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Mensagempor Chaotic_neutral em 29 Fev 2008, 11:15

Locke Winchester escreveu:Antes de acusar o nibe de analfabeto seria bom tu ler teus próprios posts

CN escreveu:Então o grande guerreiro da trib orc pode pensar: "É arriscado demais. Ele pode facilmente arrancar a minha cabeça com sua espada Larga se eu tentar evita-lo, dando oportunidade para o mesmo me golpear".


Tu estava falando do grande guerreiro da tribo orc


Aprende a interpretar figura de linguagem então, moderador .

"Grande Guerreiro" é uma expressão simples pra dizer o "combatente" e não que ele é o LENDÁRIO DE 20º NIVEL.

Nas minhas aventuras o cara pode estar nivel 1 e dizer "Mas este jovem é um grande guerreiro". Só porque o guerreiro lutou contra 2 sozinho. É um elogio, titulo, uma figura de linguage para qualifica-lo, elogia-lo.
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Mensagempor Chaotic_neutral em 29 Fev 2008, 11:26

Nibelung escreveu:O caso é que você está tratando qualquer golpe como um golpe fatal. E isso simplesmente não tem NADA a ver com o universo de D&D, onde os personagens jogadores (e NPCs antagonistas principais) são pessoas excepcionais e sabem os limites do próprio corpo (como por exemplo, ter uma "noção" de quantos PVs ainda tem). Como eu já disse (e tu concordou), PVs representam bem mais do que simples resistência física. Depois de observar um inimigo (AKA: ver quanto de dano ele causou), tu tem alguma noção se consegue aguentar um golpe dele ou não.

E sim, eu enfrento gigantes, demônios e beholders diretamente como se fossem "goblins chulé". Não vou perder tempo com meu guerreiro enlatado que é a síntese da coragem e do heroismo pra fugir correndo porque eu não conheço o bicho. Como já disse o Conan, "eu ainda não vi nada que minha espada não possa cortar".


Errado. Estou considerando exatamente o contrário. Que a maioria dos jogadores não se importa em levar 5 ou 10 espadadas de um Guerreiro pois sabe que, provavelmente, o dano nao se compare ao poder de uma magia de um mago. Sendo assim a maioria vai la, não dá a "atenção merecida" para o Guerreiro e simplesmente vai matar o arcano como se nao pudesse levar um golpe fatal. Isso é acima de tudo "icoenrencia"dos personagens encima das regras tanto é que por isso na 4º edição agora nao será simplesmente facil o cara "sair do guerreiro" como se ele fosse uma bosta e ir atacar o arcano ao fundo". E isso será um ponto positivo, ao meu ver.

Pessoas excepcionais ou não os personagens comuns (Elfos, Homens,entenda-se por humanos) anoes, halfling) temem a morte e devem sentir medo. É esse um dos pontos que deixa o D&D mais interpretativo pois se não, como eu vejo que tu pensa, é só:


"Um monstros de mil braços!"

ROLL ATACK

"Um Kobold"

ROLL ATACK


"UM DRAGÃO ANCIAO COLOSSAL"

ROLL ATACK


Não importa a dimensão da criatura. Pode ser um Deus abissal from hell de mil tentaculos que é "OH, Vamos mata-los meus amiguinhos!" ROLL ATACK.

Qual a graça? Os personagens nao tem motivação, não tem vida. É apenas um Bonequinho que só sabe atacar,pilhar e matar.
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Mensagempor Agnelo em 29 Fev 2008, 11:30

CN escreveu:Aprende a interpretar figura de linguagem então, moderador .


Pra começar, eu não modero essa seção, por isso não vejo porque se referir a mim dessa forma, eu uso um nick longo, mas se me chamar de Locke eu atendo.

A figura de linguagem foi criada pelo nibelung, aqui:

Nibe escreveu:Então o grande guerreiro da trib orc pode pensar: "É arriscado demais. Ele pode facilmente arrancar a minha cabeça com sua espada Larga se eu tentar evita-lo, dando oportunidade para o mesmo me golpear".




