da fé e inspiração divina.

Magia arcana: se divide em 2 vertentes.

-- Magia de feiticeiro: o ser descende de alguma criatura que racialmente prepara magias (n~´ao só dragões, mas inclui ninfas, ethergaunts, anjos e outros; isso dá como bonus acesso a certas magias do ancestral que o mago não alcança)

-- Magia de mago: através do estudo intenso o arcano consegue repetir as formulas místicas que os divinos obtêm da inspiração e os descendentes místicos obtêm do ancestral. Escrevem tudo isto num artefato menor de poder e extraem o mana (MP) dele - no caso o grimório, que é a fonte do poder do mago.

-- Magias de warlock: também recente de seu ancestral poderes raciais, mas em vez de focar as magias preparadas, herda spell-like abilities do ser original (no caso as mesma do warlock, embora com versões benignas incluídas).

Psionicismo: ultima categoria de poder conhecida basilar conhecida, o praticante extrai os poderes de sua mente, não sendo exigido gestos estranhos, palavras esquisitas, uso de componentes peculiares ou fé em um objeto em particular.

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Agora com MP oficializado, resta saber como será o warlock pra ver se meu conceito precisa de revisão ou não. (Nota: também uso incarnum, mas a definição fica pra depois). :roll:
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Mensagempor WillDice em 04 Out 2007, 11:10

Kinn escreveu:-- Magias de warlock: também recente de seu ancestral poderes raciais, mas em vez de focar as magias preparadas, herda spell-like abilities do ser original (no caso as mesma do warlock, embora com versões benignas incluídas).

Eu não colocaria o Warlock como "descendente de demônio", prefiro ele como um servo deles.

Do tipo: mago estudou durante anos, feiticeiro tem poderes naturais, warlock vendeu sua alma.
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Mensagempor Kinn em 04 Out 2007, 11:31

Masa aí é que está: na minha concepção, warlocks poderiam ser ligados a anjos ou outros seres com "Spell-like a lot" não restringindo somente a demônios e diabos, porque isso não se limita à criatura malignas.

Seja o conceito de alma vendida, servo com anjo patrono (como no exalted deeds) ou herdado de um desses seres via DNA, não importa. O que me incomodou é que as criaturas planares que contribuiam com o warlock eram limitadas às malignas...

Mudei o requisito de alinhamento para qualquer, exceto true neutral (pq não teria herdado o mínimo de uma tendência do ancestral que oferta os poderes).
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Mensagempor WillDice em 04 Out 2007, 11:39

Eu ainda implico com a parte de ascendência (pra isso já tem o feiticeiro, que pode sim herdar poderes de anjos e demônios), mas por mim tudo bem "warlocks" que servem a anjos, e eu iria mais longe, servos de dragões, por exemplo. Não poderes inatos, "genéticos" (um feiticeiro descendente de dragões pode odiar todos eles!), mas, digamos, imbuídos por entidades poderosas, não por devoção religiosa, mas por interesse mútuo de ambas as partes.
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Mensagempor Kinn em 04 Out 2007, 11:59

É uma opção de fluffy, isso eu não discuto... Mas se não me engano no complete arcane diz que é por descendência... (faz muuuito tempo que li)...
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Mensagempor ShinRyuu em 04 Out 2007, 13:13

Foram citados "easter eggs" na ilustração ( http://www.wizards.com/dnd/images/ecolo ... knight.jpg).

Eu arriscaria que essa elfa não é a Mialee (pois já foi mostrada com cabelo loiro e essa usa armadura e espada).


Essa orelhuda tem mais cara de Lidda do que Mialee... a não ser que a caveira seja gigante, ela deve ser uma halfling.

