Após longo hiato tivemos nossa sessão de Keep of the Shadowfell. Ontem foi o dia que tivemos maior número de faltas (3), o que deixou os encontros de volta a forma natural do livro, segundo Shinryuu e deixou os presentes mais ricos
Com o kobold capturado fomos até a escavação do tal artefato que era crucial para a complementação do ritual profano de Orcus que os cultistas queriam, segundo a carta.
Lá encontramos um kobold, um gnomo uma trupe de humanos mal encarados e duas feras draconianas. Apesar de não parecem hostis quando perguntados sobre o culto de Orcus (tentamos ver se nos confundiam com aliados) se sentiram descobertos e atacaram.
O clérigo foi o primeiro a se aproximar e acabou cercado pelos minions (todo feliz com o high crit de greataxe pra descobrir que era minion)

mas quem assustou foi o halfling com uma pedradas de dano alto, uma delas crítico e quase o clérigo capota. Felizmente a dwarven armor que achamos ficou pra ele (é anão

) e isso ajudou a repor os PVs perdidos.
O mago que havia se aproximado para acertar os minions acabou virando alvo do halflin e não gostou nada de apanhar, se afastando e matando seu ofensor sozinho com misseis mágicos a 20q de distância

tava com raiva ele e até quebrou os dentes do cadaver depois disso.
Enquanto isso, com apoio do warlock de um lado do precipício eu (paladino) e a guerreira do outro, fomos lidando com os 2 dragões e o gnomo. Massa foi a cara de desgosto do mestre ao ter o gnomo pasmo pelo meu daily power e atrapalhado a ação de contra-resposta dele (seja lá qual fosse). A guerreira ainda derrubou um drake na cratera da escavação somando mais ossos de dragão ao cemitério
Com a perda das feras o gnomo se rendeu, explicou algumas coisas, passou o artefato pra gente e no meio do interrogatório tenta me atacar e é derrubado no buraco pela guerreira (maré de ferro é perigoso nesses lugares

) e ele sumiu apos a queda (10 metros), embora o mago tenha avisado que era invisibilidade e não teleporte como ele faz.
Então, pedimos a rendição dele... como ele não quis, o mago torrou ele com scorchin burst.
De volta a cidade, dormimos (aha 798xp) e fomos passar nosso relatório para capitão da guarda.
No café encontramos com a elfa Ninaram, o qual não tive oportunidade de conversar antes (quem conversou foi o warlock e ele se deu muito bem com ela).
Comigo porém senti que ela sabia mais do que afirmava, embora não exatamente o que. O comentário dela de que a presença do culto não deixou ninguém alerta na cidade era forte, mas mesmo que temesse represálias não querer falar em particular com forasteiros foi muito estranho - ainda mais um paladino de Bahamuth.
Falando com o capitão da guarda, mostramos o simbolo profano de Orcus e a carta de Kalarel ao subordinado Irontooth e a fala de que há um espião na cidade. Eu citei minha suspeita sobre o comportamento esquivo de Ninaram e o warlock sobre o velho da torre e ele disse que chamaria Ninaram para responder algumas perguntas, o que enfureceu o striker arcano, já que ele achou que isso era favoritismo racial por serem humanos (ele é meio-elfo criado por elfos)
O anão foi na orja e acabou encontrando um conterrâneo e teve uma boa conversa, enquanto o mago e o warlock fora a torre do mago pedir para encantar os itens do povo, mesmo que alguns estejam desconfiados dele como cultista, o grupo racionalizou que se ele nos ajudar encantando nosso itens e for cultista ao menos fará algo que o atrapalhará mais tarde
Enquanto o mago e o warlock foram na torre eu e o clérigo anão fomos na igreja e falamos do mau augúrio que se instalou na cidade, especialmente comigo que sonhei com uma porta se abrindo e contaminando todo o mundo com trevas. A sacerdotisa ofereceu-nos apoio e contou-nos da recente aparição de goblins no forte, o que para nós foi outra pista da ligação destes eventos.
Enquanto isso o mago e o warlock não foram muito bem na conversa com Valfron, o velho da torre, especialmente o warlock que já desconfiava dele e com respostas vagas e questões problemáticas deixaram o velho da torre inquieto em busca da guarda para ter suas respostas aceitas. Por sorte eu e o clérigo já estavamos chegando e a nossa resposta de que haviamos derrotado os kobolds o convenceu, embora não a palavra do mago e do warlock.
Além do pedido de encantar itens geral (emprestei dinheiro a 3 pessoas - inventarei os juros e correção monetária e ficarei rico

sou o 1° paladino judeu de todo D&D

) ele comentou sobre suas descobertas do forte sobre a fenda das sombras e do perigo de Orcus retornar por ali. Percebendo nele interesse em evitar isto, falei a ele que estou disposto a impedir a proliferação deste mal no qual ele contou mais detalhes da triste história, citando o Sir Kergan.
Terminamos de encntar os itens e preparados para partir para o forte investigar o culto e por um fim nele de uma vez por todas.