Como dar Vida aos Combates.

Essa é a seção para conversas gerais sobre RPG, que não são sobre um sistema específico ou envolvem a sociedade em discussão sobre aspectos culturais, religiosos, comportamentais e educacionais do RPG, a popularização do jogo e o combate ao preconceito.

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Como dar Vida aos Combates.

Mensagempor _Virtual_Adept_ em 20 Mar 2008, 20:52

Homens de verdade preferem Yu Yu Hakusho.

Você, assim como todo mundo, vai achar impressionante, mas:
Eu nunca vi Yu Yu Hakusho.

As idéias do Gun são até boas. E eu concordo com premiação em XP por batalha bem interpretada, é uma forma de recompensar os jogadores que contribuíram com a diversão na mesa.
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 20 Mar 2008, 20:59

Homens de verdade preferem Yu Yu Hakusho.


lol, quotado por ser verdade, quando eu era pequeno achava legal, quando vi recentemente, continuo achando legal.

Eu acho que o assunto off topic que tava rolando bem que podia acabar agora, porque senão vamos continuar num loop infito.

Fazer combates emocionantes, as vezes pode demanadar, um pouco mais do que apenas roleplay, as vezes o mestre vai precisar de um apoio visual. (mesmo com as miniaturas, pra quem joga D&D)
Por vezes serão necessários desenhos, para dar um feeling a mais e ajudar os players a entrarem no clima, já aconteceu a precisarmos de mais do que isso quando narrava e utilizarmos pedaços de pau para demonstrar os golpes (nada com violência, apenas mostrar como foram os movimentos, crianças e jogadores sem noção, NÃO FAÇAM ISSO EM CASA e principalmente FORA DELA), quando se faz isso os players parecem dar uma atenção maior ao modo como seus personagens lutam e isso é bem legal de fazer, e as vezes saem conversas em batalha bem envolventes.
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Mensagempor Khelben Arunsun em 20 Mar 2008, 21:39

Oda Nobunaga escreveu:Sim, mas apenas a primeira linha atirava, ela recuava, a outra linha tomava seu lugar, e atiravam. Enquanto essa linha atirava, as outras duas recarregavam as armas. Assim, eles puderem dizimar a maior e melhor cavalaria do japão em questão de minutos.

"A era do guerreiro morre, e a epoca da polvora começa, hoje, nesse campo de batalha."

E frases similares são atribuidas ao Oda nessa batalha.

Um filme muito bom que mostra essa cena é o Kagemusha.


Hmmm... não vi esse filme. Hora de buscar algo novo pra se assitir. Valeu pela dica. :victory:

...Mas nunca considerei o Oda um scoundrel. Ele era um estrategista bem excentrico que se fazia de tolo para fazer os inimigos parecem ter vantagem, e os manipulava como bem entender. Ele fez isso tão bem, que até hoje ninguem sabe suas verdadeiras intenções.


Mas essa é bem uma das descrições do scoundrel: enganar os adversários, nunca deixar ninguém ter certeza de suas forças... nem de suas fraquezas.

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Nunca assisti. E eu prefiro Zillion. Ou Love Hina. :b




A meu ver, a descrição dada pelo Mestre / Narrador / Deus Malvado é o alfa e o ômega de um combate "vivo" e interessante.

Não apenas a descrição visual, mas a descrição olfativa ("você sente o cheiro do sangue impregnando suas narinas, enquanto sua lâmina azulada eviscera mais um oponente"), auditiva ("os gemidos de Sir Bowen podem ser ouvidos mesmo à essa distância, acima do som do aço das lâminas se chocando contra o aço e a madeira dos escudos adversários. O cavaleiro deve estar terrivelmente ferido. E nenhum de seus aliados está próximo o suficiente para prestar-lhe auxílio"), e a descrição sensorial ("a língua pegajosa e forte do morto vivo corre por sua testa, a boca da criatura próxima demais para seu gosto. O suor escorre por suas mãos, quase fazendo sua arma escorregar, o que torna a proximidade quase íntima do morto-vivo algo ainda mais aterrador").

Em certos momentos, uma trilha sonora cai bem. Aqui, vai o critério de cada Mestre.