E continuo não entendendo o que pensamento estratégico tem de meta-jogo.

D&D não é nem nunca foi pra simular a realidade, mas mesmo assim imagine essa situação:

Cercado por dois vagabundos numa briga de bar, o cidadão percebe que um deles parece menos resistente que o outro, o que ele deve fazer?

Eu fugiria :b , mas caso não houvesse alternativa eu tentaria derrubar o mais fraco primeiro, pra poder me concentrar exclusivamente no mais forte.
Eu amo você. Você é meu único filho e tenho orgulho de você. Você trouxe à sua mãe e a mim mais alegria do que eu achei que houvesse. Seja bom pra ela e cuide bem dela.

Seja um dos mocinhos. Você tem que ser como John Wayne: Não aguente merda de nenhum idiota e julgue as pessoas pelo que elas são, não pela aparência.

E faça a coisa certa. Você tem que ser um dos mocinhos: Porque já existem Bandidos demais.
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Mensagempor Nibelung em 29 Fev 2008, 11:39

"Grande Guerreiro" é uma expressão simples pra dizer o "combatente" e não que ele é o LENDÁRIO DE 20º NIVEL.


Por "grande" eu entendi que ele é o melhor guerreiro da tribo. Ele pode ser simplesmente um Combatente 3, mas isso significa que ele TEM experiência de combate. E essa experiência pode simplesmente ser "eu CONSIGO defender um golpe daquele sujeito". É isso que eu estou falando.

Errado. Estou considerando exatamente o contrário. Que a maioria dos jogadores não se importa em levar 5 ou 10 espadadas de um Guerreiro pois sabe que, provavelmente, o dano nao se compare ao poder de uma magia de um mago. Sendo assim a maioria vai la, não dá a "atenção merecida" para o Guerreiro e simplesmente vai matar o arcano como se nao pudesse levar um golpe fatal. Isso é acima de tudo "icoenrencia"dos personagens encima das regras


Primeiro, vamos limpar os termos que eu destaquei. "Levar 5 espadadas" por "sofrer 5 ataques". Novamente, você está ignorando que quando o guerreiro acerta ele nem sempre "acerta". O oponente pode ter desviado o golpe com o escudo de tal forma que o braço dele ficou dormente por alguns instantes. Isso é dano em PVs.

Segundo, o maldito "golpe fatal" ali. Com a abstração dos PVs, não existe essa de "golpe fatal". Qualquer golpe com qualquer arma pode ser fatal na realidade, mas não é o caso em D&D. Se você é um guerreiro de 20° nível pelado contra um sujeito qualquer com uma adaga, você VAI rir na cara dele e peitar o sujeito na base do soco. É por isso que você é chamado de "herói".

como eu vejo que tu pensa, é só:


"Um monstros de mil braços!"

ROLL ATACK

"Um Kobold"

ROLL ATACK


"UM DRAGÃO ANCIAO COLOSSAL"

ROLL ATACK


Não importa a dimensão da criatura. Pode ser um Deus abissal from hell de mil tentaculos que é "OH, Vamos mata-los meus amiguinhos!" ROLL ATACK.


Quase isso. Um kobold é ROLL ATTACK. Um Monstro de mil braços é GET A BOW, ROLL ATTACK. Um dragão gigantesco é CAST BUFF, ROLL ATTACK. E eu digo que é divertido pra caramba. Na hora do combate, vamos jogar combate. Não há porque apelar pra enroleplay porque senão o mestre malvado não me dá XP, mimimi.
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Mensagempor Chaotic_neutral em 29 Fev 2008, 11:55

Locke Winchester escreveu:
CN escreveu:Aprende a interpretar figura de linguagem então, moderador .


Pra começar, eu não modero essa seção, por isso não vejo porque se referir a mim dessa forma, eu uso um nick longo, mas se me chamar de Locke eu atendo.

