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Mensagempor Torneco em 14 Fev 2008, 00:21

Oda Nobunaga escreveu:
E eu não gostei do Ardent. Pra mim, é só um clérigozinho disfarçado, eles pegaram o mesmo conceito do clérigo e copiaram.


...Me desculpe mas o que demonios o Ardent tem a ver com um clérigo?


O fato dele receber poderes através da devoção a "conceitos", o que em alguns cenários acaba fazendo com que os dois acabem sendo iguais, e os mantos que se parecem muito com domínios, tendo até mesmo poderes garantidos. No final, ele acaba sendo bem parecido com o clérigo, tanto no chunch como no fluff.
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Mensagempor AKImeru em 14 Fev 2008, 00:27

O fato dele receber poderes através da devoção a "conceitos",


Eu não diria devoção com essa conotação, mais que ele acredita naqueles caminhos como verdadeiros. Ele não reverencia o caminho, ele vive pelo caminho.

o que em alguns cenários acaba fazendo com que os dois acabem sendo iguais


Poderia nomea-los? Sério eu adoraria jogar em um cenário onde meu clérigo pudesse adorar conceitos ao em vez de Deuses.

e os mantos que se parecem muito com domínios


Eles, apesa de terem poderes garantidos, funcionam de uma maneira diferente, tem um fluff diferente e você ganha um bando de mantos diferentes ao longo dos niveis.

No final, ele acaba sendo bem parecido com o clérigo, tanto no chunch como no fluff.


No fluff há controversias.

Agora no Crunch? Nem em um milhão de anos. Ambos funcionam diferentes, e até mesmo preenchem funções diferentes. O Ardent preenche o lugar do Bardo.
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Mensagempor Elven Paladin em 14 Fev 2008, 00:40

Poderia nomea-los? Sério eu adoraria jogar em um cenário onde meu clérigo pudesse adorar conceitos ao em vez de Deuses.


Eberron, Planescape e Dragonlance ( em menor escala via Mystic, o ancestral do Favored Soul ).

Mas, o trecho do Mike Mearls me fez recuperar parte do otimismo na 4ª Edição. Pena que não é ele que coloca e explica todas as "novidades" da 4ª Edição, ao invés do Bill Sljakdamldf e do Andy "Stupid Sage" Collins.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Nibelung em 14 Fev 2008, 00:50

Poderia nomea-los? Sério eu adoraria jogar em um cenário onde meu clérigo pudesse adorar conceitos ao em vez de Deuses.


Livro do Jogador 3.5, página 32

"(...)Também é possível que um clérigo venere um ideal ou conceito no lugar de uma divindade."
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Em tradução: Capítulo 14: Gênio
SPOILER: EXIBIR
Gostaria de lembrar a todos que King Bradley destruiu um tanque de guerra com uma espada e uma granada.
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Mensagempor Madrüga em 14 Fev 2008, 01:02

Nibelung escreveu:
Poderia nomea-los? Sério eu adoraria jogar em um cenário onde meu clérigo pudesse adorar conceitos ao em vez de Deuses.


Livro do Jogador 3.5, página 32

"(...)Também é possível que um clérigo venere um ideal ou conceito no lugar de uma divindade."


Nibelung "quick-fingers" da Silva. Tá bom, cheguei uma hora e dez minutos atrasado, mas...

Porra, Oda, você não leu o PHB? Tá parecendo o Kamus e as perguntas óbvias: (abre um tópico) "pessoal da Spell, se meu mago chega ao BBA +6, ele ganha um ataque extra?"
Cigano, a palavra é FLUFF. FLUFF. Repita comigo. FLUFF

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Mensagempor Kinn em 14 Fev 2008, 01:19

Sim, a idéia é descaradamente fazer um clérigo com viés psiônico, assim como o divine mind é o paladino psi.

