eu digo que essas reclamações merecem:

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Moderador: Moderadores


Nesta versão atualizada do clássico livro de regras, você encontra o mais completo guia ilustrado para viver grandes emoções nos mundos de heróicas aventuras!

A minha opinião é que não importa qual o sistema, o roleplay é sempre a mesma. Não existe "com esse sistema você tem que interpretar mais".
Eu adorei esse trecho do livro porque ele combate a coisa que eu mais odeio em RPGs: O Enroleplay. Ou como eu gosto de chamar, a ferramenta do mestre incompetente para prolongar a sessão.
que não fiquem 15 minutos convencendo um guarda aleatório a passar por um portão que eles tem autorização pra passar,
O que importa é que esta coisa seja importante para a história.
Em nenhum momento diz algo como: "Se um jogador tentar interpretaro o personagem ao invés de rolar dados, mande-o calar a boca e faça o jogo prosseguir".
Sim, pois nada atrapalha mais a imaginação de uma cena que representá-la com miniaturas!

Resumindo: diversão >> todo o resto
ISSO é que é um JOGO!!!
Que ótimo, para mim é uma excelente notícia. Se mais jogadores de MMO começarem a jogar D&D, o número de vendas aumentará, incentivará maior investimento no mercado de RPG e com isso, a tendência de mais dinheiro sendo investido em nosso hobbie será muito melhor.
E as tabelas lhe oferecem uma ajuda para equilibrar os poderes. Você pode usá-las e pode não usá-las. Depois que você compra os livros, quem manda no jogo é você.
Isso me remete a uma conversa com o Eltor aonde argumentei como os Tieflings e Dragonborns são terrivelmente toscos, e é uma lástima te-los como raça básica. Que eles são monstruosos e hipérboles e ver esse tipo de coisa caminhando pela cidade me remete ao filme do D&D, com o cara azul de olho a nuca fazendo feira na cidade...
Mas qualquer pessoa capaz de abstrair um pouco sabe que diversão também é gozar do prazer de imergir-se num cenário rico, vivo, interativo e dinâmico, e isso é muito mais construido pelos momentos fora-encontros do que nos encontros, com a mecanicidade das regras e a aleatoriedade dos dados.

Para que vc não sinta que é diretamente subjulgado pela vontade e os rumos que o Mestre quer lhe dar, mas que vc pode, caso queira, sair depois de uma batalha e, ao invés de recolher seu dinheiro e continuar pela estrada, sair da estrada e explorar por onde diabos os monstros podem ter vindo e pq diabos eles querem atacar aventureiros.
Fora que existe um CUSTO nisso. Mais uma forma de ganharem dinheiro nosso!
Mas vcs acham ótimo né?
Isso me remete a uma conversa com o Eltor aonde argumentei como os Tieflings e Dragonborns são terrivelmente toscos, e é uma lástima te-los como raça básica. Que eles são monstruosos e hipérboles e ver esse tipo de coisa caminhando pela cidade me remete ao filme do D&D

Sampaio escreveu:Se eles tem que convencer alguem, então inicialmente eles de fato não têm autorização.
Isso me remete a uma conversa com o Eltor aonde argumentei como os Tieflings e Dragonborns são terrivelmente toscos, e é uma lástima te-los como raça básica. Que eles são monstruosos e hipérboles e ver esse tipo de coisa caminhando pela cidade me remete ao filme do D&D, com o cara azul de olho a nuca fazendo feira na cidade...



Sr. Pichu escreveu:mais críticas à "taverna Star Wars"?
se é prá ter uma porrada de raça, jogável ou não, convivendo ou mesmo guerreando
qual o problema delas aparecerem?
PRECISA se ater às raças clássicas como "boas" e o resto tudo "malvado"?
- WotC ForumsFace_Stab escreveu:I just hope we don't get a zealot bursting through the doors rubbing ketchup on himself shouting "This is the blood of previous editions, gunned down to make way for this heretical new edition!"

Sampaio escreveu:Não.
Mais dinheiro não quer dizer MELHOR.
Alguem aqui que faz Administração ou Economia de certo já leu Controle de Qualidade Total, do Falconi.
Em um determinado momento do livro ele apenas evidência em fatos o que já era óbvio: mais importante do que conquistar um novo escopo de clientes, é mante-lo. O dinheiro deles tem uma condição: agrada-los.
E advinhe: não vamos pegar o dinheiro dos viciados em MMORPGs e transformar esse dnheiro num lindo jogo dinãmico, relativo e interpretativo. Vamos é nos aproximar cada vez mais dos MMORPGs..

E advinhe: não vamos pegar o dinheiro dos viciados em MMORPGs e transformar esse dnheiro num lindo jogo dinãmico, relativo e interpretativo. Vamos é nos aproximar cada vez mais dos MMORPGs..
Sim, vcs não querem ver, mas óbvio que não mandarão ninguem não interpretar, apenas introduzirão elementos que coloquem o foco nas objetividades e nos combates.
Mais dinheiro não quer dizer MELHOR.

Sampaio escreveu:E o que exatamente vc chama de Enroleplay?
Sampaio escreveu:Se eles tem que convencer alguem, então inicialmente eles de fato não têm autorização.
Sampaio escreveu:Aliás, é outro ponto importante a ressaltar: o Mestre não pode ser absolutista (e imbecil) como vários dão a entender que preferem. Ele não pode ser "ah, vcs não podem passar por essa porta (ainda). Tem um guarda nela e ele é leal a se chefe e vcs não conseguirão persuadi-lo a mudar".
Que coisa mais idiota!
Sampaio escreveu:Eu tenho asco de miniaturas. E realmente acho que atrapalham mais que ajudam.
Ajudam só no sentido tático, e olhe lá, já que isso pode ser facilmente explicado pelo Mestre ou desenhado em segundos numa folha quadriculada.
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