A figura de linguagem foi criada pelo nibelung, aqui:

Nibe escreveu:Então o grande guerreiro da trib orc pode pensar: "É arriscado demais. Ele pode facilmente arrancar a minha cabeça com sua espada Larga se eu tentar evita-lo, dando oportunidade para o mesmo me golpear".




E continuo não entendendo o que pensamento estratégico tem de meta-jogo.

D&D não é nem nunca foi pra simular a realidade, mas mesmo assim imagine essa situação:

Cercado por dois vagabundos numa briga de bar, o cidadão percebe que um deles parece menos resistente que o outro, o que ele deve fazer?

Eu fugiria :b , mas caso não houvesse alternativa eu tentaria derrubar o mais fraco primeiro, pra poder me concentrar exclusivamente no mais forte.



Rapaz, repito... O pensamento estratégico é válido e eu seria tolo se o excluisse. Eu apenas acho, e exijo, um conhecimento e experiencia para o mesmo. Um combatente de nivel inferior que avançou lutando contra bandidos locais que um dia, por ventura, viesse a enfrentar outro combatente e atraz um arcano. Porque ele iria atacar o ARCANO AO fundo? Ainda mais correndo o risco de ser pego pelo outro guerreiro a frente? NAO TEM UMA RAZÃO. Ou vai me dizer que "ele da mais dano" pra um personagem q conheceu poucos arcanos ou sentiu efeito da magia em si pode terminar isso pra sair matando sempre o arcano? Isso é META-GAME. Nem todas as pessoas conhecem o uso da MAGIA e seus efeitos. E os poucos que conhecem nao chegam a sentir e/ou sobreviver a magias poderosas, convenhamos. Os habitantes locais viram o que?
O arcano incendiar alguém. Sei la, a Esfera Flamejante de d&d da quanto de dano? Quase igual a uma arma de duas maos, acho. Logo, porque o cara vai la matar o maguinho que lhe atingiu com tal magia? É forte? Sim, talvez nao, mas o corte ou a perfuração do guerreiro a frente também é forte e fatal.

É mas teu exemplo nao se aplica a alguem que é atacado por "conjurar magias" e encima dessa ideia ter "magia da mais dano que uma arma".
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Mensagempor Chaotic_neutral em 29 Fev 2008, 12:09

Nibelung escreveu:
"Grande Guerreiro" é uma expressão simples pra dizer o "combatente" e não que ele é o LENDÁRIO DE 20º NIVEL.


Por "grande" eu entendi que ele é o melhor guerreiro da tribo. Ele pode ser simplesmente um Combatente 3, mas isso significa que ele TEM experiência de combate. E essa experiência pode simplesmente ser "eu CONSIGO defender um golpe daquele sujeito". É isso que eu estou falando.

Errado. Estou considerando exatamente o contrário. Que a maioria dos jogadores não se importa em levar 5 ou 10 espadadas de um Guerreiro pois sabe que, provavelmente, o dano nao se compare ao poder de uma magia de um mago. Sendo assim a maioria vai la, não dá a "atenção merecida" para o Guerreiro e simplesmente vai matar o arcano como se nao pudesse levar um golpe fatal. Isso é acima de tudo "icoenrencia"dos personagens encima das regras


Primeiro, vamos limpar os termos que eu destaquei. "Levar 5 espadadas" por "sofrer 5 ataques". Novamente, você está ignorando que quando o guerreiro acerta ele nem sempre "acerta". O oponente pode ter desviado o golpe com o escudo de tal forma que o braço dele ficou dormente por alguns instantes. Isso é dano em PVs.

Segundo, o maldito "golpe fatal" ali. Com a abstração dos PVs, não existe essa de "golpe fatal". Qualquer golpe com qualquer arma pode ser fatal na realidade, mas não é o caso em D&D. Se você é um guerreiro de 20° nível pelado contra um sujeito qualquer com uma adaga, você VAI rir na cara dele e peitar o sujeito na base do soco. É por isso que você é chamado de "herói".

como eu vejo que tu pensa, é só:


"Um monstros de mil braços!"

