Art__ escreveu:Cara você é meu herói, eu fiz a mesma coisa, mas com o races of the wild, todo livro de raças ou cenários leio primeiro o halfling sua cultura (geralmente é sempre nomande mas mesmo assim eu leio) etc e etc, a diferença é que já li o hobbit, próximo passo é ler sobre o kender de dragon lance.
Que isso amigo!?

É que eu gosto muito de ler, sou o leitor oficial de livros do Allefcapt...

Sou conhecido como o maior conhecedor de regras e estórias sobre RPG lá no Jardim Botânico, tenho que parar de ler livros ligados a RPG e começar a estudar um pouco...

Ah, eu li o Hobbit recentemente, pq tá pra sair o filme, assim como 3 livros das Crônicas de Dragonlance, Dragões do Crepúsculo de Outono, Dragões da Noite de Inverno e Dragões da Alvorada da Primavera só por causa do famoso Kender Tasslehoff Pés Ligeiros (Tasslehoff Burrfoot) e por causa do
filme, na verdade um desenho para o cinema, baseado nos romances de Dragonlance. O primeiro
foi lançado em Janeiro.
Art__ escreveu:É por isso que você só verá clérigos de tempus com aquele bendito divine feat de críticos, serio, não há regras claras de conduta, mas se você escolhe um deus deveria ao menos ter um mínimo de bom senso e seguir seus dogmas ou interpretar de forma correta, e não ser só uma penca de poderes sem compromissos.
Concordo, bom senso em bem vindo quando se interpreta qq personagem, tem gente que joga RPG pra estrapolar e acaba com a mesa de qq mestre.
Lunguinho escreveu:Não há regras de conduta para manter os poderes mas existe menção a regras de conduta para não provocar represálias por outros membros da mesma religião. Se um clérigo de Tempus cometer atos covardes em público ele pode se complicar bastante junto à sua igreja e ser punido pelos outros membros por causa disso.
Ao meu ver interpretar um clérigo de Tempus com dupla personalidade e uma delas ser justamente covarde é uma indiocicrasia!
DracoDruida escreveu:Isso vai ficar dependendo exclusivamente do cenário e do mestre, mas não diretamente das regras. Não vejo problema nenhum se o clérigo fizer algo que desagrade tanto seu deus que ele perca acesso a seus poderes, exigindo uma penitência ou talvez ele abandonando o deus e tornando-se algo diferente.
Exato, até pq sempre funcionou muito bem assim, querer mudar isso é ao meu ver uma bobagem, não é uma nova edição que vai fazer mestre experientes mudarem sua forma de mestrar. Isso talvez só sirva para mestres novatos que estão montando suas mesas agora com o aparecimento do D&D 4ed.
JexDragon escreveu:aí que eu acho que ficou melhor os clérigo do D&D4, assim como no blog Critical Hit disse (acho q é esse o nome xD): agora da para fazer clérigo corrompidos facilmente e também clérigos no estilão dos templários da Alta Idade Média, o qual eram dados as roupas e o status de cruado, templato, hospitaleiro e etc. Agora se os caras faziam as coisas na base da porrada e oprimiam as pessoas era com eles. O que muitas vezes ocorriam eram brigas entre grupos da igreja justamente por estes motivos e por idéias filosóficas diferentes. Eu acho isso muito legal de se fazer com clérigos e suas igrejas, coisa q eu exploro em algumas campanhas =D
Pra quem viu o filme
Feitiço de Áquila como eu, vai entender o que o
JexDragon quiz dizer, tem razão nesse aspecto, mas não necessáriamente é o deus dele que está lhe dando poder, ao meu ver, o clérigo pode estar se passando ser de uma religião, mas na verdade ele é um adorador de um deus maligno, e é ele quem lhe dá poderes.