Guerreiro com Espadas Curtas (Falha Crítica da 4e)

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Guerreiro com Espadas Curtas (Falha Crítica da 4e)

Mensagempor Kinn em 09 Ago 2008, 21:45

coisas que posso pensar então pra picareta:
1) melhorar crítico para 19-20
2) aumentar high crit dela para 1d12 (como no encantamento de armas) ou para 2[W]
3) ongoing damage - 5/round (heroic) 10/round (paragon) 15 (epic) save ends (?)
4) versatilidade ampliada (já que o empuxo dela realmente deve causar amplo estrago com 2 mãos)
então, com o feat e 2 mãos causaria dano+1d6 e desprepara (isto é, exige re-preparar para re-utilizar); reprepara ela com ação menor. (habilidade forte e contornável de apelar com este recurso - valido para scythes tb).

Cada um poderia ser um talento diferente... mas se a idéia for colocar um feat por arma seria justo optar em criar apenas um dos dois.
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Mensagempor Lunguinho em 09 Ago 2008, 22:41

Kinn escreveu:coisas que posso pensar então pra picareta:
1) melhorar crítico para 19-20


Todas as armas possuem um epic feat que faz isso, inclusive a picareta.

Kinn escreveu:2) aumentar high crit dela para 1d12 (como no encantamento de armas) ou para 2[W]
3) ongoing damage - 5/round (heroic) 10/round (paragon) 15 (epic) save ends (?)
4) versatilidade ampliada (já que o empuxo dela realmente deve causar amplo estrago com 2 mãos)
então, com o feat e 2 mãos causaria dano+1d6 e desprepara (isto é, exige re-preparar para re-utilizar); reprepara ela com ação menor. (habilidade forte e contornável de apelar com este recurso - valido para scythes tb).

Cada um poderia ser um talento diferente... mas se a idéia for colocar um feat por arma seria justo optar em criar apenas um dos dois.


Pelo menos no PHB o que se vê é um feat por categoria de arma no paragon tier, com excessão da picareta que não tem nenhum feat que a beneficie nesse tier. Então poderia-se pegar uma dessas idéias e transformar em um paragon feat. A última idéia me parece a mais interessante para esse propósito, pois daria uma qualidade especial a picareta, tornando-a a única arma realmente versátil do jogo e boa de se usar com uma ou duas mãos. Isso também compensaria o fato de só existir uma arma dessa categoria: um personagem especialista em heavy blades pode alternar entre uma longsword e uma greatsword mantendo os benefícios dos seus talentos (e poderes caso seja guerreiro) que servem para essa categoria de armas, já um especialista em picks fica restrito à warpick, que é uma arma de uma mão, se quiser usufruir de talentos/poderes voltados exclusivamente para essa categoria de arma. Acho que o melhor caminho seria mesmo esse.

Talvez apareçam novos talentos para armas em suplementos futuros, acabando com esse modelo de um talento por categoria de armas. Nesse caso, pode-se aproveitar também as outras idéias.
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Mensagempor Nibelung em 09 Ago 2008, 23:00

Mecanicamente, a Warpick é uma Longsword que perde 1 de proficiency em troca de High Critical. Eu considero a troca equilibrada. Nada de errado com a arma em si.

A picareta na 3E valia a pena por causa do crítico x4. Na 4E ela é simplesmente uma espada longa sem talentos paragon e sem exploits que a beneficiem. Na verdade, eu estou esperando sai o Martial Powers pra ver se há algum amor pelos descendentes de mineiros antes de sair reclamando muito.
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Mensagempor ShinRyuu em 09 Ago 2008, 23:13

O combater com duas armas do ranger não requer que as armas sejam leves.


Sim, cara, DO RANGER. Eu não estou falando do ranger, estou falando do ladino-ranger, que não ganha isso.

Não é só essas armas não! Lutar com manguais também está muito bom nessa 4E! Meu próximo guerreiro lutará com mangual e escudo, não vejo a hora de começar a jogar com ele!