ROLL ATACK

"Um Kobold"

ROLL ATACK


"UM DRAGÃO ANCIAO COLOSSAL"

ROLL ATACK


Não importa a dimensão da criatura. Pode ser um Deus abissal from hell de mil tentaculos que é "OH, Vamos mata-los meus amiguinhos!" ROLL ATACK.


Quase isso. Um kobold é ROLL ATTACK. Um Monstro de mil braços é GET A BOW, ROLL ATTACK. Um dragão gigantesco é CAST BUFF, ROLL ATTACK. E eu digo que é divertido pra caramba. Na hora do combate, vamos jogar combate. Não há porque apelar pra enroleplay porque senão o mestre malvado não me dá XP, mimimi.


Tudo bem. Erro meu por nao especificar que foi apenas um elogio, titulo besta para o caso e tu infelizmente intepretou errado. Mas a ideia eram dois combatentes, simples.


Veja bem, D&D não é um sistema realista e nem é esse o Objetivo, acredito que concordamos nesse aspecto, entretanto há coisas que ainda fazem parte da realidade mesmo porque ficaria sem graça se começarmos a imaginar tudo no modo D&D. Nesse ponto que é complicado e eu prefiro agir mais interpretativamente.

Correndo riscos porque os caras vão sempre no arcano? Tá, tá. Ele pode esquivar-se do ataque ou evitar mas ainda assim ele ta correndo risco contra um oponente em potencial e D&D caga exatamente por tacar o "foda-se" para os combatentes como se a arma do inimigo não pudesse dar um golpe fatal. Isso me irrita pelo simples fato que, utilizando o conhecimento sobre o jogo e nao interpretando o simples risco de vida do personagem a MAIORIA DOS JOGADORES não se IMPORTA de ir aqui, ali e na putaquepariu atacando os personagens atras dos combatentes pois SABE que poderá levar DANO mas não ira receber um: "Voce morreu, o guerreiro atingiu-lhe um golpe na cabeça que o decapitou".


Quanto a "hora do combate" entao "vamos jogar combate" eu discordo. Um grupo "sábio" as vezes evita combates, alguns sem necessidade, outros pela situaçao. Nós ja evitamos combates... Mesmo porque, acredito eu, voce deve imaginar que as vezes os narradores colocam criaturas fortes demais para o nivel do Grupo mas dá a eles a chance de fugir, evitar combate ou apenas conversar. Só porque o monstro de mil braços te atacou voce nao precisa, necessariamente, atacar ele e correr riscos.

E não há graça em imaginar que todo grupo é "herói" e mata qualquer coisa, enfrenta qualquer coisa e nao tem medo de nada. Caverna do Dragão é um grupo divertido, o Eric se possivel fugiria de todas as batalhas, claro, num grupo alguem assim é dificil mas se pelo menos tivesse 1 personagem com alguns aspectos de "cagao" do Eric de Caverna do dragao SALVARIA muita gente que muitas vezes perde os personagens por só pensar em ROLL ATACK.
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Mensagempor Volkren em 29 Fev 2008, 12:40

eu achava que esse tópico era sobre noticias da 4ª edição!!!
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Mensagempor CyrusSean em 29 Fev 2008, 13:04

Bom agora eu vi bom motivo pra voltar.... salve nibelung, salve a todos...

1º) eu queria saber de que reino surgem esses caras ? toda semana vem um... apesar de eu sempre rir deles

2º) na briga do metajogo

O primeiro ponto que queria colocar e que a regra dos sistemas tem que afetar como mundo real. Como assim ??

