Olha, daria para fazer um controller corpo-a-corpo também. Ta aí o druida quando em forma animal, não?
Não sei se esse exemplo é muito bom porque os poderes da forma animal são menos de controller que os da forma humanoide. É quase uma classe com "modo controller" e "modo striker" (dado que os poderes da forma selvagem geralmente afetam um inimigo e causa um pouco mais de dano). Bom, é uma impressão minha da classe.
O que eu não gostei é que as classes xamã e runepriest não possuem Ritual Caster, especialmente o xamã.
Concordo plenamente. Me parece muito esquisito um xamã que não executa rituais (embora possa comprar o talento). O runepriest eu já não sei. Acho que já tinha me acostumado com a ideia do xamã, então não achei tão estranho assim.
Outras classes arcanas poderiam tê-los e as classes religiosas podiam ter uma cota de pequenos milagres at-will ou algo do tipo.
Eu já acho que os poderes por encontro de canalizar divindade já estão de bom tamanho. Já se prestam a esse papel e não são usados levianamente. Quer dizer, não são simples "magias" são pequenos milagres realizados por vontade divina. Não vamos abusar com um at-will. xD
E o sério problema que você acumula 2-4 mortalhas em um inimigo, um colega seu vai lá e finaliza ele antes de você poder queimá-las. (...)
Jogamos uma vez com um jogador de personagem assassino e pensamos quanto a esse problema. Na prática, ninguém brigava com o alvo do assassino a menos que houvesse um motivo claro para isso (inimigo elite/solo, não há mais inimigos, etc...). De qualquer forma, havia um pequeno planejamento para se evitar que o assassino perdesse as mortalhas de forma tão banal (incluindo delays na iniciativa só pra que ele gastasse logo as tais mortalhas). Esse problema, embora eu concorde que é sério, não afetou muito a minha mesa. =)
O controlador marcial que eu imagino deveria ter:
- Saque rápido: Para alternar entre armas diversas como bem entender e necessitar;
- Mover-se rápido: para atacar múltiplos oponentes ao longo do caminho e evitar ataques de oportunidade;
- Precisão nos ataques: para cortar tendões, perfurar jugulares ou causar outros efeitos debilitantes;
- Lutar sujo: Para derrubar oponentes, imobilizá-los, etc.
É assim que eu o imagino.
Sério, só pra mim isso berra "Rogue"?
Mas cara, qual o problema de um "rogue controller"? Até o jeitão do ranger lembra um pouco ladino. Aliás, o Runepriest berra descaradamente "hurrr eu sou um clérigo, só que diferente" e ainda é líder também. Acho bobagem querer que seja um nicho específico e completamente diferente. Só de dar ao conceito do Rogue a capacidade de atingir vários inimigos, debuffs, deslocá-los, etc e se focar nisso em detrimento de sneak atacks and the like, já vale uma classe nova pra mim.
Pra mim, sempre pareceu possível um marcial controller; se o warlord pode ser focado em buff, o controller marcial teria menos poderes de área (que até o warlord andou ganhando uns bem criativos que são do tipo zona) um membro de uma classe intimidadora poderia ser debuffer e focado nas praticas marciais, tendo elas automaticamente, como as outras classes tem ritual de inicio.
Isso me lembrou o Kratos do GoW. Tipo, vamos ver aqui: personagem que usa uma arma similar a corrente com cravos (bom, não é bem isso, mas vamos falar assim), não usa nenhuma armadura e que consegue lutar com vários inimigos simultaneamente sem ser uma distância muito grande, além de ter uma mobilidade bem razoável. Agora lembremos que ele é um cara que costuma ser bem intimidador. Esses conceitos poderiam ser aglutinados na classe. Por exemplo, a maioria dos poderes de debuffs de área poderiam ser algo como efeitos de medo como auras centradas nele.
Enfim. As ideias estão sendo jogadas.
Já estou pensando em certos detalhes iniciais. Poderíamos também aproveitar a mecânica dos poderes de monge (que somam efeitos de movimento e ataque num poder só), já que é pra ser um personagem com alta mobilidade. O que vocês acham?