Até onde vai o purismo na 4e?

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Até onde vai o purismo na 4e?

Mensagempor Elven Paladin em 22 Nov 2008, 14:12

Reze para nunca jogar numa mesa cheia de elfos (do sol) você sendo um dos únicos de outra raça, detalhe o líder dos elfos deixava hitler e sua "raça ariana" no chinelo comparado a esse elfo.


Eu não vejo nada de problemático nisso, ao contrário, já que eu adoro a idéia da Eldreth Veluuthra ( Victorius Blades of the People, uma sociedade secreta de elfos dedicados a expurgar praticamente qualquer não-elfo de Fâerun ). Problemática, nessa caso, é a visão de que os Elfos do Sol sempre são canalhas supremacistas arrogantes, algo não incomum em mesas de FR.

Eu procuro deixá-los diferentes mesmo e não ficar me apegando em arquétipos, sejam legais ou não


Cuidado para não cair no "Contra-Estereótipo". Ele costuma ser tão ruim quanto o original ( vide Drizzt do´Urden e a Onda de Drows Emos ). ;)
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Mensagempor AKImeru em 22 Nov 2008, 14:39

Nova regra:

Toda vez que você usa o termo "Bishonen" para descrever um Elfo, o Oda queima uma revista do Cassaro.
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Mensagempor DracoDruida em 22 Nov 2008, 14:46

D&D 4E. O Clérigo recebe os poderes da divindade em uma cerimônia de iniciação e pode fazer o que desejar e como desejar com ele, sem riscos de perdê-los. Não há regras de conduta.


Isso vai ficar dependendo exclusivamente do cenário e do mestre, mas não diretamente das regras. Não vejo problema nenhum se o clérigo fizer algo que desagrade tanto seu deus que ele perca acesso a seus poderes, exigindo uma penitência ou talvez ele abandonando o deus e tornando-se algo diferente.
Editado pela última vez por DracoDruida em 22 Nov 2008, 14:48, em um total de 1 vez.
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Mensagempor WillDice em 22 Nov 2008, 14:47

Lunguinho escreveu:
Advogado de Regras escreveu: D&D 4E. O Clérigo recebe os poderes da divindade em uma cerimônia de iniciação e pode fazer o que desejar e como desejar com ele, sem riscos de perdê-los. Não há regras de conduta. ;)


Não há regras de conduta para manter os poderes mas existe menção a regras de conduta para não provocar represálias por outros membros da mesma religião. Se um clérigo de Tempus cometer atos covardes em público ele pode se complicar bastante junto à sua igreja e ser punido pelos outros membros por causa disso.

Eu vejo isso como um excelente gancho de plot, não como um motivo para recusar o personagem ou coisa assim.


Oda escreveu:Toda vez que você usa o termo "Bishonen" para descrever um Elfo, o Oda queima uma revista do Cassaro.


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Bishonens (inclusive as fêmeas)

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Mais bishonens

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Bishonens à direita

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Precisa dizer?


E aí, quanto lixo queimado?
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 22 Nov 2008, 14:55

Toda vez que você usa o termo "Bishonen" para descrever um Elfo, o Oda queima uma revista do Cassaro.


Elfos deveriam ser Bishounens em todo cenário de RPG, até mesmo Cyberpunk. :twisted:

BURRRNNN ARTON, BUUURRRNN.
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Mensagempor cavaleiromorto em 22 Nov 2008, 17:11

DracoDruida escreveu:
D&D 4E. O Clérigo recebe os poderes da divindade em uma cerimônia de iniciação e pode fazer o que desejar e como desejar com ele, sem riscos de perdê-los. Não há regras de conduta.


Isso vai ficar dependendo exclusivamente do cenário e do mestre, mas não diretamente das regras. Não vejo problema nenhum se o clérigo fizer algo que desagrade tanto seu deus que ele perca acesso a seus poderes, exigindo uma penitência ou talvez ele abandonando o deus e tornando-se algo diferente.


Dai já seria regra caseira Draco, já que a oficial agora mantém os poderes dos paladinos e dos clérigos que deixem de lado os dogmas de seu deus.

Um Paladino de Pelor pode erguer e comandar uma legião de mortos-vivos, e um clérigo de Grunnsh poderia ser um amigo elfo (sentido dúbio detectado), claro que ambos exemplos seram perseguidos por todo o clero de sua divindade, mas pelo menos eles mantêm os seus poderes.