Ocorre que a execução do ardent ficou muito bem feita no conceito e até na execução (se a classe é forte ou apelona já são outros 500), ficando diferente do clérigo com seus múltiplos conceitos filosóficos que ele vai adquirindo durante sua evolução e multiplos mantos, limitados apenas pelo seu julgamento e interpretação do mundo.

O padrão em D&D é ter deuses e não seguir conceitos abstratos. Mesmo em Eberron as religiões sem deuses claros já são razoavelmente bem definidas, mas um especialista pode ser mais preciso...

Então, o ardent é bem sucedido em seu conceito de ser quase um ateu estudioso de conceitos primordiais desde o início, hajam deuses no mundo ou não. O Divine mind é só um paladino mesmo que tem poder psi e não clerical - então é feio mesmo... :evil: :sobrancelha: ¬¬

Por isso que gosto da classe e torço pra ela ser o psionic leader. Não gostei muito do lurk não apesar de admitir que é interessante.
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Mensagempor Torneco em 14 Fev 2008, 01:24

Oda, os clérigos também vivem pela fé em seus deuses/ideais. E recebe seus poderes por causa disso. Tem algumas poucas diferenças, mas, o Ardent não é nada mais que um devoto psiônico, com um fluff bem semelhante a um clérigo. Diria até que dá pra trocar os dois sem problemas.

Outra coisa, pelo que me parece, não sei se os outros companheiros de fórum vão concordar comigo, os mantos tem o mesmo papel dos domínios, representar a crença do personagem. A única diferença é que os Ardent ganham os seus poderes só dos mantos, e não de uma lista de magias geral. Se eu pegasse um clérigo e desse mais domínios pra ele, e não deixasse mais ele conjurar a magias gerais, iríamos ter um efeito parecido.

Mas concordo com você que o Divine Minf tem um conceito fraquinho. Mas gostei do sistema de auras, acho que poderia enciaxar muito bem no Paladino.
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Mensagempor AKImeru em 14 Fev 2008, 01:53

Porra, Oda, você não leu o PHB? Tá parecendo o Kamus e as perguntas óbvias: (abre um tópico) "pessoal da Spell, se meu mago chega ao BBA +6, ele ganha um ataque extra?"


Então regras opicionais são cenários agora :linguinha: ?

Sério.

Livro do Jogador 3.5, página 32

"(...)Também é possível que um clérigo venere um ideal ou conceito no lugar de uma divindade."


Eu tanto sabia disso quanto meu único clérigo foi um Aasimar que venerava a coragem.

Eberron, Planescape e Dragonlance ( em menor escala via Mystic, o ancestral do Favored Soul ).


FINALMENTE alguem saiu do seu cavalo e dediciu me dar uma resposta séria. Eberron pode? Foda, ganha mais pontos comigos. Planescape é tão legal que eu deveria ter assumido isso. Agora Dragonlance é novidade para mim, não sabia que era permitido lá.

Sim, a idéia é descaradamente fazer um clérigo com viés psiônico, assim como o divine mind é o paladino psi.


Exceto que ele não segue Deuses, e o Divine Mind segue Deuses.

Oda, os clérigos também vivem pela fé em seus deuses/ideais. E recebe seus poderes por causa disso. Tem algumas poucas diferenças, mas, o Ardent não é nada mais que um devoto psiônico, com um fluff bem semelhante a um clérigo. Diria até que dá pra trocar os dois sem problemas.


O Clérigo não se foca em seus dominios. Você está embolando o meio de campo. Clerigo adora conceito XYZ ou Deus XYZ, por isso ele recebe os dominios. Enquanto os Mantos do Ardent é de onde ele direciona sua "fé". Percebe a diferença?

Um recebe os dominios por adorar uma coisa, o outro adora e vive os dominios e é isso ai.