Simples o exemplo do cara 20º nú contra um, ou mais caras, de 1º armados, numa situação real teria algum perigo, mas em dnd isso não se expressa dessa forma. Ele poderia dar o famoso aparar com as mãos, mas isso somente acontece em gurps, o personagem tem que expressar sua ação de acordo com o sistema, assim toma suas ações são baseadas no sistema, o guerreiro nu vai ser cortado umas três vezes e matar o cara na pancada. Se o sistema guia as ações dos personagens , vc acaba tendo que pensar de acordo com o sistema.

Segundo ponto é informação, quanto um aventureiro de 1º nivel é informado? Bom, AINDA temos bardos, assim ele não conta historias? Temos magos que fazem shows, esse pré-aventureiro não veria esses shows ? não escutou os mais velhos, na escola de guerreiros eles não falam sobre os perigos de ser aventureiro ?

Assim é meio de conhecimento geral que a magia causa mais estrago que uma espada que PODE ser fatal, afinal a mecanica dos pvs é a forma de eu medir o perigo da espada... mas a magia pode fazer dormir, invocar os demonios, matar com um simples gesto e vc sabe que magos caem com um tapa, em parte devido ao seu companheiro mago, assim a escolha é: enfrentar um adversario resistente com um poder conhecido ou bater em alguem muito mais fraco e com um perigo imensamente mais indefinido, com o custo de eu abrir uma brecha ???

Se eu tivesse 10 pvs, eu nao faria isso com 100... bate ai guerreiro.

Tem um dragão na minha frente, vou correr ou vou enfrentar, na minha mesa já saiu altas discussões sobre isso, se vou enfrentar o guerreiro vai atacar sim, vai tentar algo pra evitar o 1º ataque, mas vai tentar ir pra cima do dragão, afinal a mordida dele TENDE a não me matar. Isso pra mim é longe de meta jogo, é o sistema dizendo que ações eu posso fazer e não posso fazer, em gurps eu não me preocuparia com essa mordida, pq ela não ocorreria, mas não faria um ataque total, pois vou querer muito me defender, pois nesse sistema a mordida do dragão será fatal.

Um exemplo de metajogo pra mim e o jogador abrir o livro dos monstros ver o cão infernal que esta lutando e declarar que esta a 9m pq a breath do monstro não chega nele, saber que magia é mais perigosa que uma espada, druidas se transformam em bichos, clérigos curam etc... É básico do oficio de aventureiro.

O pessoal vem aqui pra falar mal de DnD, mas tem muitas coisas que são tidas como defeitos que são o charme de DnD, se vc não gosta disso na boa vai jogar gurps, como eu gostaria de poder fazer isto, é mais realista, mas DnD é um jogo heróico bem simples, dessa simplicidade vem o dinamismo, porém causa esse distanciamento do mundo real, se é possível ser real com bolas de fogo e dragões.

3º) sobre o 4e... Estou bem otimista, o pior defeito pra mim de DnD, o fosso entre caster e no – caster, está sendo corrigido, finalmente o guerreiro vai ser uma classe legal nas regras, algumas partes vão ser melhoradas, como a árvore de natal, to entrando no pré order da amazon vai valer as 75 doletas que vou gastar, de resto é esperar pra ver.

OBS: meu primeiro post no fórum novo, apesar de acompanhar a algum tempo ele, se tiver algum defeito, desculpe a nossa falha.
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Mensagempor Vincer em 29 Fev 2008, 13:25

Não me escurrassem, não vim aqui criticar D&D nem nada assim, só comentar sobre o assunto.

Querer que D&D seja realista demais não dá. As regras e a proposta do jogo são outras, logo argumentar sobre a fatalidade de dar as costas a alguém não adianta muito, eles são todos heróis.

Ao mesmo tempo que interpretando um mínimo, ninguém, e em geral nem mesmo os heróis de romances e filmes, se arriscaria a chance (não falo que os golpes sejam fatais, falo da chance de um golpe fatal) de levar um golpe fatal nas costas por pura burrice, de graça. Afinal, ainda é uma grande lâmina de aço...

