Como dar Vida aos Combates.

Essa é a seção para conversas gerais sobre RPG, que não são sobre um sistema específico ou envolvem a sociedade em discussão sobre aspectos culturais, religiosos, comportamentais e educacionais do RPG, a popularização do jogo e o combate ao preconceito.

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Mensagempor AKImeru em 20 Mar 2008, 13:56

O Problema é que mesmo entrando só para provocar eles e fazer eles passarem por idiotas eu estava usando de argumentos lógicos, sensatos, e pessoais fazendo com quem participasse tivesse que me dar razão, mesmo sabendo que eu tava ali só, para causar.


Você não pode fazer um Elefante ser ainda mais elefante, pode?

O Que é Certo e o que é Errado?

Eu falo do que é verdade para mim e você o que é para você.

Eu deixei explicito que era miha opnião e não uma VERDADE ABSOLUTA.

Então para mantermos uma conversa amigavel e num ambito que um forum decente precisa ter não ficaria mais bonitinho voce Dizer "COMIGO ACONTECEU EXATAMENTE O CONTRARIO DO QUE ACONTECEU COM VOCE"


Certo adimito que não usei nenhum argumento decente. Mas eu e você sabemos muito bem que AD&D era cheio de limitações enquanto D&D 3.X o nome do jogo era opções. Por que justo o segundo é mais pancadaria automatica?
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Mensagempor Elven Paladin em 20 Mar 2008, 14:07

Eu resumiria o tópico todo em algumas palavras: Jogue Iron Heroes.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

When you decide to grant power to government, start by thinking "What powers would I allow the government to have over me if I knew that my worst enemy in the world was going to be in charge of this government?" - Hastings & Rosenberg.
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Mensagempor Gun_Hazard em 20 Mar 2008, 14:57

Oda Nobunaga escreveu:Por que justo o segundo é mais pancadaria automatica?


Eu Acho que Justamente por causa de Ambientação (Ou Falta dela).

Nas mesas de outras pessoas que ví (Encontro e Foruns da Vida).

Eu noto falta de "Espirito de Aventura".

Não se joga para "Viver Aventuras" mesmo nos mais diferentes ambitos e sim para matar monstros (Não que isso seja ruim eu adoro isso).

Hoje em dia não se escolhe um "Mago" por ser um personagem Misterioso e Mitico que controla as forças do Universo a sua vontade e sim para soltar bolas de fogo, "a final todo mundo sabe que guerreiro não tá com nada o que causa mais dano são os conjuradores".

Os únicos livros (3.X) que tem mais ou menos alguma coisa de diferente e para incrementar as aventuras são os Suplementos (Pilhas não Inclusas, Vendidas Separadamente), mas que quem já leu o Livro do Jogador e já joga a algum tempo sem nunca ter lido nada a respeito de ambientações pega os suplementos e pula logo para a parte de talentos e Classes de prestigio...


DONA EDIT:

De Que adianta o 3.X ter mais opções que o AD&D se estas opções são somente para pensar menos e bater mais...
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Mensagempor Elven Paladin em 20 Mar 2008, 15:18

Gun_Hazard

E você obviamente tem ao seu lado dados obtidos através de pesquisas de opinião e análise de diversos grupos de RPG em mais de 5 países para suportar essa afirmação, certo? :shades:
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Gun_Hazard em 20 Mar 2008, 15:34

Sorcerer of Shadow escreveu:Gun_Hazard
E você obviamente tem ao seu lado dados obtidos através de pesquisas de opinião e análise de diversos grupos de RPG em mais de 5 países para suportar essa afirmação, certo? :shades:


Não!

Eu tenho um negocio chamado Censo Critico e observativo.

Vou Repetir para ver se voce entendeu direitinho:

EU observei em Mesas que joguei com outros mestres (Em encontros) e em mesas vias Foruns e EU observei que falta o tal heroismo mencionado.

Agora o que VOCE observou?

Me Diga a vamos conversar como pessoas inteligentes, como eu suponho que voce seja.

PS: Não tente ser Sarcástico comigo porque na escola que voce tá estudando eu sou professor...
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Mensagempor Eltor Macnol em 20 Mar 2008, 15:46

Ambos, guardem o sarcasmo para si mesmos, a conversa vai ser muito mais amigável dessa forma.