É bom também pedir que os jogadores descrevam suas ações. Talvez alguém tente algo inusitado, não coberto pelas regras, mas que pode render uma cena dramática emocionante ("o último hobgoblin vivo começa a correr declive abaixo. Se ele continuar nesta rota de fuga, ele terá a oportunidade de avisar seus superiores da investida do grupo. Sem pensar em sua própria segurança, o anão Thormuld Horn salta da beira do precipício, com machado em punho e um sorriso maníaco a rasgar-lhe a face. O anão cai oito metros abaixo, diante do atônito hobgoblin, cortando-lhe a única rota de fuga. Seus joelhos tremem com o impacto da queda, mas ele se sustenta de pé, e a proximidade de seu machado inutiliza a eficácia do arco do goblinóide").

No mais, a regra de ouro é tentar sempre atrair a atenção dos jogadores. Combater goblinóides em uma masmorra é comum. Combatê-los em uma sequência de precipícios, com caminhos tortuosos para se chegar até os adversários, e várias oportunidades táticas para ambos os lados... já é outra coisa. ^^

P.S.: bem que o Thormuld podia ter ganho um xp bônus só pela investida ladeira abaixo, né Mirallatos??? :cool: :pidao:
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Como dar Vida aos Combates.

Mensagempor Gun_Hazard em 21 Mar 2008, 22:37

Khelben Arunsun escreveu:Mais um pouco sobre o tópico.

Legal pela iniciativa, Gun! Você escreveu 1.501 palavras falando sobre como dar vida em combates, acrescentando algumas técnicas que já são utilziadas por uns, conhecidas por outros, e que podem vir a ajudar muitos DMs e jogadores iniciantes a enriquecer os combates em suas mesas de jogo.

Infelizmente, para alguns membros, apenas 26 dessas palavras merecem destaque:

O tempo foi passando e mudamos para o D&D 3.0, foi então que surgiu o problema, as regras os combates que antes eram empolgantes a meros números e dados.


Eles não conseguem nem ler os parágrafos seguintes, onde você defende e isenta o sistema de regras.


Fazer o quê? Ficar discutindo não leva a nada. O fato verdadeiro é que exigem provas concretas de que sua opinião esteja correta, mas se isentam de demonstrar provas concretas que a opinião deles está correta. E nem lêem a parte do artigo em que é argumentado que o sistema de regras nada tem a ver com a situação, e sim, a habilidade descritiva do Mestre.

Resultado: desvirtuação de um tópico onde o objetivo era "Como dar vida aos combates", e não "Dar vida ao combate sobre qual edição é melhor".

Sugestão? Enxugue essas 26 letras supracitadas do seu artigo, e vamos dar ênfase à sua idéia, ou seja, incutir drama na hora do quebra-pau. :aham:

Nessa discussão eu quero entrar, e sei que você também quer. De qualquer outra, eu me ausento. :aham:



Khelben eu já disse que sou seu fã?

Realmente eu fiz o Texto como uma ajuda para mestres e jogadores que procuram uma ajuda para melhorar seus combates.

E espero comentários neste sentido ou ajudando a melhorar o texto ou descrevendo suas esperiencias NESTE Sentido.

PS: Mas como parece que o Assunto Sistemas, Regras e ambientação é bem discutivel, vou abri outro tópico sobre isso, lá voces poderam me questionar tranquilos...
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 21 Mar 2008, 23:14

PS: Mas como parece que o Assunto Sistemas, Regras e ambientação é bem discutivel, vou abri outro tópico sobre isso, lá voces poderam me questionar tranquilos...


definitivamente sim, tudo isso acaba em troca de farpas entre fãs de sistema X e fãs de sistema Y (geralmente D20 e Storyteller), por isso mesmo dá confusão.

Sobre os combates, o que vocês acharam da idéia que eu coloquei?
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Mensagempor Gun_Hazard em 21 Mar 2008, 23:21

Aluriel de Laurants escreveu:Geralmente, quando eu faço um combate eu costumo pedir descrição de movimentos, nada super elaborado, só o suficiente para parecer que pessoas estão lutando e não jogando apenas dados e vendo os estragos que causavam, já como jogador eu me forço a fazer esse papel..., afinal, combater com roleplay é possível, afinal, sem isso perde-se parte da graça.


Eu Gosto deste tipo de descrição também.