Pô, manguais eram bem melhores quando podiam ser usados pra desarmar ou derrubar o oponente, sem precisar de poderes pra isso... :P
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Mensagempor Kinn em 09 Ago 2008, 23:22

Mas é legal inventar feats como esses
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Mensagempor Lunguinho em 09 Ago 2008, 23:43

ShinRyuu escreveu:Sim, cara, DO RANGER. Eu não estou falando do ranger, estou falando do ladino-ranger, que não ganha isso.


Quando você escreveu isso aqui:

Não vejo nenhuma boa razão pro ranger ter poderes baseados em Força em vez de Destreza.


Me pareceu que seu problema era com o ranger também. Então o seu problema é só na questão de fazer um personagem ladino-ranger que não precise de força pra ser efetivo em combate, correto? Dá pra fazer um ladino ranger-efetivo (basta investir em força e em destreza), mas conseguir um personagem desses com força baixa realmente é difícil.

ShinRyuu escreveu: Pô, manguais eram bem melhores quando podiam ser usados pra desarmar ou derrubar o oponente, sem precisar de poderes pra isso... :P


Realmente, eles já eram ótimos na edição passada. Mas ainda continuo achando eles muito bons, pois o dano dessas armas aumentou (heavy flail dá 2d6 de dano!) e o paragon feat para manguais ficou muito legal (+2 no ataque contra oponentes de escudo).
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Mensagempor Kinn em 09 Ago 2008, 23:47

Idéia do gurps tb aí - manguais são difíceis de aparar e mesmo bloqueando o golpe com o escudo não impede o dano do impacto - por isso acerto+2 representando essa chance maior dele contra este tipo de defesa.

Agora se surgir um estilo de defesa baseado na esgrima, deve deixar claro que os feats que aumentem CA do esgrimista que não funcionam contra flail tb.
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Mensagempor ShinRyuu em 10 Ago 2008, 03:06

Me pareceu que seu problema era com o ranger também. Então o seu problema é só na questão de fazer um personagem ladino-ranger que não precise de força pra ser efetivo em combate, correto? Dá pra fazer um ladino ranger-efetivo (basta investir em força e em destreza), mas conseguir um personagem desses com força baixa realmente é difícil.


Mas meu problema é sim com o ranger também. Só que você falou que o ranger não se limita a armas leves, mas essa não é a questão. A questão é que só os poderes de ranger permitem lutar com duas armas decentemente, e eles são baseados em Força, e não acho que devessem ser. Agilidade e coordenação são mais importantes do que força ao lutar empunhando simultaneamente duas armas. Sem falar que ficam deselegantes os poderes que são baseados em Força se usar arco ou Destreza se usar duas armas. Além disso, o ranger devia focar-se em Destreza, Sabedoria e Constituição, sem precisar de Força, Inteligência e Carisma. Acaba sendo mais vantajoso fazer um ranger arqueiro, que não precisa de Força pra nada, do que um ranger de duas armas. Pior ainda é fazer um ladino com Força só pra lutar com duas armas...
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Mensagempor Lunguinho em 10 Ago 2008, 22:49

ShinRyuu escreveu: Mas meu problema é sim com o ranger também. Só que você falou que o ranger não se limita a armas leves, mas essa não é a questão. A questão é que só os poderes de ranger permitem lutar com duas armas decentemente, e eles são baseados em Força, e não acho que devessem ser. Agilidade e coordenação são mais importantes do que força ao lutar empunhando simultaneamente duas armas. Sem falar que ficam deselegantes os poderes que são baseados em Força se usar arco ou Destreza se usar duas armas. Além disso, o ranger devia focar-se em Destreza, Sabedoria e Constituição, sem precisar de Força, Inteligência e Carisma. Acaba sendo mais vantajoso fazer um ranger arqueiro, que não precisa de Força pra nada, do que um ranger de duas armas. Pior ainda é fazer um ladino com Força só pra lutar com duas armas...