Gun Hazard, eu não duvido nem um pouco que você tenha visto jogos assim, acho que todos já vimos. O único ponto em contenda aqui é a parte de dizer que de alguma forma isso foi causado pelo advento do D&D 3e. Tchê, um dos primeiros grupos de RPG que eu conheci adorava se vangloriar de como conseguia causar X de dano com uma katana em storyteller, ou em como tinham feito uma aventura viajando entre planos e saíram matando goblins com metralhadoras.

Em AD&D.

Não esqueça que as suas observações pessoais são puramente subjetivas, como a de qualquer um aqui... dizer que nos grupos com os quais você conviveu foi assim (como você fez no texto inicial) não tem problema algum. Só abre margem à discussão é se você disser que isso é uma regra geral, que o sistema é feito de forma a acabar com o espírito heróico e incentivar o mata-mata, etc. Aí é de se esperar que haja contra-argumentos.
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Mensagempor Alessandro_Franzen em 20 Mar 2008, 15:53

Acho que não seja o caso disso,Sorcerer of Shadow, mas ele não está tão errado em ter essa percepção. O problema é mentalidade dos jogadores e do próprio Mestre. A idade afeta muito a visão de cada estilo de jogo... Os mais jovens gostam de powergaming, já os mais veteranos como eu tendem a descartar o powergaming em benefício de uma boa história e desenvolvimento de personagens. Não é um evento isolado, é um fato... Em qualquer lugar do mundo que exista um forum de RPG, existe esta questão... Vejam o DVD "The Gamers" e você nota que é algo tão comum que até espanta.

No caso do AD&D, ele podia ter certas limitações comparado ao sistema 3.X, mas continha diversas coisas legais... que dependendo do grupo preferia brincar de Hack&Slash ou até manter uma história mais profunda. A mesma coisa acontece no 3.X e vai ocorrer no 4.Y e outras futuras encarnações de D&D, o problema é como o dono do livro e o criador da aventura entende por diversão. Ahn, sim... sobre os pontos de heroismo que foi comentado... o AD&D ganhou uma cópia deles após Monte Cook tê-los criado em Rolemaster com o nome de Fate Points. Anos depois ele ressucitou os pontos de heroismo no livro do jogador alternativo para 3.5 chamado Arcana Evolved.

SE interpretar é supérfluo para uma mesa, esta não utilizará desse recurso, focando sua atnção nos Combistas de plantão. Se interpretar deixa os jogadores mais felizes, a mesa em questão adotará a técnica sem restrições. Dai, voltamos nossa atenção ao caso de como deixar um combate mais chamativo, a resposta correta está em como o mestre do jogo percebe seu brinquedo... Uns preferem manter estilo video game enquanto outros se esforçam para criar algo cinematograficamente interessante.

Eu prezo pelo cinematograficamente interessante, mas há quem prefira outro estilo. Gosto é algo muito pessoal e polêmico, logo não vejo porque continuar tocando nesse assunto repetidas vezes. Voltemos ao cerne da questão... como dar vida aos combates.

Sugestão: Trilha sonora de fundo ou até mesmo CD com efeitos especiais durante a batalha.
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Mensagempor Carol a hiperativa em 20 Mar 2008, 16:04

Eu prezo pelo cinematograficamente interessante, mas há quem prefira outro estilo. [2]

Pois é isso mesmo!

Como já foi visto em outros topicos aqui desse forum, bom mestre é aquele que faz seus jogadores se divertirem, e se a mesa prefere porrada, porque obriga-los a interpretar
???

Sem duvida nenhuma eu prefiro uma boa interpretação e uma historia profunda em detrimento de porrada pura e gratuita!
Confiram o meu diario de campanha ^_^ (Baseado em changeling: o sonhar)

viewtopic.php?f=17&t=1730

...

Eu presiso de dinheiro, eu presiso de muito dinheiro. Pra que?

Para não presisar dele. Pra que?

Para não presisar trabalhar. Pra que?

Para ficar sem fazer nada. Pra que?

Para poder PENSAR!
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Mensagempor AKImeru em 20 Mar 2008, 16:04

Eu Acho que Justamente por causa de Ambientação (Ou Falta dela).


D&D terceira edição teve mais fluff do que AD&D, ao menos no core.


Em suma: LOL wut?

Nas mesas de outras pessoas que ví (Encontro e Foruns da Vida).

Eu noto falta de "Espirito de Aventura".


