- o guerreiro, cercado por um grupo de hobgoblins, tenta dar um ataque forte sem o intuito de atingir mortalmente seus adversários, querendo apenas desequilibrá-los para abrir uma rota de fuga. O DM, como Mestre do Jogo, estipula a dificuldade da ação, e pede um teste do jogador.
Simples, e funcional.
mesa de D&D 3.whatever:
- o guerreiro, cercado por um grupo de hobgoblins, tenta dar um ataque forte sem o intuito de atingir mortalmente seus adversários, querendo apenas desequilibrá-los para abrir uma rota de fuga. O Livro do Jogador (ou qualquer outro suplemento mensal) estipula que se ele tiver o feat tal, o poder tal, ou o whatever tal, ele pode fazer com um bônus de X. Caso contrário, não pode nem tentar o teste. O DM está ali só de enfeite, e para decorar regras e montar aventuras, sem ter controle sobre as situações, o que acaba criando algumas situações absurdas em sua idiotice.
Aaaaaaaaaaaah, mas tem a Regra de Ouro, alguém poderia dizer. Tem. Ela ainda está citada em um quadradinho em algum lugar no Livro do Mestre. Mas ela foi enterrada por um sem-número volume de livros cobrindo todas as possibilidades de jogo, e por um sem-número de jogadores chorões que querem apenas "ter os bonus para seus personagens", que mais parecem uma garrafa de refrigerante vazia: uma forma esteticamente bonita, mas sem conteúdo.
Essa tendência, essa insistência desse grupo de jogadores que acredita que tem de ter regra para tudo, de que todas as classes tem de ser equilibradinhas uma com a outra (senão o jogo não presta e é falho), é uma das coisas que está matando o D&D.
Engraçado que ocorreu a mesma exata situação em um dos links de beta testers que eu passei, e se resolveu que nem em AD&D e não no D&D terceira edição.
Onde está seu argumento agora?




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