Moderador: Moderadores
taverneiro escreveu:Também nao vejo pq tanta ironia. Não se pode mais nem debater sobre o que um acha do futuro do jogo?

Resumo: Interpretar ou não, vai do coletivo do grupo. Uns irão encarnar no personagem, outros não. Cabe à qualquer outro engolir essa verdade.


Alguém podia mover a parte das previsões para um tópico separado? Eu também gostaria de jogar algumas, totalmente sem preocupação. Desde que no tópico correto, claro.
(Kimble)


). Em geral prefiro dar aos jogadores um pouquinho (mas só um pouquinho) mais de força e poder do que o normal em campanhas convencionais, pois admito não ter paciência alguma com campanhas tipo "nível 1 ao 30" ou do tipo "apenas o Livro do Jogador vale e atributos baixos". Gosto de exagero, alopração, pirotecnia e coisa sdo tipo também.
), falo as falas deles (e dos meus PCs quando jogo, além de evitar ao máximo dizer algo que um personagem não saberia ou ao menos temperar com referências possíeis ao personagem [Aliás o Eltor numa sessão com o Torneco fez disso de forma genial ao citar uma autora ficticia do cenário para falar sobre os clichês de dungeons, monstros e tesouros])O fato do roleplaying ser "endeusado", eu até que acho correto, e concordo.

ou que venham com idéias malucas sobre gishs e coisas assim...
O único lado powergamer que não gosto é o dos jogadores que não aceitam nem montar um personagem de D&D com 25 pontos ("o que vou fazer com essa porcaria?")
) e do que vem adiante.O único lado powergamer que não gosto é o dos jogadores que não aceitam nem montar um personagem de D&D com 25 pontos ("o que vou fazer com essa porcaria?")

Reclamar de pontuação não é powergaming. Colocar tudo oito e um atributo dezoito, agora isso sim é powergaming.
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