Entendo. Realmente, eles podiam deixar os poderes sempre baseados em destreza, não importando se o ataque é feito à distância ou no corpo a corpo. Assim os atributos principais do ranger seriam sempre constituição, destreza e sabedoria como você citou. Mas aí não teríamos mais um ranger bom no combate com duas armas ou bom no combate a distância. Teríamos um ranger otimizado em ambos os estilos de combate, capaz de lutar com igual eficiência tanto de perto como de longe. Acredito que uma classe assim não é o que eles desejam e por isso resolveram botar um atributo para ataque a distancia e outro para ataque corpo a corpo.

Outra coisa é que os designers do D&D discordam da sua alegação de que pelas regras atuais o ranger arqueiro não precisa de força. Pelo que entendi, mesmo um ranger arqueiro não pode deixar a força de lado, pois vão existir momentos que ele vai ter que entrar em combate corpo a corpo. Um exemplo disso seria quando a luta transcorresse num terreno acidentado e o arqueiro fosse encurralado pelo(s) inimigo(s). Nessa situação, o arqueiro não pode dar um shift para evitar os ataques de oportunidade por ataque a distancia (a não ser que seja elfo) e acaba se vendo forçado a entrar em melee contra o(s) inimigo(s). Isso tá bem evidenciado na seção que eles apresentam os builds. Lá eles dizem que para o archer ranger, o atributo primário recomendado é a destreza, o secundário é a força e o terciário é a sabedoria. No caso do Two-Blade Ranger, a força seria o primário; a destreza, o secundário; e a sabedoria continuaria como o terciário. Olhando por essa ótica, os atributos que a classe deve se focar são os mesmos independente do estilo de combate.

De toda forma, se o personagem quiser se livrar de um desses atributos para botar a constituição como atributo terciário o sistema te dá essa opção tanto para o arqueiro como para o ranger com duas armas. Se você for arqueiro e sua raça for elfo, você não vai ter o problema de não poder shift em terreno acidentado, então você não vai precisar de força. Se você lutar com duas armas, basta você pegar proficiencia com chainmail que você não vai ser mais dependente de destreza para ter um bom CA, o que diminui consideravelmente a importancia desse atributo pra você e te deixa o caminho livre para aumentar a sua constituição ou se focar ainda mais na sabedoria (esse segundo caminho talvez seja até melhor pois todo ranger com duas armas já ganha toughness de graça, então pv pra ele não é um recurso tão em falta, ainda mais se ele comprar o feat durable). Ou seja, mesmo que o arqueiro não precise de força como você mencionou, o ranger de duas armas pode descartar a destreza se assim quiser o jogador, o que elimina a suposta desvantagem que ele teria frente ao arqueiro.
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Mensagempor Kinn em 10 Ago 2008, 23:47

Fora que se elefosse todo feito com destreza ia ser ótimo pra combar com ladino, ambos strikers - ia ser sempre uma ótima escolha pra ter talentos multiclasse mesmo que não tivesse a todos.

Bastaria por exemplo aquele lv15 de ranger que ataca até errar sendo utilizado por um ladino... imaginem? Acho que fizeram pra esta otimização combista no sistema.
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Mensagempor ShinRyuu em 11 Ago 2008, 00:34

Teríamos um ranger otimizado em ambos os estilos de combate, capaz de lutar com igual eficiência tanto de perto como de longe.


Este é o primeiro bom argumento que vi pra justificar essa distinção. Entretanto, se é pra mudar, isso também é fácil de resolver, basta seguir a linha do guerreiro e do warlock de diminuir os benefícios dos poderes secos, e acrescentar bônus caso o ranger siga a build certa. Ou seja, o argumento explica, mas não justifica.

Outra coisa é que os designers do D&D discordam da sua alegação de que pelas regras atuais o ranger arqueiro não precisa de força. Pelo que entendi, mesmo um ranger arqueiro não pode deixar a força de lado, pois vão existir momentos que ele vai ter que entrar em combate corpo a corpo.


Eu discordo que eles discordem. O ranger não precisa de mais Força do que qualquer outro personagem, exceto talvez do mago, que pode usar blasts à queima-roupa. Só que um ranger que estiver fazendo seu trabalho certo, e que esteja num grupo que esteja trabalhando direito, virtualmente nunca vai cair nessa situação. É pra isso que os poderes dele dão movimentação gratuita e outras táticas defensivas.

