Teríamos um ranger otimizado em ambos os estilos de combate, capaz de lutar com igual eficiência tanto de perto como de longe.
Este é o primeiro bom argumento que vi pra justificar essa distinção. Entretanto, se é pra mudar, isso também é fácil de resolver, basta seguir a linha do guerreiro e do warlock de diminuir os benefícios dos poderes secos, e acrescentar bônus caso o ranger siga a build certa. Ou seja, o argumento explica, mas não justifica.
Outra coisa é que os designers do D&D discordam da sua alegação de que pelas regras atuais o ranger arqueiro não precisa de força. Pelo que entendi, mesmo um ranger arqueiro não pode deixar a força de lado, pois vão existir momentos que ele vai ter que entrar em combate corpo a corpo.
Eu discordo que eles discordem. O ranger não precisa de mais Força do que qualquer outro personagem, exceto talvez do mago, que pode usar blasts à queima-roupa. Só que um ranger que estiver fazendo seu trabalho certo, e que esteja num grupo que esteja trabalhando direito, virtualmente nunca vai cair nessa situação. É pra isso que os poderes dele dão movimentação gratuita e outras táticas defensivas.
Nessa situação, o arqueiro não pode dar um shift para evitar os ataques de oportunidade por ataque a distancia (a não ser que seja elfo) e acaba se vendo forçado a entrar em melee contra o(s) inimigo(s). Isso tá bem evidenciado na seção que eles apresentam os builds.
Isso só vai acontecer se o ranger ou seu grupo cometer algum erro grave, ou o grupo estiver sendo massacrado. O normal são os defensores atraírem esses ataques para si, os controladores impedirem alguns ataques de serem feitos e os líderes melhorarem as defesas do infeliz.
Se você lutar com duas armas, basta você pegar proficiencia com chainmail que você não vai ser mais dependente de destreza para ter um bom CA, o que diminui consideravelmente a importancia desse atributo
Sim, perfeitamente viável, mecanicamente. Mas, se for pra fazer isso, fere o conceito do personagem que eu tenho na cabeça, então eu preferiria fazer um guerreiro e pegar multiclasse com ranger.
Fora que se elefosse todo feito com destreza ia ser ótimo pra combar com ladino, ambos strikers - ia ser sempre uma ótima escolha pra ter talentos multiclasse mesmo que não tivesse a todos.
Mas eu acho que essa devia ser justamente a idéia. Se for comparar as classes de mesmo papel em combate, seus poderes mudam mais estilisticamente do que mecanicamente. Os danos costumam ser os mesmos, e os efeitos especiais similares. E estando equilibrados entre si, não vai ser todo mundo que vai investir um feat nisso. Esta 4ª edição não tem muito o que combar, não nos personagens individuais, por causa da filosofia de "siloing", que isola cada coisa em si. Por exemplo, você não pode fazer uma investida e usar um poder, tem que usar um ataque básico. Da mesma forma, a interrupção do Desafio Combativo do guerreiro não pode ser um Trespassar, tem que ser um ataque básico.
Bastaria por exemplo aquele lv15 de ranger que ataca até errar sendo utilizado por um ladino... imaginem? Acho que fizeram pra esta otimização combista no sistema.
Como eu disse acima, não vejo problema nenhum. Dano adicional de sneak attack é só 1 vez por rodada. E esse golpe foi corrigido em errata (digo, update), e só podem ser 5 ataques.