Minha Revolução como Mestre foi o dia que levantei da cadeira e fiquei em pé descrevendo as ações



Aluriel de Laurants escreveu:Fazer combates emocionantes, as vezes pode demanadar, um pouco mais do que apenas roleplay, as vezes o mestre vai precisar de um apoio visual. (mesmo com as miniaturas, pra quem joga D&D)


Com a gente não deu certo o negocio de miniatura. Geralmente eu descrevo tudo e sempre deixo aberto para eles perguntarem coisas como distância, ambiente e condições (Priorizo Descrição e imaginação). Quando um jogador descreve algo que não condiz com a posição dos jogadores eu esclareço a situação e deixo livre para ele mudar de opnião. Mas no caso da idéia dele ser boa, eu mudo a minha idéia em detrimento da diversão do grupo. Em último caso rascunhamos posições e distancias em um papel...

Khelben Arunsun escreveu:É bom também pedir que os jogadores descrevam suas ações. Talvez alguém tente algo inusitado, não coberto pelas regras, mas que pode render uma cena dramática emocionante


Eu uso isso como Mestre e jogador...

Uma Vez meu Guerreiro (Porradeiro) estava lutando contra robgoblins (Coitados deles...) E Pulou em cima de uma mesa, de lá eu joguei a minha espada para o hobgoblin e disse “Segura!” quando ele se distraiu segurando a espada eu dei um chute e quebrei o pescoço dele com um chute na cabeça...

Outra (com o mesmo guerreiro) eu joguei a espada no chão para evitar que o bandido matasse a refém e quando ele se distraiu eu joguei uma adaga no pescoço dele, mas o dano não foi o suficiente para matá-lo e ele ficou em pé com a adaga presa na traquéia eu dei uma investida e uma cabeçada no cabo da adaga! (Imaginem o resultado...)

Este é o tipo de Ação que eu costumo colocar em meus combates, Claro que em ambos os casos eu causaria mais dano usando Minha Espada Bastarda, mas prefiro fazer o que acho apropriado e não o que causaria mais dano (Até porque simplesmente causar dano absurdo já se tornou chato para o jogador e para o personagem).
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 22 Mar 2008, 09:20

Entendo, eu também não uso miniaturas, porque narro storyteller/storytelling, que não as utilizam obrigatóriamente, por isso geralmente eu levanto da mesa também.
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Mensagempor Deicide em 22 Mar 2008, 09:31

Eu uso "miniaturas" (na verdade, umas pecinhas de plástico e de papel) em D&D, mas também me levanto da mesa e descrevo as coisas. O pior problema é a demora dos turnos. Como cada rodada exige uma ação, o combate parece em câmera lenta. Por isso, a cada três ou quatro turnos, após a ação de um personagem, eu volto um pouco no tempo e relembro àquele jogador os eventos do combate até aquele ponto, "re-narrando" os golpes e movimentos dele e do inimigo para manter a sensação de movimento constante em combate.
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.

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Mensagempor Khelben Arunsun em 22 Mar 2008, 09:48

As miniaturas tem suas vantagens e desvantagens.

A maior desvantagem delas, a meu ver, e o fato de gerarem um certo "pensamento meta-jogo" dos invocadores e dos arqueiros.

Como assim?

Os jogadores ficam medindo os quadriculados do grid de batalha para ver se suas magias ou flechas irão ou não atingir os adversários.

Passando isso para o combate imaginativo do rpg: o mago (exemplo) não tem uma trena mental para saber se seu relâmpago de 52 mt de alcance vai atingir ou não o ultra-vilão em fuga alucinada pelo cenário. :cool:

Pensando nisso, o Monte Cook escreveu uma série de artigos pra Dungeon, cobrindo essas pequenas peculiaridades (que podem parecer miudezas sem sentido, mas em certos momentos geram discussões interessantes) como alcance, distância, e o fato dos heróis não terem um "computador de bordo" para medir área de efeito nem alcance máximo. :b
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Mensagempor Deicide em 22 Mar 2008, 10:26

Khelben Arunsun escreveu:As miniaturas tem suas vantagens e desvantagens.

A maior desvantagem delas, a meu ver, e o fato de gerarem um certo "pensamento meta-jogo" dos invocadores e dos arqueiros.


"Quotado" por ser verdade. Uma coisa que eu odeio, como Mestre, é quando os conjuradores medem distâncias certinhas para a bola de fogo, a ponto da linha ferir os oponentes mais fortes e não ferir (por um simples quadrado de distância) os companheiros. Sempre achei isso tosco, pois essa precisão exata me incomoda bastante.