Na minha opinião, esta regra é bem melhor que a antiga: perdeu os seus poderes, faz penitência.
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Mensagempor Youkai X em 22 Nov 2008, 17:20

Willdice, esses elfos aí não são nem um pouco bishounens, só são uns viadinhos feiosos XD

Oda, quantas vezes terei que dizer bishounen para destruir todas as revistas do Cassaro?
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Mensagempor JexDragon em 22 Nov 2008, 19:52

DracoDruida escreveu:

D&D 4E. O Clérigo recebe os poderes da divindade em uma cerimônia de iniciação e pode fazer o que desejar e como desejar com ele, sem riscos de perdê-los. Não há regras de conduta.


aí que eu acho que ficou melhor os clérigo do D&D4, assim como no blog Critical Hit disse (acho q é esse o nome xD): agora da para fazer clérigo corrompidos facilmente e também clérigos no estilão dos templários da Alta Idade Média, o qual eram dados as roupas e o status de cruado, templato, hospitaleiro e etc. Agora se os caras faziam as coisas na base da porrada e oprimiam as pessoas era com eles. O que muitas vezes ocorriam eram brigas entre grupos da igreja justamente por estes motivos e por idéias filosóficas diferentes. Eu acho isso muito legal de se fazer com clérigos e suas igrejas, coisa q eu exploro em algumas campanhas =D
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Mensagempor Ronassic em 22 Nov 2008, 23:29

Art__ escreveu:Cara você é meu herói, eu fiz a mesma coisa, mas com o races of the wild, todo livro de raças ou cenários leio primeiro o halfling sua cultura (geralmente é sempre nomande mas mesmo assim eu leio) etc e etc, a diferença é que já li o hobbit, próximo passo é ler sobre o kender de dragon lance.


Que isso amigo!? ;)
É que eu gosto muito de ler, sou o leitor oficial de livros do Allefcapt... :P
Sou conhecido como o maior conhecedor de regras e estórias sobre RPG lá no Jardim Botânico, tenho que parar de ler livros ligados a RPG e começar a estudar um pouco... :blink:
Ah, eu li o Hobbit recentemente, pq tá pra sair o filme, assim como 3 livros das Crônicas de Dragonlance, Dragões do Crepúsculo de Outono, Dragões da Noite de Inverno e Dragões da Alvorada da Primavera só por causa do famoso Kender Tasslehoff Pés Ligeiros (Tasslehoff Burrfoot) e por causa do filme, na verdade um desenho para o cinema, baseado nos romances de Dragonlance. O primeiro foi lançado em Janeiro.

Art__ escreveu:É por isso que você só verá clérigos de tempus com aquele bendito divine feat de críticos, serio, não há regras claras de conduta, mas se você escolhe um deus deveria ao menos ter um mínimo de bom senso e seguir seus dogmas ou interpretar de forma correta, e não ser só uma penca de poderes sem compromissos.


Concordo, bom senso em bem vindo quando se interpreta qq personagem, tem gente que joga RPG pra estrapolar e acaba com a mesa de qq mestre.

Lunguinho escreveu:Não há regras de conduta para manter os poderes mas existe menção a regras de conduta para não provocar represálias por outros membros da mesma religião. Se um clérigo de Tempus cometer atos covardes em público ele pode se complicar bastante junto à sua igreja e ser punido pelos outros membros por causa disso.


Ao meu ver interpretar um clérigo de Tempus com dupla personalidade e uma delas ser justamente covarde é uma indiocicrasia!

DracoDruida escreveu:Isso vai ficar dependendo exclusivamente do cenário e do mestre, mas não diretamente das regras. Não vejo problema nenhum se o clérigo fizer algo que desagrade tanto seu deus que ele perca acesso a seus poderes, exigindo uma penitência ou talvez ele abandonando o deus e tornando-se algo diferente.


Exato, até pq sempre funcionou muito bem assim, querer mudar isso é ao meu ver uma bobagem, não é uma nova edição que vai fazer mestre experientes mudarem sua forma de mestrar. Isso talvez só sirva para mestres novatos que estão montando suas mesas agora com o aparecimento do D&D 4ed.

