Me baseei no artigo "playing gnolls", de Keith Baker, onde havia um talento para gnolls usarem as garras como armas. Resolvi criar um talento para ser usado pelas outras raças.
então, sugestões?
Moderador: Moderadores
vamos aos fatos: o monge vai ser uma classe controladora psiônica n lvro do jogador 3
Lorde da Dança escreveu:Prérequisito: humanóide médio (devo limitar esse talento para classes marciais?)
Os punhos possuem a propriedade "off hand" (não conheço o termo em português),
causam 1d6 de dano, indivíduos que possuam esse talento possuem um bônus de proficiência de +3 para atacar com os punhos.
(a que grupo de armas eles deviam pertencer?)



Mais ódio contra os pobres halflings e gnomos...
E não, não acho que deva limitar esse talento a classes marciais. E o meu feiticeiro ou warden porradeiro, como fica?
. Eu simplesmente não conseguia imaginar uma raça pequena utilizando os punhos sem rir incontrolavelmente.Inclua aí a capacidade de encantar como arma mágica, da mesma forma que o monge. Sem isso, é inútil.
Lorde da Dança escreveu:Inclua aí a capacidade de encantar como arma mágica, da mesma forma que o monge. Sem isso, é inútil.
itens mágicos são tão necessários na quarta edição?



itens mágicos são tão necessários na quarta edição?
Smaug escreveu:Uma dica, acho que poderiam haver talentos que permitissem ao punho se enquadrar em outras categorias (não sei se elas existem do mesmo mod na 4e: corte, perfuração etc), existem golpes em diversas artes marciais, como faca de mão, que poderiam simular esses tipos de ataques.









Ou, pra simplificar tudo, talvez seja o caso de já dar logo 1d8 de dano de uma vez e ficar por isso mesmo, não é como se os strikers de armas leves já não tivessem acesso a esse tipo de dano de arma.



Só punhos? Eu não poderia dar uma cabeçada ou joelhada com eficiência no indivíduo?
E no caso do encantamento, seria em um punho específico ou seria na pessoa, assim qualquer dos dois punhos seria mágico?
O meu conselho é que esse talento possua alguma forma de progredir do dano, tipo, sei lar, a cada tier aumentar o tipo de dado um nível a mais (d6->d8->d10).
A idéia está boa mas vamos lembrar que 1d6 de dano não é muito emocionante para guerreiros, bárbaros e outros combatentes (strikers e defenders) que fariam bom uso do golpe desarmado, excetuando-se, talvez, o ladino (que usa e abusa de armas leves mesmo que já causam dano similar) e alguns personagens focados em poderes de armas leves.
(punho de aço, talvez? )

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