Matheus Borges Ziderich escreveu:Querida, tô falando de persuasão e não coerção.
E eu não te dei essa liberdade.
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Matheus Borges Ziderich escreveu:Querida, tô falando de persuasão e não coerção.
Matheus Borges Ziderich escreveu:Escravidão (SEM crueldade, bem entendido) envolve a privação de liberdade. Liberdade não está ligada ao bem ou mal -- mas sim à ordem e caos. Quanto mais ordem, menos liberdade.

Querida, tô falando de persuasão e não coerção. Um minotauro pode simplesmente prometer elevar a escrava a favorita do harém, dar presentes e um aposento próprio. E ela pode se sentir (ou não) beneficiada com a situação, certo?



Fada Suicida escreveu:Matheus Borges Ziderich escreveu:Querida, tô falando de persuasão e não coerção.
E eu não te dei essa liberdade.
Matheus Borges Ziderich escreveu:Mas é so pensar em quão fácil deve ter sido: se você é membro de uma caravana maltrapilha, que perdeu metade da família na destruição da sua pátria, vaga pelo mundo sem teto e nem futuro, tendo que vender o almoço pra pagar a jantar, não seria tentador trocar essa vida pela sua liberdade, já que essa não põe comida na sua bariga e nem te protege do frio e dos perigos do mundo?
Matheus Borges Ziderich escreveu:Mas não dá pra tirar a deusa da figura, certo? E como é bem mostrado no Terceiro Deus, Glórienn foi o último fator que desencadeou a situação.
Já a fragmentação é explicada pela pregação do clero de Glórienn. Mesmo fragmentados, praticamente todo bando/caravana tinha seu guia espiritual que simplesmente passou a pregar a aceitação. E com certeza não deve ter sido muito difícil convencer uma boa parte a se submeter.

Oda, eu não concordo contigo
Até porque você já entendeu que não é todo elfo que se submete a escravidão em Tapista.
Mas é so pensar em quão fácil deve ter sido: se você é membro de uma caravana maltrapilha, que perdeu metade da família na destruição da sua pátria, vaga pelo mundo sem teto e nem futuro, tendo que vender o almoço pra pagar a jantar, não seria tentador trocar essa vida pela sua liberdade, já que essa não põe comida na sua bariga e nem te protege do frio e dos perigos do mundo?
Só comparei com a ditadura pra ilustrar que conformismo existe e que entre pensar "eu poderia ser livre" e efetivamente arriscar a pela e lutar por isso, existe um abismo bem grande que não é todo mundo que cruza.
Matheus Borges Ziderich escreveu:Só comparei com a ditadura pra ilustrar que conformismo existe e que entre pensar "eu poderia ser livre" e efetivamente arriscar a pela e lutar por isso, existe um abismo bem grande que não é todo mundo que cruza.
Mas é so pensar em quão fácil deve ter sido: se você é membro de uma caravana maltrapilha, que perdeu metade da família na destruição da sua pátria, vaga pelo mundo sem teto e nem futuro, tendo que vender o almoço pra pagar a jantar, não seria tentador trocar essa vida pela sua liberdade, já que essa não põe comida na sua bariga e nem te protege do frio e dos perigos do mundo?
Oda escreveu:Ditadura: Você não pode fazer algumas coisas.
Escravismo: Obedeça ao seu senhor. Você é um cidadão de segunda classe. Você não pode fazer nada por você mesmo ao menos que seu senhor permita.

Madrüga escreveu:Matheus Borges Ziderich escreveu:Escravidão (SEM crueldade, bem entendido) envolve a privação de liberdade. Liberdade não está ligada ao bem ou mal -- mas sim à ordem e caos. Quanto mais ordem, menos liberdade.
Não sei não. Vide o SRD:SRD escreveu:"Good" implies altruism, respect for life, and a concern for the dignity of sentient beings. Good characters make personal sacrifices to help others.
"Evil" implies hurting, oppressing, and killing others. Some evil creatures simply have no compassion for others and kill without qualms if doing so is convenient. Others actively pursue evil, killing for sport or out of duty to some evil deity or master.
E o eixo ordem-caos:SRD escreveu:Lawful characters tell the truth, keep their word, respect authority, honor tradition, and judge those who fall short of their duties.
Chaotic characters follow their consciences, resent being told what to do, favor new ideas over tradition, and do what they promise if they feel like it.
Personagens leais contam a verdade, mas isso não quer dizer que os caóticos mintam. É simplesmente uma visão mais estrita do que é ser fiel à própria palavra, por exemplo.
Isso é uma interpretação muito rasteira do que seja o eixo caótico, do tipo "se ser caótico é ser livre, ser leal é o contrário". É uma falsa dicotomia, um pensamento malformado e um aproveitamento péssimo da definição de "leal".
Privar outra pessoa de sua liberdade, dignidade ou capacidade de fazer suas próprias escolhas é um ato MAU. Ou você vai me dizer que é um ato LEAL? Se fosse assim, personagens leais e bons seriam pró-escravidão?

Oda, eu entendi o teu ponto de vista. Mas seus familiares tomaram a decisão de fugir pra algum lugar que os aceitasse. Já os elfos são um povo inteiro que não tinham pra onde correr.
Oda Nobunaga escreveu:Oda, eu entendi o teu ponto de vista. Mas seus familiares tomaram a decisão de fugir pra algum lugar que os aceitasse. Já os elfos são um povo inteiro que não tinham pra onde correr.
Ótimo estamos na mesma página aqui.
Isso levanta uma questão contudo: Se eles não tinham para onde correr...O que eles estavam fazendo antes de decidirem deixarem de serem seres pensantes e livres e virarem meros bens para outra raça?

Sr. Pichu escreveu:Oda Nobunaga escreveu:Oda, eu entendi o teu ponto de vista. Mas seus familiares tomaram a decisão de fugir pra algum lugar que os aceitasse. Já os elfos são um povo inteiro que não tinham pra onde correr.
Ótimo estamos na mesma página aqui.
Isso levanta uma questão contudo: Se eles não tinham para onde correr...O que eles estavam fazendo antes de decidirem deixarem de serem seres pensantes e livres e virarem meros bens para outra raça?
tipo, so complementando... e o RESTO de TODO REINADO?
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