Edit:

Como Willdice falou, warlocks em jogos, inclusive D&D, geralmente são ocultistas que ganham poderes através de pactos com espíritos. Tradicionalmente, existe a temática dos pactos diabólicos, mas, em teoria, um warlock não é muito diferente de um xamã, ao meu ver. Eu acho que o fluff do warlock deveria ligá-lo a virtualmente qualquer tipo de entidade sobrenatural inteligente, seja um diabo, uma fada, um elemental, até mesmo uma besta mágica ou humanóide monstruoso (como uma hag); só ficaria estranho um pacto com celestiais ou aberrações, pois acho que foge da natureza deles (celestiais preferem formar sacerdotes e aberrações preferem dominar ou corromper). Note que eu ainda acho que as funções de warlock e shaman devem ficar separadas, pois o primeiro tem um foco em poder pessoal e o segundo tende a buscar a sabedoria ou a orientação do seu povo, então seria algo como comparar um clérigo com um feiticeiro (ou favored soul, talvez).

Kinn escreveu:Sobre a feywild e shadowfell que Shinryuu citou, acho um contexto planar legal... mas não creio que sirva para todos os cenários (ao menos da forma que eu escrevi, especialmente entendendo a shadowfell como o plano dos mortos - onde ficaria Kelemvor de forggoten agora?)


Tudo indica que o Shadowfell não é o plano dos mortos não. Os mortos vão pros domínios dos deuses alinhados. Um ou outro cenário pode variar nisso, mas ao que eu entendo, o Shadowfell será o lugar em que ficarão somente as almas mortas-vivas. E Kelemvor não é feito Myrkul: considera os mortos-vivos o maior sacrilégio que se pode cometer.

Kinn escreveu:Agora com MP oficializado, resta saber como será o warlock pra ver se meu conceito precisa de revisão ou não. (Nota: também uso incarnum, mas a definição fica pra depois).


MP oficializado? Como assim? D&D4 vai ter magias à vontade, magias por encontro e magias por dia, não vai ter MP.

Willdice escreveu:Eu não colocaria o Warlock como "descendente de demônio", prefiro ele como um servo deles.

Do tipo: mago estudou durante anos, feiticeiro tem poderes naturais, warlock vendeu sua alma.


Exatamente a minha visão. Fica muito estranho que a ascendência sobrenatural possa resultar em magias que nada mais são do que imitações das magias de mago ou possa resultar em habilidades similares a magias, ainda mais com um poder padronizado como o eldritch blast. Eu até engoliria que o warlock é um descendente mais direto e o feiticeiro é mais distante, desde que não houvesse um poder universal para todos os warlocks, como o eldritch blast. A não ser que fosse uma herança ou capacidade bem específica, pois o eldritch blast lembra muito o spellfire de FR.
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Mensagempor Elven Paladin em 04 Out 2007, 14:12

Vêm a minha mente que o Warlock, se ignorarmos seu fluffy ligado aos Lower Planes, foi no D&D 3.5 a classe que chegou mais perto de "O que o Feiticeiro deveria ser, mas não foi" ( Embora, estruturalmente, ele seja um Wilder Arcano ). E a Wizards simplesmente manteve o nome e alguma coisa de sua estrutura básica, mas remodelará os poderes e boa parte do fluff. E sim, eu não vejo problema algum com Warlocks ligados á Celestiais, assim como não vejo problema com "Sagrado = Bom e Profano = Mau".
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Eltor Macnol em 04 Out 2007, 14:17

Wykthor escreveu:Mais notícias:

Playtest do Chriss Tomasson: http://forums.gleemax.com/showthread.ph ... st13980125

Em especial, nota sobre remodelação do Coup de Grace. Cita-se dano extra no flanqueamento por bandoleiros, mas até aí pode ser sneak attack :)

No blog do Rich Baker: http://forums.gleemax.com/showpost.php? ... stcount=18

I did similar work on the warlock powers over the last couple of days. It was actually a little tough with the warlock powers, because the warlock's got many more powers than he had before, and we don't want all of them to just drip with evil. Making sure that several different varieties of warlock flavor were scattered through the powers was important to me. Fortunately a good number of cleric powers are "classics" that have been around for a long time, so a little bit o' polish and they're good for another edition.

Desde a criação da classe eu fui 100% a favor do warlock ter variações não malignas.