Não adianta debater muito nisso. Numa mesa mais interessada em roleplay os personagens continuarão heróicos se evitarem dar as costas a um inimigo, numa mesa menos interessada nisso é só interpretar que os heróis confiam demais no próprio taco para se preocuparem com isso, afinal, eles sabem que dão conta do recado.

A regra está ali justamente por causa dessa segunda interpretação. Pessoalmente eu nunca faria uma regra dessas, ao invés eu diria para os narradores interpretarem que os monstros e os inimigos não costumam ter culhões para agir dessa forma como os heróis, salvo vilões em especial, e deixaria tudo na interpretação do narrador pela cena. Mas pela comum falta disso eles preferiram criar uma regra, ok, se ela cabe ao seu objetivo então ela é válida.

Eu só achei que poderiam usar uma regra mais interessante do que a desvantagem por marcação. Por exemplo, golpe de oportunidade automático e bônus de dano sempre que um monstro saísse da área dessas classes, motivos o suficiente para os inimigos não fazê-lo e menos artificial que a desvantagem por marcação.
Editado pela última vez por Vincer em 29 Fev 2008, 13:55, em um total de 1 vez.
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Mensagempor Mirallatos em 29 Fev 2008, 13:29

Eu vejo isso da seguinte maneira: "...e nesta ampla câmara os Orcs avançam contra o vocês, cada um escolhendo um adversário (como já foi dito, isso será mais comum no D&D4)", o guerreiro naturalmente intimidaria qualquer outro combatente, mas nada os impede de finalizar os mais fracos primeiro. Obviamente que, sabendo que há um guerreiro com um Espadão por perto, poucos lutariam sem cuidar da própria retaguarda, ainda mais se o guerreiro estiver específicamente "de marcação com um deles".
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Mensagempor Wykthor em 29 Fev 2008, 13:37

Saio por um dia para jogar tabuleiro e quando volto vejo um acréscimo de 5 páginas. Parabéns pelo esforço na atualização , Shinryu :)
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Mensagempor Chaotic_neutral em 29 Fev 2008, 15:08

CyrusSean escreveu:Bom agora eu vi bom motivo pra voltar.... salve nibelung, salve a todos...

1º) eu queria saber de que reino surgem esses caras ? toda semana vem um... apesar de eu sempre rir deles

2º) na briga do metajogo

O primeiro ponto que queria colocar e que a regra dos sistemas tem que afetar como mundo real. Como assim ??

Simples o exemplo do cara 20º nú contra um, ou mais caras, de 1º armados, numa situação real teria algum perigo, mas em dnd isso não se expressa dessa forma. Ele poderia dar o famoso aparar com as mãos, mas isso somente acontece em gurps, o personagem tem que expressar sua ação de acordo com o sistema, assim toma suas ações são baseadas no sistema, o guerreiro nu vai ser cortado umas três vezes e matar o cara na pancada. Se o sistema guia as ações dos personagens , vc acaba tendo que pensar de acordo com o sistema.

Segundo ponto é informação, quanto um aventureiro de 1º nivel é informado? Bom, AINDA temos bardos, assim ele não conta historias? Temos magos que fazem shows, esse pré-aventureiro não veria esses shows ? não escutou os mais velhos, na escola de guerreiros eles não falam sobre os perigos de ser aventureiro ?

Assim é meio de conhecimento geral que a magia causa mais estrago que uma espada que PODE ser fatal, afinal a mecanica dos pvs é a forma de eu medir o perigo da espada... mas a magia pode fazer dormir, invocar os demonios, matar com um simples gesto e vc sabe que magos caem com um tapa, em parte devido ao seu companheiro mago, assim a escolha é: enfrentar um adversario resistente com um poder conhecido ou bater em alguem muito mais fraco e com um perigo imensamente mais indefinido, com o custo de eu abrir uma brecha ???

Se eu tivesse 10 pvs, eu nao faria isso com 100... bate ai guerreiro.