JexDragon escreveu:aí que eu acho que ficou melhor os clérigo do D&D4, assim como no blog Critical Hit disse (acho q é esse o nome xD): agora da para fazer clérigo corrompidos facilmente e também clérigos no estilão dos templários da Alta Idade Média, o qual eram dados as roupas e o status de cruado, templato, hospitaleiro e etc. Agora se os caras faziam as coisas na base da porrada e oprimiam as pessoas era com eles. O que muitas vezes ocorriam eram brigas entre grupos da igreja justamente por estes motivos e por idéias filosóficas diferentes. Eu acho isso muito legal de se fazer com clérigos e suas igrejas, coisa q eu exploro em algumas campanhas =D


Pra quem viu o filme Feitiço de Áquila como eu, vai entender o que o JexDragon quiz dizer, tem razão nesse aspecto, mas não necessáriamente é o deus dele que está lhe dando poder, ao meu ver, o clérigo pode estar se passando ser de uma religião, mas na verdade ele é um adorador de um deus maligno, e é ele quem lhe dá poderes.
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Mensagempor Kinn em 23 Nov 2008, 01:07

Na verdade a opção do Jex é diferente e já foi incorporada inclusive em Eberron, onde temos a fé interpretada somente pelos fieis, já que os deuses são ausentes, o que gera diferentes pontos de vista dentro de uma mesma seita.

Isso faz por exemplo o líder da igreja da holy flame (não sei se é esse mesmo o nome) ser um fascista maligno que faz tudo em nome da fé dele. Ele é crente e fiel aos dogmas de fato. Mas onde o dogma não atinge, ele extrapola, por exemplo massacrando os licantropos (ou mandando seus comandados fazerem isso por ele).

Seria algo como meu rpg, onde a divindade da morte não aceita mortos-vivos, mas fora isso é neutra. Então, desde que não pequem levantando mortos-vivos ou deixando eles pelo mundo (pra divindade undeads são fugitivos do reino dela; então clérigos devem enviá-los de volta pra lá pro seu descanso final) os clérigos tem uma liberdade de ação e ética ampla, desde que siga o dogma.
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Mensagempor Styker em 23 Nov 2008, 03:45

Sobre o elfo, o jogador reconstruiu parte do conceito e gostei MUITO do que vi hoje:
- Ele decidiu o deus, ficou como servo do Deus do conhecimento e abusou de skills, hoje ele deu show usando as skills de conhecimento na partida.
- A personalidade dele é da seguinte forma: dentro de cidades ele fica agoniado e retraído, todo nervoso e se comportando de maneira estranha, fora deles é que ele se sente a vontade.
- Ele comprou um hipogriffo que serve de companheiro dele, gostei muito da relação que ele criou com o animal e o proprio grupo adorou como eu fiquei "interpretando" o grifo. Para fazer homenagem aos animes ele colocou o nome do bixo de Friender, que é o cachorro robô do Casshern, achei legal, assim ele coloca o que curte sem avacalhar com a mesa.

Em resumo, dei os parabens a ele no final da partida, personagem bem interessante e com bastante potencial.
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Mensagempor Art__ em 23 Nov 2008, 03:55

Ele comprou um hipogriffo


devo dizer que meu personagem, um halfling ladino, se aproveitou de sua armadura que o transforma em rato, para provocar um pouquinho o animal, olha a comida pelo gramado avezinha!!
xD~~

:dança:
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Mensagempor Leisses em 24 Nov 2008, 10:18

Esse lance dos clérigos acho que tem isso em algum lugar no livro falando que o clérigo não mais perde os poderes mas passa a sofrer represália dos seguidores do deus.
Gostei dessa opção porque eles solucionaram a triste situação que tínhamos do cara fazer merda e ficar sem poderes e pagar penitência e recuperar tudo. Acabava que todo o grupo era penalizado pela falha do personagem clérigo. Isso se tornava pior quando o problema era devido a má interpretação do jogador.
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Mensagempor cavaleiromorto em 24 Nov 2008, 12:40

Leisses escreveu:Esse lance dos clérigos acho que tem isso em algum lugar no livro falando que o clérigo não mais perde os poderes mas passa a sofrer represália dos seguidores do deus.
Gostei dessa opção porque eles solucionaram a triste situação que tínhamos do cara fazer merda e ficar sem poderes e pagar penitência e recuperar tudo. Acabava que todo o grupo era penalizado pela falha do personagem clérigo. Isso se tornava pior quando o problema era devido a má interpretação do jogador.


Apenas para constar, a regra está na descrição das classes Clérigo e Paladino. No mais, a mudança foi muito bem vinda e sempre é legal colocar o clero contra os jogadores que se tornam hereges.
.
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Mensagempor ShinRyuu em 24 Nov 2008, 14:57

Concordo que é uma evolução à submissão divina das edições anteriores, mas confesso que esperava que a mudança de conceito fosse pra magia divina nascer apenas da fé do devoto, sem nem precisar de ritual, apenas de prática. Mas, a restrição da perseguição da igreja é muito bem-vinda.
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