Como assim?

Os jogadores ficam medindo os quadriculados do grid de batalha para ver se suas magias ou flechas irão ou não atingir os adversários.

Passando isso para o combate imaginativo do rpg: o mago (exemplo) não tem uma trena mental para saber se seu relâmpago de 52 mt de alcance vai atingir ou não o ultra-vilão em fuga alucinada pelo cenário. :cool:

Pensando nisso, o Monte Cook escreveu uma série de artigos pra Dungeon, cobrindo essas pequenas peculiaridades (que podem parecer miudezas sem sentido, mas em certos momentos geram discussões interessantes) como alcance, distância, e o fato dos heróis não terem um "computador de bordo" para medir área de efeito nem alcance máximo. :b


Como ele sugeriu abordar esses problemas? Eu queria muito saber, pois acho esse aspecto do jogo bem tosco!
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Mensagempor Nibelung em 22 Mar 2008, 14:09

"Quotado" por ser verdade. Uma coisa que eu odeio, como Mestre, é quando os conjuradores medem distâncias certinhas para a bola de fogo, a ponto da linha ferir os oponentes mais fortes e não ferir (por um simples quadrado de distância) os companheiros. Sempre achei isso tosco, pois essa precisão exata me incomoda bastante.


Para magos, eu tenho duas palavras: Inteligência 18. Ele tem um computadorzinho de bordo fazendo cálculos mirabolantes em tempo real.

Para clérigos e druidas, duas palavras: Sabedoria 18. Ele analisa o comportamento do pessoal e tem alguma noção de onde eles estarão se movendo para evitar jogar uma tempestade da vingança na cabeça dos colegas.

Feiticeiros e bardos: Carisma 18. Eles convencem o mestre que podem fazer isso :linguinha:
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Mensagempor Youkai X em 22 Mar 2008, 14:13

Então mandem rolar testes de inteligência pra que eles tenham essa foderosidade mental a ponto de medir precisamente distâncias :P

Adorei a idéia do Deicide de re-narrar os últimos 3-4 turnos. De fato o Aluriel descreve bem os movimentos do personagem dele, fazendo ficar fácil imaginar o personagem dele lutando de forma meio parecda com o Siegfried de Soul Calibur. Tento usar trilhas sonoras também, mas ainda me travo um pouco até achar aquela realmente adequada XD .

E de acordo com algumas jogadoras os meus NPCs falam demais durante a luta... Embora nas últimas lutas os NPCs tenham falado bem pouco até.
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Mensagempor _Virtual_Adept_ em 23 Mar 2008, 18:09

Eu gosto de miniaturas.
Sem elas perdemos completamente a noção de posicionamento e de onde cada personagem está e do que ele está fazendo.
Por isso minhas campanhas acabam sendo, em geral, uma bagunça.
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Mensagempor Deicide em 23 Mar 2008, 18:34

Uma coisa legal das miniaturas é isso. Quando o combate é puramente narrado e envolve mais do que dois oponentes, perde-se muitas possibilidades e pode se cometer alguns equívocos no posicionamento entre um personagem e seus oponentes.

Por isso, mesmo quando não tem miniaturas em jogo, eu desenho mais ou menos a posição de cada personagem para facilitar a visualização.
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Mensagempor Carol a hiperativa em 27 Mar 2008, 07:54

E aqui vem a pergunta de um milhão de dolares: Você tem algum problema com quem gosta da porrada pura e gratuita?


De forma alguma, é gosto não é verdade?

Se os meus jogadores preferirem porrada pura e gratuita é isso oque eu darei para eles, simples ^_^

Eu é que prefiro interpretação, mas isso é gosto meu, tb adoro dar MUITA porrada de vez em quanto, mas particularmente quando fasso isso gosto de arrumar alguma justificativa mais plausivel. Eu gosto dessa forma ^^


OFF: Gosto de alguns desenhos japoneses tb, tb gosto de yu yu ainda XD, mesmo depois de mais velha, tb gosto de DBZ acreditem XD e mesmo depois de mais velha (só a saga do freeza e do vegeta, mas blz...), já CDZ...depois de mais velha assisti e disse pra mim mesma "creeeeedo eu gostava disso" XD
Confiram o meu diario de campanha ^_^ (Baseado em changeling: o sonhar)

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...

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Para não presisar dele. Pra que?

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