Oda Nobunaga escreveu:- Existem sub generos do genero de filme e escrita Chanbara.
Ou algo é Chanbara ou não é (aliás, todo Chanbara é heróico). Como disse esta definição é clara e bem definida em Sengoku (com todos os itens necessários para que algo seja classificados como tal, se você realmente leu o livro tem acesso a isso), até porque é impossivel fazer um sistema genérico de samurai sem lidar com isso (ainda mais em um sistema modular como Fuzion).
- Na adaptação do oriental adventures, Rokugan é mostrada sem politica e dinamica de clãs, literalmente matando o cenário. Rokugan d20 tentou salvar isso mas apenas acabou confundindo mais as coisas, e ao em vez de seguir uma linha parecida com os livros de L5R e suas regras opicionais para campanhas heroicas, Rokugan d20 tentou criar um cenário oriental para d20 que divide nomes com L5R.
Estou falando da linha como um todo. L5R para D20 tem o mesmo tom de politicagem que as outras versões (especialmente nos splats e nos livros de metaplot) e a 3a edição do sistema clássico tem a enfase em mecanica pesada que foi vista na linha D20 (este não é defeito de sistema X ou Y e sim o péssimo story team que gerencia o cenário atualmente), mas como disse não é questão de fluffy, descrição sem mecanica pede para ser ignorada, sempre foi assim no RPG (os Malkavianos bobo alegres estão aí para provar), mas o problema neste caso é mais embaixo.
L5R desde os idos da primeira edição (que em suma é a proposta primario do RPG) foi feito para ser letal por natureza, eles inclusive tem notas de design para deixar claro que isso é intencional e a base de um cenário voltado para os dramas samurai (por isso rolou muita reclamação na época do lançamento de Rokugan D20, era incoerente em relação mostrados nos livros, o unico ganho era financeiro e isso acabou com a linha), tanto é que na mesma época tivemos uma versão não-letal do sistema D10 lançada para 7th Sea mostrando que o sistema era versatil e que a mortalidade foi design intencional. D20 não teve isso e nunca vai ter, a proposta dele é outra, é ideal para FR (e Kara-tur que é bem divertido, mas é mais um cenário de fantasia com ideias orientais), mas não para L5R.
Falso. Apenas leia a parte dedicada aos clãs em L5R e depois o faça em Rokugan d20. Não é a mesma coisa. Como os clãs e a politica SÃO o que fazem L5R ser o que é e em rokugan d20 foi isso que faltou...
Você chegou a pegar suplemento de L5R desta época? Vai por mim, a presença de
dual system é a ligação mais estreita entre sistemas de RPG que você vai ver no mercado, o problema da descrição de L5R não veio com D20 (se alguem te disse isso está sendo injusto, falo isso porque acompanho a historia de perto, participando de Kotei, da Herald, votações e tudo mais, a queda é mais antiga do que parece) e sim desde meados da 2a edição do sistema clássico (o que não impediu que a 3a edição fosse o melhor livro básico da linha, apenas que os suplementos atuais ficassem bem longe da qualidade de perolas como City of Lies).
E puxando a mensagem para o assunto do tópico, acredito que as regras tem função importante em direcionar o fluffy do cenário para deterimando caminho. Acho muito interessante que as classes de D&D 4a edição tenham uma ligação forte com técnicas de combate especificas, exatamente como em L5R, você pode lutar com duas espadas, mas nunca terá a habilidade de um Mirumoto que treinou a vida toda para isso (da mesma forma não acho que qualquer outra classe deve chegar perto do Ranger na luta com duas espadas). Entendo as questãos levantadas por ShinRyuu e não tenho como argumentar contra suas criticas, apenas tenho um ponto de vista diferente, acredito que estas limitações acabam tendo mais vantagens que desvantagens e por isso concordo com o caminho tomado no design

nota: Aliás Oda, não estou entendedo muito sua linha de raciocinio neste caso. Desde quando fluffy é importante para definir a qualidade de um sistema? Você mesmo vem rebatendo as opiniões do luminus sobre o fluffy de AD&D, porque a ideia de buscar fluffy para absorver qualidade não funcionaria aqui?