Eu já joguei Tagmar duas vezes. Em uma, foi uma sessão interpretativa e interessanre, e a segunda foi como um videogame.

Ao lado de ambas as mesas eu vi um jogo de Vampiro virar pancadaria.

Seguindo sua lógica, Vampiro é mais pancadaria do que Tagmar.

Hoje em dia não se escolhe um "Mago" por ser um personagem Misterioso e Mitico que controla as forças do Universo a sua vontade e sim para soltar bolas de fogo, "a final todo mundo sabe que guerreiro não tá com nada o que causa mais dano são os conjuradores".


Tem como provar isso?

Os únicos livros (3.X) que tem mais ou menos alguma coisa de diferente e para incrementar as aventuras são os Suplementos (Pilhas não Inclusas, Vendidas Separadamente), mas que quem já leu o Livro do Jogador e já joga a algum tempo sem nunca ter lido nada a respeito de ambientações pega os suplementos e pula logo para a parte de talentos e Classes de prestigio...


Quanto a primeira parte:

Não sei se você sabe mas é muito comum os mestres criarem cenários em cima do fluff do core, ou criar apenas elementos dele para as aventuras. Onde está a falta de ambientação?

É mais ou menos reclamar que Exalted não tem ambientação por não descrever cuidadosamente cada pais do mundo(E olha que Exalted tem uma incrivel e bem descrita ambientação, ele só não entra em detalhes nos ondes).

Quanto a segunda parte: Tem como provar isso?

De Que adianta o 3.X ter mais opções que o AD&D se estas opções são somente para pensar menos e bater mais...


Você se contra disse aqui. Opções. Você precisa pensar e escolher elas, ou seja, exige pensamento, antes de se bater.

Em resumo: Nunca fale "D&D terceira edição é mais pancadaria" sem ter provas concretas. É apenas sua visão, e sem fatos e argumentos, ela tem peso de papel.

Sem duvida nenhuma eu prefiro uma boa interpretação e uma historia profunda em detrimento de porrada pura e gratuita!



E aqui vem a pergunta de um milhão de dolares: Você tem algum problema com quem gosta da porrada pura e gratuita?

Eu não tenho nada contra, eu apenas saiu do jogo.

Se ao menos os mestres não se sentissem tão ofendidos quando eu faço isso...
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Mensagempor Khelben Arunsun em 20 Mar 2008, 18:15

Mais um pouco sobre o tópico.

Legal pela iniciativa, Gun! Você escreveu 1.501 palavras falando sobre como dar vida em combates, acrescentando algumas técnicas que já são utilziadas por uns, conhecidas por outros, e que podem vir a ajudar muitos DMs e jogadores iniciantes a enriquecer os combates em suas mesas de jogo.

Infelizmente, para alguns membros, apenas 26 dessas palavras merecem destaque:

O tempo foi passando e mudamos para o D&D 3.0, foi então que surgiu o problema, as regras os combates que antes eram empolgantes a meros números e dados.


Eles não conseguem nem ler os parágrafos seguintes, onde você defende e isenta o sistema de regras.


Fazer o quê? Ficar discutindo não leva a nada. O fato verdadeiro é que exigem provas concretas de que sua opinião esteja correta, mas se isentam de demonstrar provas concretas que a opinião deles está correta. E nem lêem a parte do artigo em que é argumentado que o sistema de regras nada tem a ver com a situação, e sim, a habilidade descritiva do Mestre.

Resultado: desvirtuação de um tópico onde o objetivo era "Como dar vida aos combates", e não "Dar vida ao combate sobre qual edição é melhor".

Sugestão? Enxugue essas 26 letras supracitadas do seu artigo, e vamos dar ênfase à sua idéia, ou seja, incutir drama na hora do quebra-pau. :aham:

Nessa discussão eu quero entrar, e sei que você também quer. De qualquer outra, eu me ausento. :aham:
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 20 Mar 2008, 19:58

Geralmente, quando eu faço um combate eu costumo pedir descrição de movimentos, nada super elaborado, só o suficiente para parecer que pessoas estão lutando e não jogando apenas dados e vendo os estragos que causavam, já como jogador eu me forço a fazer esse papel, adoro coisas como fazer seu próximo movimento parte de seu movimento anterior, por isso eu meio que escolho onde estou antes de atacar senão fica que nem os combates estáticos dos primeiros Final Fantasy, onde o bonequinho ia pra frente, batia com a arma e ia pra trás, eu posso perdoar dentro de um FF, porque FF são muito bons, mas me tira o tesão de jogar se isso rola em um combate no jogo, afinal, combater com roleplay é possível, afinal, sem isso perde-se parte da graça.
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Mensagempor AKImeru em 20 Mar 2008, 20:14