Sobre o artigo da Ecologia dos Death Knights:

In terms of mechanics, the 4th Edition death knight has been designed as an undead knight with powerful melee abilities, including [hq]"special weapon and shield abilities, an ability that activates when foes flank it, a special mount power, and a melee-oriented fear ability"[hq]. In addition, the abyssal blast ability and the undead leadership aspect have been implemented.

Finally, a new concept has been introduced: the death knight's "soul weapon", which is kind of lke a phylacter but not. It makes the death knight stronger, but its destruction isn't the calamity that it would be for a lich - the death knight can simply reform it with a thought.

Designers in the past have mentioned 4th Edition "easter eggs" (little hidden hints and references) in this issue's cover painting (see right).


Foram citados "easter eggs" na ilustração ( http://www.wizards.com/dnd/images/ecolo ... knight.jpg).

Eu arriscaria que essa elfa não é a Mialee (pois já foi mostrada com cabelo loiro e essa usa armadura e espada). Sobre classe, arriscaria que seja uma paladina, tanto pelo significado da luta contra um nêmesis clássico. Em adição, em sua mão eu chuto que seja um holy symbol. Qual deus/deusa? Eu arriscaria Ehlonna ou talvez Bahamut (há um desenho de uma árvore no cotovelo direito, e o holy symbol não me parece claro se é uma cabeça de unicórnio ou dragão :) ) . Note o símbolo "serpentino" no peitoral do Death Knight: imagino que seja uma referência a Demogorgon, o criador original destes mortos-vivos.



EXCELENTE post, Wykthor!

Aquela imagem já virou meu papel de parede, é simplesmente animal. Se alguém reclamar do estilo de arte da 4E, leva uma tijolada!

Sobre a orelhudinha, minha primeira impressão é que seja uma halfling sim. Se isso sugerir que raças Pequenas serão mais viáveis como combatentes físicos, vejo como um bom sinal.

Sobre o Warlock, também fui do campo que sempre achou que era uma bobagem eles terem sabor obrigatoriamente maligno. O nome da classe é o de menos, se isso for um problema, basta mudar. O importante é darem mais liberdade no uso desse tipo único de personagem.
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Mensagempor Kinn em 04 Out 2007, 14:25

ShinRyuu escreveu:Edit:

Como Willdice falou, warlocks em jogos, inclusive D&D, geralmente são ocultistas que ganham poderes através de pactos com espíritos. Tradicionalmente, existe a temática dos pactos diabólicos, mas, em teoria, um warlock não é muito diferente de um xamã, ao meu ver. Eu acho que o fluff do warlock deveria ligá-lo a virtualmente qualquer tipo de entidade sobrenatural inteligente, seja um diabo, uma fada, um elemental, até mesmo uma besta mágica ou humanóide monstruoso (como uma hag); só ficaria estranho um pacto com celestiais ou aberrações, pois acho que foge da natureza deles (celestiais preferem formar sacerdotes e aberrações preferem dominar ou corromper). Note que eu ainda acho que as funções de warlock e shaman devem ficar separadas, pois o primeiro tem um foco em poder pessoal e o segundo tende a buscar a sabedoria ou a orientação do seu povo, então seria algo como comparar um clérigo com um feiticeiro (ou favored soul, talvez).


Isso já me lembra dos binders :pidao: , outra classe que gosto muito do fluffy, mas pouco da mecânica final...

ShinRyuu escreveu:
Kinn escreveu:Sobre a feywild e shadowfell que Shinryuu citou, acho um contexto planar legal... mas não creio que sirva para todos os cenários (ao menos da forma que eu escrevi, especialmente entendendo a shadowfell como o plano dos mortos - onde ficaria Kelemvor de forggoten agora?)


Tudo indica que o Shadowfell não é o plano dos mortos não. Os mortos vão pros domínios dos deuses alinhados. Um ou outro cenário pode variar nisso, mas ao que eu entendo, o Shadowfell será o lugar em que ficarão somente as almas mortas-vivas. E Kelemvor não é feito Myrkul: considera os mortos-vivos o maior sacrilégio que se pode cometer.


