Quanto ao fluff do comércio e Pointos of Light:
Eu não achei tão incoerente. Ao meu entender, o que disseram é que, sim, existem mercadores viajantes e eles são comuns, mas não no sentido de terem muitos deles e nem de serem muito frequentes. Eles são como os proprios aventureiros, viajando por trilhas (e não estradas), terras desconhecidas, infestadas de monstros e outros perigos. Quando aparecem numa região, serão motivo de alegria e agitação - e não simplesmente "o carregamento de poções de cura dessa semana atrasou pq o Templo na capital teve que cuidar de uns aventureiros. Mas na semana q vem eu trago o suficiente pra completar o seu estoque, sr. Shopkeeper." Vale lembrar o novo papel dos halflings tb: povo "cigano", vivendo em barcos nos rios, servindo a esse propósito.
Ao meu ver, o que o artigo diz é que, se você como DM quer ver seus jogadores venderem seus itens, vc já tem uma desculpa aceitável: "Hmmm... por acaso, existe um mercante de objetos magicos passando por essa mesma vila. Que sorte, hein? Ok, agora vamos continuar a campanha sem mais lenga-lenga." Seu jogo não vai "quebrar" por conta disso, tá implicito no cenario que essas coisas acontecem.
Mas existe tb a questão do tamanho do Point of Ligth. Uma vila e o bosque q a rodeia é um. O castelo do barão e as cidades ao redor é outro. Mas quando uma rota de comercio passa entre os dois, então a vila e a cidade tornam-se efetivament um unico point of light. Não acho que ele já morreu antes de começar, mas é mais ou menos isso que o ShinRyuu falou: assim que começarmos a descrev demais o mundo da campanha, a criar conexões e mapear tudo, o point of light fica muito grande e aí sim morre.