Eles não conseguem nem ler os parágrafos seguintes, onde você defende e isenta o sistema de regras


Oh eu li. Eu só não comentei porque eu não poderia acresentar nada. Todo mundo que acompoanha as discussões sabe que eu já estou de saco cheio desses preconceitos bobos que as pessoas colocam em sua cabeça e agem como se fossem fatos até confrontadas diretamente.
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Mensagempor Khelben Arunsun em 20 Mar 2008, 20:34

Verdade. Eu acompanho as discussões, e sei que você não suporta idéias que não sejam comprovadas como fatos.

Maaas, como diria a sábia Irmã Selma: "Já deu, né?"

O tópico é para discutirmos outro assunto, que diz respeito aos outros 98,27% do texto do autor...

Logo logo tio Eltor vai ficar de bigode arrepiado... aí o troço vai ficar feio pra nóis. :blink: :bwaha:


E falando sobre idéias inventivas no combate, comente sua técnica utilizada pra vencer a batalha de Nagashino, ó regente do Castelo Nagoya. Três linhas de atiradores pra dizimar a cavalaria dos Takeda???

Nobunaga era muito matreiro. Mereceu ser mencionado no Scoundrel. ^^
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Mensagempor _Virtual_Adept_ em 20 Mar 2008, 20:36

Não gosto desse papo de "sistemas do passado eram mais roleplay, eram mais descritivos!"
Que nada. Em sistemas do passado as mulheres usavam biquini de cota de malha. Em sistemas do passado você era um Guerreiro, um Mago, um Clérigo ou um Ladino.
O que nós vemos é um embassamento da memória causado pela nostalgia. Até um dia desses eu ficava lembrando Cavaleiros do Zodíaco como um desenho emocionante e sem defeitos, bem melhor que DBZ. Até que eu vi de novo. CdZ é horrível! :bwaha:

O ponto não é o sistema. Não é a ambientação. Não é nada além da sua capacidade de usar o sistema e a ambientação a seu favor.
Eu consigo aproveitar histórias de high-fantasy e supers bem melhor que em um cenário de Storyteller.
Alguns amigos meus fazem o contrário.
Alguém é melhor? Mais overpower? Menos interpretativo?
Sem dúvidas, minhas campanhas são mais épicas. Mas isso não quer dizer que sejam menos profundas.
Adepto do Heroísmo, blog sobre Mutantes & Malfeitores.
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Mensagempor AKImeru em 20 Mar 2008, 20:43

E falando sobre idéias inventivas no combate, comente sua técnica utilizada pra vencer a batalha de Nagashino, ó regente do Castelo Nagoya. Três linhas de atiradores pra dizimar a cavalaria dos Takeda


Sim, mas apenas a primeira linha atirava, ela recuava, a outra linha tomava seu lugar, e atiravam. Enquanto essa linha atirava, as outras duas recarregavam as armas. Assim, eles puderem dizimar a maior e melhor cavalaria do japão em questão de minutos.

"A era do guerreiro morre, e a epoca da polvora começa, hoje, nesse campo de batalha."

E frases similares são atribuidas ao Oda nessa batalha.

Um filme muito bom que mostra essa cena é o Kagemusha.

Nobunaga era muito matreiro. Mereceu ser mencionado no Scoundrel. ^^


Ele e o Kenshin Uesugi são meus Daimyos favoritos.

Mas nunca considerei o Oda um scoundrel. Ele era um estrategista bem excentrico que se fazia de tolo para fazer os inimigos parecem ter vantagem, e os manipulava como bem entender. Ele fez isso tão bem, que até hoje ninguem sabe suas verdadeiras intenções.

que nós vemos é um embassamento da memória causado pela nostalgia. Até um dia desses eu ficava lembrando Cavaleiros do Zodíaco como um desenho emocionante e sem defeitos, bem melhor que DBZ. Até que eu vi de novo. CdZ é horrível!


Assim como DBZ

Homens de verdade preferem Yu Yu Hakusho.

Não é nada além da sua capacidade de usar o sistema e a ambientação a seu favor.


Ding! Ding! Ding1
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