por planes em 02 Jul 2008, 11:41
Não acho que o problema seja escolha do nome. Desde a época do AD&D vejo o pessoal falara em poderes de classe (no caso os "poderes" do guerreiro eram a porcentage de força e especialização com armas), mesmo porque basta ler para ver o que isso realmente quer dizer (o livro define exploits várias vezes, inclusive o que isso significa para cada classe marcial).
Também a o fato disso não ser novidade, sistemas baseados em Tags existem a muito tempo, não é como se isso fosse característica única e original de D&D, assim como não é o fato de possuir forte influencia de combate tático (GURPS 4a edição faz a mesma coisa, inclusive sugerindo o produto da empresa Cardboard Heroes e nunca vi ninguém chamar a SJ Games de mercenária por causa disso).
A questão é a mesma de sempre: ressentimento. Muitos criticam D&D pelo simples fato dele ser o mais jogado e receber a maior atenção enquanto o sistema favorito deles é relegado as "sobras" do mercado, da mesma forma que tem muito fã de D&D de 3.X que nãoa ceita o fato que as coisas estão mudando e, na capacidade de acompanhar a mudança, buscam meios de justificar esta incapacidade com criticas pesadas a nova edição (usando, por ironia, os mesmos argumentos que vem combatendo a anos). Com isso não creio que se mudassem rotulos ou coisas do genero faria alguma diferença, ois criticos achariam outro motivo para falar a mesma coisa, o objetivo não é ser construtivo ou lógico e sim meter o pau.