Tem um dragão na minha frente, vou correr ou vou enfrentar, na minha mesa já saiu altas discussões sobre isso, se vou enfrentar o guerreiro vai atacar sim, vai tentar algo pra evitar o 1º ataque, mas vai tentar ir pra cima do dragão, afinal a mordida dele TENDE a não me matar. Isso pra mim é longe de meta jogo, é o sistema dizendo que ações eu posso fazer e não posso fazer, em gurps eu não me preocuparia com essa mordida, pq ela não ocorreria, mas não faria um ataque total, pois vou querer muito me defender, pois nesse sistema a mordida do dragão será fatal.

Um exemplo de metajogo pra mim e o jogador abrir o livro dos monstros ver o cão infernal que esta lutando e declarar que esta a 9m pq a breath do monstro não chega nele, saber que magia é mais perigosa que uma espada, druidas se transformam em bichos, clérigos curam etc... É básico do oficio de aventureiro.

O pessoal vem aqui pra falar mal de DnD, mas tem muitas coisas que são tidas como defeitos que são o charme de DnD, se vc não gosta disso na boa vai jogar gurps, como eu gostaria de poder fazer isto, é mais realista, mas DnD é um jogo heróico bem simples, dessa simplicidade vem o dinamismo, porém causa esse distanciamento do mundo real, se é possível ser real com bolas de fogo e dragões.

3º) sobre o 4e... Estou bem otimista, o pior defeito pra mim de DnD, o fosso entre caster e no – caster, está sendo corrigido, finalmente o guerreiro vai ser uma classe legal nas regras, algumas partes vão ser melhoradas, como a árvore de natal, to entrando no pré order da amazon vai valer as 75 doletas que vou gastar, de resto é esperar pra ver.

OBS: meu primeiro post no fórum novo, apesar de acompanhar a algum tempo ele, se tiver algum defeito, desculpe a nossa falha.


1º Quem tu pensa que é? Eu to vendo um pirralho metido a besta achando-se o máximo que começa com um comentário ofensivo dizendo estar rindo da situação. Se ta rindo é porque tem algum palhaço na conversa e com toda certeza tu é o próprio. Começou ofendendo, que lindo.

2º Não é briga é pontos de vista. Se você acha que o cara que fez um soldado da milícia que deixou o exército e resolveu sair a caça de ladrões foragidos e, consequentemente, tornou-se um aventureiro pode determinar num nível de ameaça a vida dele que é “Oh, vou matar o arcano antes.” O problema é teu. Pra mim isso é meta game e ilógico já que o guerreiro a frente pode causar muito mais problemas para o personagem que o arcano ao fundo. Mesmo porque o que é a magia para alguém que so ouviu falar, viu pouco ou nem conhece? Antes arriscar-se pelo certo que tentar defender as duvidas.

Claro, há várias historias e várias situações. Entretanto saber que só porque o cara conjura magia é mais perigoso e deve sempre ser morto é escroto. Acaba por tornar os combatentes inúteis até porque acaba virando uma espécie de “vou matar antes quem me da mais dano, nesse caso, o arcano”.


Sim, quanto um personagem em níveis baixos é informado. A grande maioria ouve historias, no maximo, mas não tem idéia dos diversos usos e capacidades dos poderes arcanos. Especialmente porque é mais comum um combatente (que já não entende da área) que um dito,literalmente, arcano. E se a maioria das historias fosse realmente verdade, especialmente dos montes de pessoas no mundo que gabam-se e mentem, iria ser extremamente um caos qualquer um saber magia e ficar conjurando-a por aí indiscriminadamente. (Na minha visão de mundo. Sim, não gosto de FH exatamente porque a magia é fácil demais)

Agora, supondo que o personagem é um praticante iniciante de magia, ensinado por chefe que é dono de uma loja de ervas... Bem, voce aprendeu sobre ela,a magia, seus poderes e efeitos. Provavelmente sabe que tudo é possível, mas que isso demora e vem com o tempo... Precisa-se de mais inteligência, sabedoria e experiência para entender os caminhos da magia. Num combate, imaginando que o outro arcano talvez fosse mais poderoso e consequentemente um risco maior pois ele poderia conjurar aquela lendária magia que você soube que poucos sábios conseguem,então assim, você iria dizer para os demais ou procurar atacar o Arcano a todo custo. Evitando assim que ele acabe por fazer a diferença total na batalha.