Outra coisa, pelo que me parece, não sei se os outros companheiros de fórum vão concordar comigo, os mantos tem o mesmo papel dos domínios, representar a crença do personagem. A única diferença é que os Ardent ganham os seus poderes só dos mantos, e não de uma lista de magias geral. Se eu pegasse um clérigo e desse mais domínios pra ele, e não deixasse mais ele conjurar a magias gerais, iríamos ter um efeito parecido.




Você fala que eles são muito parecidos. Mas os dominios do clérigo são coisas a mais. Enquanto os poderes do Ardent saem diretamente dos seus Mantos. Ou seja, uma diferença grande de fluff e crunch.

Mas concordo com você que o Divine Minf tem um conceito fraquinho. Mas gostei do sistema de auras, acho que poderia enciaxar muito bem no Paladino.


Psionismo é poder da mente. Quando você faz esses poderes virem deDeuses, você não é mais psionico. É por isso que o conceito é tão ruim.
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Mensagempor ShinRyuu em 14 Fev 2008, 02:38

http://www.wizards.com/default.asp?x=dnd/mi/20080214a

Dungeons of Dread Preview 3
Knight and Night
by Peter Lee
02/14/2008


In today's preview, we peek at two undead champions that can be found in Dungeons of Dread. As you expect, these two monsters can be found in the 4th Edition Monster Manual. What you don't expect is that these monsters can also be found in another 4th Edition book.

The new Dungeon Master's Guide presents almost two dozen templates that can be applied to monsters. Thanks to the template, the monster is transformed into something … different. Instead of being a normal monster, it is now treated as an elite -- it counts as two creatures for the purpose of building roleplaying encounters. Both of the monsters below are examples of a templated human.

Death Knight

The Death Knight has been a staple in Dungeons & Dragons ever since it was published in the original Fiend Folio. For 4th Edition, the Death Knight template upgrades a late Paragon or Epic level creature, usually one in a soldier role. More details on the template must wait until the books are published.

Miniatures players, however, won't need to wait as long. In the miniatures battle game, the Death Knight is a master of undead. It can bring in any evil undead into the game as well as grant a slight attack bonus. It has a champion power to boost the damage of other undead by granting a 20-point damage bonus on a successful hit.

Fans of the Death Knight are already familiar with the blast of unholy flames. This guy can cover up to a 25-square area with twenty points of necrotic or fire damage. Just like the radiant energy mentioned last week, no special rules are attached to necrotic damage.

Vampire Vizier

The second template is the Vampire Lord, and the Vampire Vizier is an example of this template being applied on a controller or lurker role. Templates manage the soul of the creature: the roleplaying side of the Vizier includes abilities such as "Hurt by Sunlight" and "Scent of Blood" -- abilities that all Vampire Lords have.

One difference from 3rd Edition D&D deals with the Vampire's life drain. A victim of a life-draining attack no longer suffers from negative levels. Instead, the target is weakened and the vampire heals a sizable number of hit points. The Miniatures Game statistics distill the Vampire Lord's abilities to a tight core -- it doesn't include the weakened state on the victim, but the Vampire Vizier does heal an impressive 25 hit points.


Next week -- two monsters with double letters and a digraph.
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Mensagempor Elven Paladin em 14 Fev 2008, 03:45

FINALMENTE alguem saiu do seu cavalo e dediciu me dar uma resposta séria. Eberron pode? Foda, ganha mais pontos comigos. Planescape é tão legal que eu deveria ter assumido isso. Agora Dragonlance é novidade para mim, não sabia que era permitido lá.


Bem, vamos lá:

Eberron: Um Clérigo que segue um conceito retira suas energias dos restos do "Dragon Above" ( Siberys ), pega dois domínios que se adequem ao seu conceito e mantém as restrições de Alinhamento e Domínios ( mas apenas isso. Sinta-se livre para ser Bom e descer Inflict nos oponentes :b )

Planescape: O Líder dos Athar ( Facção "Atéia" ) é um Clérigo. Isso mesmo, um Clérigo Ateu. Preciso escrever mais?

