Nibelung escreveu:Eltor Macnol escreveu:3e também tinha esse problema de os atributos definirem quais perícias tu seria mais efetivo, mas em um grau MUITO menor que na 4e... e era muito mais fácil fazer um personagem com perícias diferenciadas, e que fosse eficiente nelas, pois as graduações contavam muito mais que o atributo.
Exceto que se tu não fizesse multiclasse, tu ia ter +11 (+sab) em observar contra +23 (+des) do ladino em esconder-se/furtividade. E ia ser quase igual não ter bônus nenhum. Eu gostei de colocarem metade do nível, e o bônus por ser treinado ser BOM, mas não MUITO bom. O vácuo entre as piores perícias e as melhores é bem menor que na 3e.
Por mim, D&D podia voltar meio ao esquema de atributos do AD&D: Nunca aumentam e pronto. Talvez +1 ou +2 por tier, e parar nisso. Mas divago.
Pois é o sistema realmente funciona desta forma: as perícias estão pré-inseridas nas classes, sendo que caso vc não faça um char multiclasse ele realmente será muito pobre em determinadas skills ainda que tenha atributos relacionados às mesmas e isso não mudou muito do 3x para o 4ed. Quem não se acostumou ainda com esse esquema no D&D é porque não se adaptou ao sistema em si. Particularmente eu acho aceitável que um char seja excepcional em certas tarefas como medíocre em outras. O problema mesmo é só o número de skills por classe.

Gmail/gtalk/MSN: gilnei.nh ahoba gmail.com
@Macnol
Facebook
Google Reader



Você é um jogador novo e não tem ideia do que diabos é um RAUFILING? Azar seu. Vá comprar os Essentials pra descobrir.