Acho interessante companheiro animal ser opção (embora tecnicamente já o seja, já que em minha mesa o ranger do grupo não tem nenhum). Sua concepção de achar errado ranger de Eryntull é exatamente isso: sua concepção. Eu particularmente acho estranho, mas achei coerente da forma que você descreveu.
Quanto a psiônicos, eles são tão core agora que as regras de magia são meio que baseada na de poderes psiônicos (pelo menos pareceu isso nos spoilers iniciais). Pelo que entendi agora, a mecânica de spell points (que na prática seria idêntica à de power points) será apenas efeito especial, diferindo o mago do psion apenas em suas particularidades de efeitos in game: um é estudo e pantomimas (verbo , gesto e componentes); o outro vem da mente e possui efeitos colaterais típicos (visuais, sonoros, olfativos, mentais ou gera pequenas porções de matéria).
Se psiônicos não fossem parte importante do D&D nos ultimos livros não sairiam caixas de texto trazendo versões em poderes psi das spell-like deles. Se admitissem fichas psiônicas logo no livro core a Wizards teria esse trabalho a menos. Mas como psiônicos ainda tem preconceito, criado por pessoas como você, Letthul, a Wizards precisa ficar fazendo esse trabalho de português fazendo double post nas fichas de monstros...
Mind flayer, aboleth, couatl, , githyanki, githzerai, duergar, yuan ti são todos monstros icônicos de D&D e todos conhecidos como Psiônicos, usando fichas com spell-like
Isso é feio... 



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