Quanto a lutar contra criaturas poderosas. Bem, se você fosse esse mesmo guardinha que resolveu aventurar-se e por ventura encontrasse alguma criatura poderosa ou até mesmo grande ou maior...

Como Pj você iria do nada : “ROLL ATACK?” Ou pensaria antes: MEU DEUS! QUE MONSTRO É ESSE? É melhor eu correr...
Um jogador interpretando um personagem mais astuto poderia até não ficar tão encagaçado mas iria preferir um combate mais tático, procurando alguma armadilha para prender a tal besta. Chamar a atenção da mesma pra um buraco ou qualquer coisa do gênero. Eu vejo como uma mania errada a maioria simplesmente: “roll atack” como se ver aquele monstro de 10 tentaculos com 10 vezes o teu tamanho, salivando algo pútrido com dentes afiados e uma aura de mal estar fosse algo que não causasse um tormento nos pjs, nem todos, pelo menos em alguns... a ponto de uns pedirem para o pessoal recuar ou desistir, enquanto outros se escondem e tal.


D&D é um sistema falho ( ao meu ver) e que em alguns aspectos pode melhorar com os ajustes individuais de cada um. Não cobrando todas as regras, por exemplo, mas nunca deixando o jogo deixar de ser fantasioso/realista em certos aspectos.

Sim, eu jogo Gurps e prefiro o sistema. Mas Gurps não tem o tão clássico medieval que o D&D tem.

3º Eu achei excelente a maioria das regras que já li. Essa dos personagens não começarem a ignorar o Guerreiro só pra partir pra outros alvos já é uma. Não espero que seja forte, mas que acabe ajudando com algumas penalidades aqui ou ali pro atacante ou bônus em combate para o Guerreiro.


Regras que eu não gostei foi a de pontos de vida. Acordar como um Cavaleiro do Zodíaco com ¼? (acho que é ¼ dos pvs) só porque tirou um 20 no dado eu achei um exagero. Entretanto concordo que isso é possível e irei aplicar tal regra mas acho que a modificarei para X pontos de vida ou apenas 1, como se o personagem tivesse um vigor poderoso e conseguisse , mesmo com 20 flechas cravadas pelo corpo levantar tirando as ultimas energias do interior ficar em pé para fazer algo. Mas ¼ eu achei muito.
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Mensagempor Youkai X em 29 Fev 2008, 15:32

É, essa questão dos personagens jogadores não terem medo de criaturas muito maiores e mais fortes que eles também me dá raiva (embora muitos jogadores ao ouvir algumas palavras-chave como "dragão" já sintam o medo começar a fluir). Aliás, certos tipos de criatura deviam ter automaticamente uma aura de medo para com espécies diferentes (tipo a aura de medo do dragão ou coisa do tipo), pois novamente é o caso de existir regras que "forcem" a interpretação dos PJs. E a perícia intimidação poderia ser um pouco mais efetiva ainda por cima :P
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Mensagempor Lumine Miyavi em 29 Fev 2008, 15:55

...cara, qual é o problema dos lurkers / novos membros atualmente? Não tem educação, não sabem "hinterpretrar" texto, nem tem o mínimo de respeito pelo próximo.

E estou gostando do sumário, Shin. Pode continuar?
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Mensagempor Agatha em 29 Fev 2008, 16:08

Gente, vocês não estão desvirtuando um pouco do tema proposto ao tópico não?

Não sei se falar isso cabe apenas aos moderadores, mas eu acho melhor (e mais coerente) criar um novo tópico pra debater meta-jogo, PVs e o escambau todo que vocês estão discutindo.
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