Oda Nobunaga escreveu:Sim, mas apenas a primeira linha atirava, ela recuava, a outra linha tomava seu lugar, e atiravam. Enquanto essa linha atirava, as outras duas recarregavam as armas. Assim, eles puderem dizimar a maior e melhor cavalaria do japão em questão de minutos.
"A era do guerreiro morre, e a epoca da polvora começa, hoje, nesse campo de batalha."
E frases similares são atribuidas ao Oda nessa batalha.
Um filme muito bom que mostra essa cena é o Kagemusha.
Hmmm... não vi esse filme. Hora de buscar algo novo pra se assitir. Valeu pela dica.
...Mas nunca considerei o Oda um scoundrel. Ele era um estrategista bem excentrico que se fazia de tolo para fazer os inimigos parecem ter vantagem, e os manipulava como bem entender. Ele fez isso tão bem, que até hoje ninguem sabe suas verdadeiras intenções.
Mas essa é bem uma das descrições do scoundrel: enganar os adversários, nunca deixar ninguém ter certeza de suas forças... nem de suas fraquezas.
Homens de verdade preferem Yu Yu Hakusho.
Nunca assisti. E eu prefiro Zillion. Ou Love Hina.
A meu ver, a descrição dada pelo Mestre / Narrador / Deus Malvado é o alfa e o ômega de um combate "vivo" e interessante.
Não apenas a descrição visual, mas a descrição olfativa ("você sente o cheiro do sangue impregnando suas narinas, enquanto sua lâmina azulada eviscera mais um oponente"), auditiva ("os gemidos de Sir Bowen podem ser ouvidos mesmo à essa distância, acima do som do aço das lâminas se chocando contra o aço e a madeira dos escudos adversários. O cavaleiro deve estar terrivelmente ferido. E nenhum de seus aliados está próximo o suficiente para prestar-lhe auxílio"), e a descrição sensorial ("a língua pegajosa e forte do morto vivo corre por sua testa, a boca da criatura próxima demais para seu gosto. O suor escorre por suas mãos, quase fazendo sua arma escorregar, o que torna a proximidade quase íntima do morto-vivo algo ainda mais aterrador").
Em certos momentos, uma trilha sonora cai bem. Aqui, vai o critério de cada Mestre.
É bom também pedir que os jogadores descrevam suas ações. Talvez alguém tente algo inusitado, não coberto pelas regras, mas que pode render uma cena dramática emocionante ("o último hobgoblin vivo começa a correr declive abaixo. Se ele continuar nesta rota de fuga, ele terá a oportunidade de avisar seus superiores da investida do grupo. Sem pensar em sua própria segurança, o anão Thormuld Horn salta da beira do precipício, com machado em punho e um sorriso maníaco a rasgar-lhe a face. O anão cai oito metros abaixo, diante do atônito hobgoblin, cortando-lhe a única rota de fuga. Seus joelhos tremem com o impacto da queda, mas ele se sustenta de pé, e a proximidade de seu machado inutiliza a eficácia do arco do goblinóide").
No mais, a regra de ouro é tentar sempre atrair a atenção dos jogadores. Combater goblinóides em uma masmorra é comum. Combatê-los em uma sequência de precipícios, com caminhos tortuosos para se chegar até os adversários, e várias oportunidades táticas para ambos os lados... já é outra coisa. ^^
P.S.: bem que o Thormuld podia ter ganho um xp bônus só pela investida ladeira abaixo, né Mirallatos???