Dragonlance: Aqui é algo mais curioso, já que aqui existem os Mystics, Conjuradores Divinos Espontâneos que retiram a magia divina deles mesmos, embora muitos sejam religiosos. Eles não são exatamente Clérigos, mas também podem seguir um conceito.

Deve haver outros cenários, mas eu não me lembro no momento. ;)
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Mensagempor Corvo da Tempestade em 14 Fev 2008, 08:55

Dragonlance: Aqui é algo mais curioso, já que aqui existem os Mystics, Conjuradores Divinos Espontâneos que retiram a magia divina deles mesmos, embora muitos sejam religiosos. Eles não são exatamente Clérigos,


Na realidade eles "aparececeram" no cenário na 4 era, quando takisses "roubou o mundo" (o feito mais épico de um deus). Assim como os feiticeiros eles tiravam a sua magia do coração (sei que parece piegas, mas eu gostei)

Aliais: Mystics era o que eu sempre quis que fossem os Feiticieros (afinal é mais fácil ter "magia divina espontânea" do que a magia arcana)
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Mensagempor CF em 14 Fev 2008, 09:14

corvo da tempestade escreveu:afinal é mais fácil ter "magia divina espontânea" do que a magia arcana


Tá. Agora explica.
[]'s
Carlos Frederico "Spellcaster" F M Veiga

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Mensagempor Corvo da Tempestade em 14 Fev 2008, 09:37

Tá. Agora explica.


Ok...um momento off:

O que é o feiticeiro? um perosnagem que faz a magia sem estudo. Eu sempre achei isso completamente alienígena. Pois a magia arcana (i.e dos magos) e fruto de estudos. E não concordo que os feiticieros tenham a mesma magia que os magos (especialmente com os mesmos componentes mateirais ).

Bem neste ponto tem a magia bárdica...que apesar de ser considerada arcana (coisa que eu não concordo), tem uma listá propria.

A magia divina, por outro lado, ela não necessita de estudos. Ela e "dada" por uma entidade superior. Apesar dos clérigos, geralmente, terem uma formação em um templo sua magia vem de seu Deus (seja lá qual for), em outras palavras, vem da sua fé. Então é mais fácil imaginar que um personagem, que por algum motivo não frequentou um templo, ganhe as graças de um deus, graças a sua dedicação (ou seja, um místico). Do que um personagem, do nada, pegue um saco e uma vela apagada e conjure um falcão celestial (ou seja, um feiticeiro).
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Mensagempor Madrüga em 14 Fev 2008, 10:16

Corvo da Tempestade escreveu:
Tá. Agora explica.


Ok...um momento off:

O que é o feiticeiro? um perosnagem que faz a magia sem estudo. Eu sempre achei isso completamente alienígena. Pois a magia arcana (i.e dos magos) e fruto de estudos. E não concordo que os feiticieros tenham a mesma magia que os magos (especialmente com os mesmos componentes mateirais ).


Warlock no lugar de feiticeiro, oras.
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Mensagempor ShinRyuu em 14 Fev 2008, 14:53

Magia arcana em D&D é qualquer magia secular que não seja concedida por intermédio divino. A princípio, se você lança magias por esforço próprio, as magias são arcanas. A não ser que esse esforço na verdade seja uma sintonização com uma força divina, personificada ou abstrata. Eu diria que a magia divina surge da crença em algo maior que você, e isso te concede poder, enquanto que a magia arcana surge da manipulação da dinâmica natural da magia, através da compreensão, seja objetiva ou subjetiva, dessa dinâmica. Por isso, magos, feiticeiros, dragões e outros seres mágicos conseguem lançar magias, mesmo que só o mago faça um estudo formal.

Agora, eu concordo com o Corvo que magia divina deveria ser espontânea. Mas isso não exclui a arcana de sê-lo também, muito menos determina que todas as magias arcanas deveriam ser formalmente estudadas e preparadas.
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