Nessa situação, o arqueiro não pode dar um shift para evitar os ataques de oportunidade por ataque a distancia (a não ser que seja elfo) e acaba se vendo forçado a entrar em melee contra o(s) inimigo(s). Isso tá bem evidenciado na seção que eles apresentam os builds.


Isso só vai acontecer se o ranger ou seu grupo cometer algum erro grave, ou o grupo estiver sendo massacrado. O normal são os defensores atraírem esses ataques para si, os controladores impedirem alguns ataques de serem feitos e os líderes melhorarem as defesas do infeliz.

Se você lutar com duas armas, basta você pegar proficiencia com chainmail que você não vai ser mais dependente de destreza para ter um bom CA, o que diminui consideravelmente a importancia desse atributo


Sim, perfeitamente viável, mecanicamente. Mas, se for pra fazer isso, fere o conceito do personagem que eu tenho na cabeça, então eu preferiria fazer um guerreiro e pegar multiclasse com ranger.

Fora que se elefosse todo feito com destreza ia ser ótimo pra combar com ladino, ambos strikers - ia ser sempre uma ótima escolha pra ter talentos multiclasse mesmo que não tivesse a todos.


Mas eu acho que essa devia ser justamente a idéia. Se for comparar as classes de mesmo papel em combate, seus poderes mudam mais estilisticamente do que mecanicamente. Os danos costumam ser os mesmos, e os efeitos especiais similares. E estando equilibrados entre si, não vai ser todo mundo que vai investir um feat nisso. Esta 4ª edição não tem muito o que combar, não nos personagens individuais, por causa da filosofia de "siloing", que isola cada coisa em si. Por exemplo, você não pode fazer uma investida e usar um poder, tem que usar um ataque básico. Da mesma forma, a interrupção do Desafio Combativo do guerreiro não pode ser um Trespassar, tem que ser um ataque básico.

Bastaria por exemplo aquele lv15 de ranger que ataca até errar sendo utilizado por um ladino... imaginem? Acho que fizeram pra esta otimização combista no sistema.


Como eu disse acima, não vejo problema nenhum. Dano adicional de sneak attack é só 1 vez por rodada. E esse golpe foi corrigido em errata (digo, update), e só podem ser 5 ataques.
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Mensagempor Fëanor em 11 Ago 2008, 14:19

Como eu disse acima, não vejo problema nenhum. Dano adicional de sneak attack é só 1 vez por rodada. E esse golpe foi corrigido em errata (digo, update), e só podem ser 5 ataques.

Hmm, porque será?? :linguinha:

Lembro muito bem do tópico onde eu defendia que o poder era apelao e deveria ser corrigido.
O pessoal caiu em cima de mim, deu milhares de numero estatísticos esplicando porque o poder era equilibrado, etc...

Me pergunto se essas pessoas vão usar a errata...
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


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Mensagempor Madrüga em 12 Ago 2008, 12:53

Fëanor escreveu:
Como eu disse acima, não vejo problema nenhum. Dano adicional de sneak attack é só 1 vez por rodada. E esse golpe foi corrigido em errata (digo, update), e só podem ser 5 ataques.

Hmm, porque será?? :linguinha:

Lembro muito bem do tópico onde eu defendia que o poder era apelao e deveria ser corrigido.
O pessoal caiu em cima de mim, deu milhares de numero estatísticos esplicando porque o poder era equilibrado, etc...

Me pergunto se essas pessoas vão usar a errata...


Agora você quer um pedido de desculpas por escrito da parte de todos eles?
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Mensagempor Fëanor em 12 Ago 2008, 13:08

Não. só saber se vão usar a errata mesmo. :linguinha:
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But the bards' songs will remain"


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Mensagempor Lunguinho em 12 Ago 2008, 14:54

Feanor, naquele caso você estava certo. Eu mesmo admito que vou usar a errata.
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