Eu sempre misturo esse deuses de forggoten :roll:

ShinRyuu escreveu:
Kinn escreveu:Agora com MP oficializado, resta saber como será o warlock pra ver se meu conceito precisa de revisão ou não. (Nota: também uso incarnum, mas a definição fica pra depois).


MP oficializado? Como assim? D&D4 vai ter magias à vontade, magias por encontro e magias por dia, não vai ter MP.


Eu quis dizer isso de Mana recuperável tipo o do gurps que a depender da perícia do mago ele recupera descansando uns minutos (embora no gurps antigo não seja tão rápido - não sei agora no 4ª edição).

ShinRyuu escreveu:
Willdice escreveu:Eu não colocaria o Warlock como "descendente de demônio", prefiro ele como um servo deles.

Do tipo: mago estudou durante anos, feiticeiro tem poderes naturais, warlock vendeu sua alma.


Exatamente a minha visão. Fica muito estranho que a ascendência sobrenatural possa resultar em magias que nada mais são do que imitações das magias de mago ou possa resultar em habilidades similares a magias, ainda mais com um poder padronizado como o eldritch blast. Eu até engoliria que o warlock é um descendente mais direto e o feiticeiro é mais distante, desde que não houvesse um poder universal para todos os warlocks, como o eldritch blast. A não ser que fosse uma herança ou capacidade bem específica, pois o eldritch blast lembra muito o spellfire de FR.


O eldich blast genérico que é realmente o foda de assumir pra todos os warlocks... já não me importo muito com o fluffy específico da classe desde que o nicho se mantenha (ou não, já que o sistema de magia vai ser drasticamente alterado com esse lance de poderes por encontros)...
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Mensagempor Torneco em 04 Out 2007, 15:19

Se todas as classes conjuradoras vão ter poderes a vontade, é bem possivel que, mecanicamente, magis, feiticeiros, warlocks e o raio que o parta tenham magias a vontade que sejam similares a um raio de energia sendo disparado contra um oponente. Então, vendo pro esse ângulo, não é tão problemático o fato de warlocks de origens diferentes terem um poder parecido.
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Mensagempor ShinRyuu em 04 Out 2007, 15:46

Torneco, só discordo porque esse raio que causa dano é um efeito típico de evocadores... mas e se eu quiser fazer um personagem que fez um pacto com fadas e tem poderes focados em enfeitiçar e iludir? O raio fica como aberração na temática do personagem.

Eu prefiro pensar que a nova mecânica de poderes e o aprimoramento da classe resultem em uma mecânica genérica de poderes de warlock, sem esse poder padrão. *cruzando os dedos*
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Mensagempor WillDice em 04 Out 2007, 15:55

ShinRyuu escreveu:Torneco, só discordo porque esse raio que causa dano é um efeito típico de evocadores... mas e se eu quiser fazer um personagem que fez um pacto com fadas e tem poderes focados em enfeitiçar e iludir? O raio fica como aberração na temática do personagem.

Raiozinho de luz feérico! :bwaha:

Só por você ter um foco não exclui a necessidade eventual de simplesmente causar dano quando tudo mais falhar :P

Lembrando que o raio não é apenas para causar dano, o warlock tem algumas invocations que alteram seu efeito, fazer o raio atordoar ou distrair o alvo se encaixa bem no seu personagem.
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Mensagempor Wykthor em 04 Out 2007, 16:24

Letthull, "warlock" era um termo pejorativo para bruxos, significando "oath-breaker"

Eu renovo o apoio a descentralizar o fluff do warlock apenas em origem fiendish. Se bem que o complete mage já fez isso, sugerindo origens feéricas alternativas. Eu já pensei num elf warlock/cleric (Corellon) / Eldritch Disciple, por exemplo. Já Shadowfell para mim é um Plane of shadow com um pouco de negative plane e Dollurh (Eberron).

Eltor, quanto a raça ser halfling, eu fiquei com um pé atrás pelo rosto e orelhas, mas mesmo com ela encolhida, parece que é tamanho pequeno mesmo :ops:
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